Porto Alegre ao Kauai: Tatiana Weston Webb.

Al🌸ha sereias!

Há muitas surfistas talentosas e persistentes nos mares a fora, o blog Do Surf nos conta um pouco quem são elas, vale a pena conferir lá e conhecer sobre uma delas aqui:

 

Tatiana Weston-Webb

Porto Alegre, RS, Brasil

Nacionalidade, Havaiana

9 de Maio de 1996

1,70m        56kg

twitter @tatiwest

facebook-logo  /Tatiana Weston-Webb

active-instagram-3-icon  @tatiwest

Patrocínio: Body Glove

Divulgação: Páginal Oficial

A surfista Tatiana Weston-Webb nasceu no Brasil, e logo se mudou para o Havaí,  já aos 8 anos iniciou as suas atividades no surf, aos 13 anos conquistou seu primeiro título no esporte tornando-se campeã nacional dos EUA.

Divulgação: Página Oficial

O surf está no sangue da garota, sua mãe ex bodyboarder Tanira Guimarães, seu pai Dounag Weston-Webb surfista inglês criado nos EUA e seu irmão, Troy, três anos mais velho – FreeSurfer.

 

SURF:

Sua trajetória começou na infância e logo trouxe conquistas que deixam os pais orgulhosos. Já aos 16 anos consagrou-se  como treta-campeã nos Estados Unidos. Dos EUA a loirinha foi para a França  e tornou-se vice-campeã em sua primeira participação na elite, em Hossegor.

As conquistas só aumentaram pra Tatiana Weston-Webb , em 2015 ela levou o WQS, se consagrando para o  Circuito Mundial de Surfe.

Divulgação: Página Oficial

Divulgação: Canal OFF

Atualmente ela apresenta um programa no canal OFF  que está na segunda temporada. O programa começou em 2015 quando ela estreava na disputa para o campeonato mundial  e foram 13 episódios acompanhando a rotina da jovem surfista nesta primeira fase. No presente já foram 3 episódios exibidos .

Os episódios vão ao ar, toda segunda-feira às 22 horas no canal. Vale a pena conferir!

© Brent Bielmann/Body Glove

 

Fontes: Wikipédia, Body Glove, Canal OFF.

Bells Beach, para os mais experientes

Bells Beach, Victoria, AustraliaBells Beach é uma localidade costeira do estado de Victória, Austrália pertencente à área do governo local de Surf Coast Shire famosa por suas praias.

Distante 100 quilômetros de Melbourne, Bells Beach é uma importante praia de surf, tendo sediado o Clássico de Surfe de Bells Beach desde 1961, evento que tornou-se competição profissional em 1973 e que hoje sedia uma das etapas do WSL.

 

 

 

Pra quem visita a região em busca de aventuras e altas ondas, um conselho é dirigir pela Great Ocean Road, em Victoria, lar do surf mundial em Bells Beach e das íngremes montanhas de calcário dos Doze Apóstolos. Esta espetacular região também oferece aldeias de pescadores, migração de baleias, naufrágios, praias de areia dourada, florestas tropicais e parques nacionais. Com ondas monstruosas, a área é adequada apenas para surfistas mais experientes.

 

The-Great-Ocean-Road-Victoria-Australia              Great Ocean Road, Victoria, Australia

 

????????

2703-joli_bells_lineup_5_4

Bells-Beach

f3c4ee48c3384df741619aa88f4d2c95

 

Johanne Defay é a campeã no Vans US Open feminino 2015

Diga mais galera do bem!

Pré-meditamos que essa etapa ia ser quente, e realmente foi. Muitas novidades e reviravoltas que ninguém imaginava.

Conforme falamos na publicação passada e falando só de surf, essa etapa foi decisiva para a sexta etapa do CT femino e  QS masculino.

c755240aa3b45aa329564bf8b5dd69ab

A etapa de CT feminino aconteceu durante os dias Jul 27 – Ago 02 , revelando talentos em suas melhores performances. Começamos com uma novidade na qual a top atleta Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão de um free surf na Austrália (sua terra natal) e, tristezas a parte algumas atletas podem ter se considerado com sorte… uma delas Silvana Lima que a pouco tempo atrás fechou uma parceria super bacana com a operadora de telefonia brasileira OI. Uma mulherada que vem na fúria por uma busca por pontuação e melhor colocação no ranking da liga mundia também… Tyler Wright que estava defendendo seu título desta mesma etapa em 2014, Carissa Moore até então detentora da primeira colocação até o momento, Sally… nuossa mas é muita muié… 🙂

Brincadeira a parte, a mulherada vem mostrando muita garra e determinação em seus desempenhos, e muitos rostinhos bonitos andam tomando destaque desde então. Por sinal, quem teve a oportunidade de entrar nessa disputa, foi Chelsea Tuach no lugar de Gilmore.

Os primeiros rounds não mostranram pontuação com médias altas, e nenhum novidade com as vitórias das primeiras baterias. Saiu então na frente pulando direto para o 3. round: Malia Manuel, Coco Ho, Nikki Van Dijk,  Courtney Conlogue, Johanne Defay (mostrando pra que veio e apresentando a primeira nota relevante da etapa, 9.27) e Tatiana Weston-Webb. 

Uma disputa sem muitas surpresas, no segundo round terminou de determinar as demais feras. Mas as bateria seguiram até as semifinas mais mornas, e sem querer querendo nos deparamos com a francesa Johanne Defay X BiancaBuitendag, Sally Fitzgibbons X Courtney Conlogue.

Garanto também de que não foi muita surpresa Sally e Courtney conlogue avançarem a estas etapas… essas duas são atletas super completas e que mandam muito bem nessas condições do mar, mostrando muito domínio nas ondas em suas pranchas…Mas…. não foi bem por aí..

Em uma final super diferente (até então vista),tivemos a final com Sally X Johanne. Confesso que estava apostando ou na Sally ou na Conlogue de começo… mas conforme as chaves foram direcionando a competição…. jurava qualquer cenário… mas não achava nem de longe que Deffay levaria essa (meu Fantasy que o diga rssss).

Não digo isso por não merecimento,mas sim pelo destaque que Johane levou nessa etapa… posso resumir em uma fase bem pequenina: ELA MERECEU! Soube tirar grande aproveitamento de oportunidades que apareciam.

Com esse resultado, Carissa Moore desce para segunda posição, ficando atrás de Courtney Conlogue, Sally Fitzgibbons em terceiro, bianca Buitendag em 4.,  Lakey Peterson em 5. e Johane Dafay subiu 5 posições ocupando a sexta posição.

83808387a43d63ec8d0794d761430914 28de3205117ade01acdd402ede5946c5

 

Veja aqui a final entre Defay e Sally

 

Acho que é isso… Próximo CT Feminino, ainda na Califa mas lá pro dia 09 de Setembro.

Pra não ficar com saudades, temos os QS, que tal??

 

ALOHA!

 

 

 

J-Bay Open 2015, com direito a tubarão e final cancelada

Qual a boa galera?

Acabamos de passar pela fase mais casca grossa do campeonato.

De certo que essa etapa em Jeffreys Bay na África já era esperado uma fase difícil devido as condições climáticas, e algumas particularidades – ao ponto que a elite feminina nem compete essa fase.

photo (4)

Esse ano o swell não acontecia, e o prazo dessa 6a. fase foi esticada até seu tempo limite (08-19 de Julho/2015). E, os competidores tiveram que aproveitar oportunidades únicas dentro das possibilidades.

Michael February (ZAF) foi o atleta convidado da etapa.

Devido as condições as pontuações médias das bateria não forma muito altas, mas há quem conseguiu aproveitar oportunidades (e sorte), dentre eles Nat Young, Kelly Slater, Gabriel Medina, Alejo Muniz,Julian Wilson entre alguns outros experts.

Devagarzinho a equipe de Brazilian Storms fora se classificando para as finais, fazendo com que Gabriel Medina Adriano de Souza e Mineirinho chegassem até as quartas de final, mas parou aí. Os veteranos Kelly Slater e Mick Fanning disputaram entre si, em uma batalha acirradíssima na semi-final.

Como se não bastasse tantas emoções, a final dessa etapa foi um marco na história da liga. Na final a disputa já estava marcada: Mick Fanning X Julian Wilson iniciaram a última bateria e, na prioridade de Fanning, esperando uma onda fomos todos surpreendidos (ele mais inda) por um tu-tu-barão. Sim! O mundo inteiro presenciou um real shark attack. Confira no vídeo:

Por muita sorte nada aconteceu (além do susto e um leash mordido). O resgate agiu rápido e para alívio geral, Fanning saiu da água inteiro, sem ferimentos, assim como Julian, que havia surfado em direção ao amigo para tentar ajudar.

Passado o terror, Fanning, na lancha, mas ainda assustado, deu seu relato sobre o incidente:

Era dos grandes. Eu estava sentado, parado e comecei a sentir algo ficar preso na cordinha da minha perna e instintivamente eu pulei, tentando escapar. Mas ele começou a atacar minha prancha, eu comecei a gritar e socá-lo. Eu só vi barbatanas, não vi dentes. Eu estava esperando os dentes em mim. Chutei a traseira dele” – disse Fanning, assustado, mas mantendo o bom humor.

A organização da WSL se reuniu com Fanning e Julian e deidiram não realizar mais a final. Ambos aceitaram ficar com a pontuação de 2º colocado e dividir a premiação, com cada um recebendo 70 mil dólares. Com isso, Adriano de Souza, o Mineirinho, seguiu como líder do ranking. Os dois australianos eram os únicos dos competidores a chegar nas quartas de final que poderiam passar o brasileiro na tabela, caso fossem campeões do evento.

Imagem aérea do ataque de tubarão a Mick Fanning na final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)

251642ea77cfb1664edb09aceabcc9dc

Wiggolly Dantas

Kelly Slater

Mick Fanning

 

Agente se vê por aí. Com, ou sem tubarão.

ALOHA! 🙂

Vans US Open of Surfing

Essa é etapa é um dos grandes sonhos, pois imagine a fórmula perfeita:

VERÃO + CALIFÓRNIA + SURF + SKATE + BMX + HARDCORE = ♥

A etapa acontece em Huntington Beach, uma cidade localizada no litoral de Orange (condado), na Califórnia-EUA e é conhecida pelos seus 14 quilômetros de praia, clima suave, e ondas propícias para a prática de surf, e é muito famosa por originar bandas como The Offspring.

Com um longo histórico de surf competitivo dese 1959, o Vans US Open of Surfing evoluiu para um dos maiores festivais de desportos de ação no país, que para além do surf apresenta skate de classe mundial, BMX, lojas e exposições de arte.

O Vans US Open of Surfing está confirmado no calendário (27 Julho – 02 Agosto), conforme anunciado pela World Surf League (WSL). Será um evento QS10000 para os homens e uma etapa do Championship Tour para as mulheres. E ainda haverá uma prova do calendário júnior.

“Huntington Beach tem uma longa tradição no surf profissional e estamos entusiasmados pela parceria com a IMG e a Vans a longo prazo”, disse o CEO da WSL, Pau Speaker. “Esta prova é uma plataforma fantástica para mostrar o surf profissional na Califórnia e queremos ver os melhores do mundo na água este verão.”

O acordo com a IMG inclui também contratos de longa duração para a realização do Hurley Pro Trestles (CT masculino em setembro) e o Australian Open of Surfing, um QS6000 em Manly Beach, em fevereiro.

Com muita atitude,  O  US Open of Surfing é um dos maiores eventos no cenário do surf e  atrai milhares de pessoas para o centro de Huntington Beach neste período.

orangecountre

O cais de Huntington Beach

HISTORICO DO CT FEMININO

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Se fosse acompanhar as etapas em paralelo com as competições masculinas, essa etapa era para acontecer em J Bay-AFR. Mas devidas as rígidas condições climáticas (falando de frio e swell pesadíssimo.  Haaa.. e sem esquecer os tubarões), essa etapa do campeonato feminino acontece na casa do surf: Califórnia.

 

 

A cidade do surf sedia as competições femininas desde 1990, mas em especial o Champions Tour (CT) nos últimos anos. Huntington Beach está sendo o cenário perfeito para revelar talentos prodígios da elite do surf.

QUEM JÁ FOI CAMPEÃ

201: Johanne Defay (FRA)

2014: Tyler Wright (AUS)

2013: Carissa Moore (HAW)

2012: Lakey Peterson (EUA)

2011: Sally Fitzgibbons (AUS)

Confere aí o trailler da edição desse ano, e vai entrando na vibe!  😉

E aqui, o melhor do Instagram da galera na edição de 2015.

E aí, nos encontramos na edição de 2016?

ALOHA!

FONTE: Vans US Open

Silvana Lima

20090327_silvanaNome: Silvana Lima Santiago da Silva

Paracuru, Ceará, Brasil

29 de outubro de 1984.

REGULAR      1,54m     56kg

twitter @SilvanaLimaSurf

facebook-logo  /SilvanaLimaSurf

active-instagram-3-icon  @silvanalimasurf

Patrocínios: Oi, Vult Cosmética, Komunity Project, Açaí do Bem, Manihi Biquinis, Birds Intercambio, Johnny Cabianca

be59e51cff747b9f91793a5636a393be

1d9d599ded02d7e8fb6f3540d8a5133c

60e4bc5ec92b8c5f69f286f0b6a6179f

d950a8310a8d4d5d3c0af67030149996

73a042a2ecb698f7a5588bfec7ab0118

894d60b24555f591618c11804fa82282

 

Fotos: WSL

 

Os deuses do paraíso Sally e Wright, Fiji Pro 2015

Mahalo amantes do surf!

Para quem acompanhou esta última fase do CT de Fiji Pro 2015, foi persistente e sentiu todo tipo de emoção. Desde o flat que seguiu por dias, liderança de baterias inesperadas, muita onda boa e grandes também, e muito desempenho dos melhores atletas do mundo.

O espetáculo da vez aconteceu nas ilhas Fiji, um paraíso protegido por deuses, e envolvidos por um grande misticismo  de lendas e contos da tradição (muitas de origem polinésia) do povo fijiano, até mesmo uma louca história de se exatamente em Fiji o último lugar que chegou a praticar o canibalismo. (UI!)

dançarinos na cerimonia de abertura

FOTO: WSL / Kirstin

Os atletas foram recebidos em uma tradicional cerimonia do Kava, na qual servem bebida tradicional da paradisíaca ilha, para a abertura da quinta etapa do campeonato mundial de surf.

Com grande expectativa foi esperado grandes ondulações, mas não foi bem assim que ocorreu em Tavarua.

 

CAMPEONATO FEMININO

A etapa feminina iniciou no dia 01 e terminou no dia 05 de junho, e o título estava sendo defendido pela australiana Sally Fitzgibbons.

Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão da fase de Margareth River na Austrália, e tivemos a atleta convidada ahavaiana Mahina Maeda.

O mar não estava grande, mas estava maior que es etapas passadas, mas muitas atletas conseguiram ter um bom aproveitamento das ondas,como a Tatiana Weston-Webb, Johanne Defay que garantiram boas notas no decorrer das baterias. Nas quartas se destacaram  Sally Fitzgiboons e Bianca Buitendag, que se mantiveram até as finais.

Sally mandou muito desde o começo, e defendeu seu título e foi bi-campeã em Fiji, mesmo com o tímpano perfurado (guerreira!)

Veja como foi as disputa entre Sally Fitzgiboons(9.23 / 9.33) X Bianca Buitendag (6.9 / 7.5)

Caissa Morre ainda lidera o ranking mundial, seguido de Courtney Conlogue e Sally que garante a terceira posição.

WSL, Fiji Pro 2015

Foto: WSL

 

WSL, Fiji Pro 2015  WSL, Fiji Pro 2015

WSL, Fiji Pro 2015 WSL, Fiji Pro 2015

WSL, Fiji Pro 2015  WSL, Fiji Pro 2015

CAMPEONATO MASCULINO

Com muito custo o swell demorou para se  formar, mas aos poucos chegou chegado e nos proporcionou grades surpresas até o final dessa etapa.

A equipe do Brazilian Storm contou com Alejo Muniz, Wiggolly Dantas, Felipe Toledo, Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Jadson Andre e Italo Ferreira e houve muita disputa entre atletas brasileiros.

As ondas fijianas que demoraram a aparecer, começaram a mostrar sua força, e poucos atletas conseguiram se destacar (digo… em pontuações mais altas)… E, desde o início os gringos mostraram mais força para esta etapa.

Italo Ferreira eliminou o Mr. Mito Slater no quinto round, e neste mesmo round Owen Wright cravou 2 primeiras notas 10 (sim, houve outras….). Italo e Wigolly foram os únicos brasileiros chegar até as quartas de final – mas também, foi só até aí.

Owen Wright  deu mais uma “brilhada”  na cena nas semi-finais (9.43 e 7.5), até finalizar o australiano Julian Wilson nas finais (4,67 e 4,67) com mais duas notas perfeitas 10.

Fiji Pro 2015 mostrou mais uma vez o grande desafio de nossos brasileiros com ralação o nível e qualidade do surf mundial. Entretanto, Mineirinho continua liderando o ranking da liga mundial, seguido de Felipe Toledo e Owen Wright.

 7bc4b0f44936a515068cf5bf334c5c4b    9d31f0f4b046de2598380d3ce4493985

WSL, Fiji Pro 2015

Fotos: WSL

Próximo CT, em J-Bay Open na África promete e exigirá muito mais desses atletas… digo.. apenas os masculinos. Pois a condição do mar nesse local é tão casca grossa que a mulherada competirá o Vans US Open na Califórnia/USA.

Estamos acompanhando TUDO!

Fotos: WSL

Um show de surf no WCT4, Oi Rio Pro 2015

Do dia 11 a 22 de maio o mar da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, recebeu grandes atletas internacionais, e claro… brilharam muito nossos atletas brasileiros.

 

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Nessa etapa do Oi Rio Pro 2015, as condições climáticas foram satisfatórias para que o evento fosse realizado. Particularmente senti falta de condições mais agressivas, a fim de explorar todo o potencial dos competidores. Tanto que não foram compatíveis para Kelly Slater, Mick Fanning e John John Florence, que foram eliminados no decorrer das etapas.
Nessa etapa, nosso Brazilian Storm foi muito bem representado por Wiggolly Dantas, Gabriel Medina, Italo Ferreira, Mineirinho, Alejo Muniz, Jadson André, Filipe Toledo, Miguel Pupo e os convidados David do Carmo e Alex Ribeiro.
Equipe tão bem representada que não poderia ser diferente.
Nas primeiras baterias Filipinho e Mineirinho já apontaram grandes notas logo no primeiro round. Obviamente os gringos não deixaram por menos, e John John Florence meteu-lhes duas ondas de grande aproveitamento (round 3 com 9.77 e 9.00). Houve também muitas disputas entre brasileiros.
Filipinho tomou dianteira e bem devagar passou pelas semi-finais, e mostrou todo seu potencial e auto-controle na final com o australiano Bede Durbidge. Duas onda fenomenais com domínio de seus firmes aéreos. Garantindo as maiores notas dessa etapa: 10.00 e 9.87.
Com essa vitória, Filipe Toledo passa para a segunda posição no ranking mundial, logo atrás e não muito distante de Mineirinho.
unnamed     unnamed

COMPETIÇÃO FEMININA

Para as mulheres as condições cariocas foram favoráveis, para a competição.
O Brasil, foi muito bem representado pelas brasileiras e super guerreiras Silvana Lima e a convidada Luana Coutinho.
Essa etapa uma de nossas favoritas, Stephanie Gilmore não pode competir, depois de uma lesão na última etapa na Austrália. Enfim… a encontraremos em Fiji… Para alegria de algumas (ou não).
Lakey Person mostrou bom desempenho com pontuação um pouco acima da média com suas ondas, Silvana Lima mandou bem ate o round 4, e uma de nossas queridinhas Carissa Moore foi eliminada na semi-final.
Modestia a parte, tivemos uma boa final entre Bianca Buitendag e Courtney Conlogue, que acabou levando o troféu da Cidade Maravilhosa.
Courtney garante sua segunda vitória seguida nas disputas dos CTs e garante a segunda posição no ranking mundial, depois de Carissa Moore.
 unnamed

unnamed

 

Foto:WSL

Novos favoritos em Margaret River, WCT 2015

Mais um post fresquinho sobre as novidades do maior campeonato de surf do planeta WCT. Essa terceira etapa em Margaret River foi diferente das demais falando de emoção e novos destaques.

As condições climáticas foram melhores que as etapas passadas em Gold Beach e Bells Beach. Nos proporcionou tubos e grandes oportunidades pra diversos atletas destacarem-se dos demais que disputam como favoritos nessa etapa do WCT #3 Drug Aware Margaret River Pro 2015, no período de 14 a 23 de abril.

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Essa etapa surpreendeu a muitos. Tanto a espectadores, quanto para os atletas que competiram o CT#3 em Margies River. E vou além, principalmente para a equipe que compõem o time Brazilian Storm, que ficaram logo no começo do caminho.

Kelly Slater brilhou muito no 3. round (9.5 e 10), e no 4. round já começaram a despontar alguns favoritos: o Havaiano John John Florence, Nat Young, Taj Burrow e Slater se garantiram logo de cara para as quartas de final.
Na repescagem os atletas mostraram alto desemprenho e isso resultou em boas notas médias de baterias, e o Mineirinho foi o único brasileiro que se classificou para competir as quartas também. E, para surpresa de muitos Mineirinho (6.83 e 8.9) competiu a última bateria das quartas com Kelly Slater (2.83 e 7.13), e ganhou com 5.77 de vantagem.
Com o coração na mão nesta final masculina entre Adriano de Souza (BRA) e John John Florence (HAW), competiram em uma disputa apertadíssima. JJ Florence pegou muitas ondas, com o objetivo de gerar oportunidades em busca de maiores notas, surfou muito bem mas muitas vezes não conseguia finalizar, segurando suas maiores notas 7.87 e 9.0. Já o brasileiro Mineirinho apresentou muita técnica e concentração nessa bateria e na etapa como um todo, ganhou de seu oponente com uma vantagem de 0.66 com apenas 3 ondas.
Com essa vitória Adriano de Souza lidera o ranking mundial do CT de 2015, seguido por Mick Fanning na segunda posição e Filipe Toledo em terceiro. Vamos lá, Brasil dominando o universo do surf.

961a9cfb3bc383dffe37ff3ab6f6e3b9

369fdb12bd36827e4aa1dbfdbd5b8cc4

f3c4e81d72f97d94fd557f98eaa5dd70

b0cba63f2ab81f10463f12e8b60725c0

5542980190e38484ec6d3ead666c7cbf

 

COMPETIÇÃO FEMININA

Final de grande emoção e grandes oportunidades, a competição feminina provou que há muita garota com grandes potenciais e muito talento.

Para início de conversa – tristeza para alguns e alegrias para algum(as) – uma das favoritas da liga Stephanie Gilmore se machucou e não competiu, abrindo vantagem para a brasileira Silvana Lima e algumas outras garotas, como Malia Manuel (HAW), Bianca Buitendag (ZAF) e Courtney Conlogue (USA) que conseguiram chegar as quartas (não desmerecendo seu desempenho, pois toda performance é merecedora devido grande esforço e dedicação de todas as atletas).

Destaques também para Tatiana Weston-Webb (round#2 9.03 e 9.27) Sally Fitzgibbons (round#3 9.50 e 9.30) que surfaram com muita garra nas quartas. A havaiana Carissa Moore mostrou pra que veio desde o início, mantendo ótimo aproveitamento desde o início, segurando maiores médias nas baterias que competiu.

A semifinal foi de grande emoção quando Carissa Moore competiu e ganhou por  0.46 a primeira bateria da semifinal com a australiana Sally Fitzgibbons, que quase ganha de último momento. Courtney Conlogue chegou aos poucos, sem chamar atenção (mentira, porque ela meteu um 9.0 em cima de Malia Manuel, ganhando a bateria). Até o ponto que competiu a grande final de Margaret River em 2015 com Carissa Moore, na qual defendia sua vitória do último campeonato de 2014.

Nos últimos momentos, o mar não proporcionou boas ondas, e Courtney Conlogue garantiu seu lugar ao pódio, com muita humildade e merecimento (e sorte ), chegou a garantir uma posição no ranking mundial, passando para segunda colocada. Você pode conferir aqui.

 

a765c0b7aeaf2a5917dbdf1d3552994b

2c4299718af3caf12a8f2dd488e42a81

adef4a914ef0a1c27cf4755e94cc79cc

ea15296e7fbb3d9b9fe040f4740bcc37

4914c728662f2f3dd72cd8345feb8766

Fotos: WSL

Próxima etapa agora promete, e muito.

Muitas emoções nos aguardam no OI Rio Pro, na cidade maravilhosa. ALOHA!

* Fontes: WSL, Canal Woohoo

Margaret River ao oeste da Austrália, o requinte em altas ondas

WA_Margaret_RiverCercada por florestas de árvores altas e pelo mar, essa região produz excelentes vinhos e alimentos, além de oferecer um cenário único. Com muitos vinhedos de primeira classe e restaurantes premiados, ao oeste da Austrália, o Rio Margaret fica a aproximadamente 270 quilômetros ao sul de Perth (capital) . Esse paraíso culinário é também um paraíso natural de cavernas subterrâneas, praias selvagens de areia branca, imponentes florestas de karri e trilhas para caminhadas. No sudeste da Oeste da Austrália há a longa extensão de praias com baleias, golfinhos e tubarões (isso mesmo, tu-ba-rões), e em uma curta distância você pode surfar, pescar e nadar. Os tubarões são sempre uma ameaça naquela região do litoral australiano e os relatos volta e meia surgem ainda mais quando quem está na água são alguns dos melhores surfistas do mundo – toda atenção é pouca.

Dia sem onda em Margaret River, mas com vinho e arte

A etapa de Margaret River já foi uma das etapas mais conhecidas do circuito. Esta esquerda, que aguenta grandes ondulações, já foi palco de grandes vitórias e grandes derrotas para muitos dos melhores surfistas do circuito. Considerada uma onda temperamental, que oscila de condições clássicas com vento terral e tubos perfeitos, a muito vento e fechadeiras indigestas.

Joel-Parkinson-5-Margaret-River-Pro-PHOTO-ASP-Kelly-Cestari-The Box

Os tubos da bancada conhecida como The Box passam a quebrar com perfeição quando a ondulação fica bem de sudoeste. Vale lembrar que esse tipo de ondulação faz com que a bancada de The Box, bem ao lado do pico principal do campeonato, conhecido como Surfers Point, quebre com perfeição podendo presenciar um show de tubos.

 

Prevelly-beach-near-Margaret-River

Taj_Burrow_JOHN_Barton

Gnarabup-Beach-Margaret-River-WA

2013-10-25

as_surf_northpoint_setup_2048North Point