Johanne Defay é a campeã no Vans US Open feminino 2015

Diga mais galera do bem!

Pré-meditamos que essa etapa ia ser quente, e realmente foi. Muitas novidades e reviravoltas que ninguém imaginava.

Conforme falamos na publicação passada e falando só de surf, essa etapa foi decisiva para a sexta etapa do CT femino e  QS masculino.

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A etapa de CT feminino aconteceu durante os dias Jul 27 – Ago 02 , revelando talentos em suas melhores performances. Começamos com uma novidade na qual a top atleta Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão de um free surf na Austrália (sua terra natal) e, tristezas a parte algumas atletas podem ter se considerado com sorte… uma delas Silvana Lima que a pouco tempo atrás fechou uma parceria super bacana com a operadora de telefonia brasileira OI. Uma mulherada que vem na fúria por uma busca por pontuação e melhor colocação no ranking da liga mundia também… Tyler Wright que estava defendendo seu título desta mesma etapa em 2014, Carissa Moore até então detentora da primeira colocação até o momento, Sally… nuossa mas é muita muié… 🙂

Brincadeira a parte, a mulherada vem mostrando muita garra e determinação em seus desempenhos, e muitos rostinhos bonitos andam tomando destaque desde então. Por sinal, quem teve a oportunidade de entrar nessa disputa, foi Chelsea Tuach no lugar de Gilmore.

Os primeiros rounds não mostranram pontuação com médias altas, e nenhum novidade com as vitórias das primeiras baterias. Saiu então na frente pulando direto para o 3. round: Malia Manuel, Coco Ho, Nikki Van Dijk,  Courtney Conlogue, Johanne Defay (mostrando pra que veio e apresentando a primeira nota relevante da etapa, 9.27) e Tatiana Weston-Webb. 

Uma disputa sem muitas surpresas, no segundo round terminou de determinar as demais feras. Mas as bateria seguiram até as semifinas mais mornas, e sem querer querendo nos deparamos com a francesa Johanne Defay X BiancaBuitendag, Sally Fitzgibbons X Courtney Conlogue.

Garanto também de que não foi muita surpresa Sally e Courtney conlogue avançarem a estas etapas… essas duas são atletas super completas e que mandam muito bem nessas condições do mar, mostrando muito domínio nas ondas em suas pranchas…Mas…. não foi bem por aí..

Em uma final super diferente (até então vista),tivemos a final com Sally X Johanne. Confesso que estava apostando ou na Sally ou na Conlogue de começo… mas conforme as chaves foram direcionando a competição…. jurava qualquer cenário… mas não achava nem de longe que Deffay levaria essa (meu Fantasy que o diga rssss).

Não digo isso por não merecimento,mas sim pelo destaque que Johane levou nessa etapa… posso resumir em uma fase bem pequenina: ELA MERECEU! Soube tirar grande aproveitamento de oportunidades que apareciam.

Com esse resultado, Carissa Moore desce para segunda posição, ficando atrás de Courtney Conlogue, Sally Fitzgibbons em terceiro, bianca Buitendag em 4.,  Lakey Peterson em 5. e Johane Dafay subiu 5 posições ocupando a sexta posição.

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Veja aqui a final entre Defay e Sally

 

Acho que é isso… Próximo CT Feminino, ainda na Califa mas lá pro dia 09 de Setembro.

Pra não ficar com saudades, temos os QS, que tal??

 

ALOHA!

 

 

 

California Dreaming

O berço dos mais tops surfistas de toda a história, criaram os melhores skatistas e as melhores bandas de hardcore dos últimos tempos.

A Califa é um dos principais e mais procurados destinos de aventureiros que desejam fazer as melhores e mais completas surf trips pelo mundo. Com mais de 1,3 mil Km de costa recheados de ondas de alto nível, a Califórnia chama a atenção pelas belas praias, gente bonita e, pelo surf de primeira linha.

Poderia fazer um post mega para poder falar de cada ponto, de cada coisa bacana que é possível fazer lá (além do surf).

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Golden Gate, Califórnia

Mas vamos focar no surf, e em um futuro muito próximo voltaremos a escrever mais sobre essa terrinha de ouro. Ouro mesmo, tanto que a sua viagem (como turista) pode começar pela Golden Gate, um dos principais pontos turísticos do local.

 

 

 

A Califórnia é a fonte de inspiração de grandes atletas atuais, tanto que… várias etapas e CT e QS femininas e masculinas são realizadas em diversas praias.

As praias com pontos rochosos praias míticas da ensolarada Califórnia são ícones e podem ser descobertas e exploradas em duas semanas de viagem de surf no verão (isso se for apenas para uma surf trip heim? Senão precisará de mais tempo… fato)

A região permite que pessoas de todos os níveis possam aproveitar e divertir-se nas ondas, em especial no Sul da Califórnia. E a melhor época para uma surf trip perfeita é entre Setembro e Fevereiro. O swell por lá é constante o ano inteiro, mas essa é uma ótima data para enfrentar o mar sem crowd.

Se você não conhece esses principais picos já ouviu falar, e com toda a certeza passará a ser um destino em sua lista de desejos.

 

Big Sur Rivermouth, no Andrew Molera State Park. Visual lindo, ondas boas, paisagem de parque estadual com rio desaguando no mar.

Big Sur Rivermouth

Big Sur Rivermouth

Santa BarbaraRincón, direita perfeita, extensa, emparedada e com sessões tubulares.

– Malibu, LA  Cenário de cinema e seriados de TV, as suas praias são famosas por suas ondas de direita extensa e pouco cavada, bastante crowdeada pois é o paraíso dos iniciantes e longboarders.

Venice Beach, LA. uma praia que reúne turistas o ano todo. O calçadão da praia, Ocean Front Walk reúne diversos artistas de rua, skatistas e escultores. Suas praias são rochosas e isso faz com que suas ondas possuam a formação tubular, garantindo bons paredões.

Venice Beach, Califórnia

Venice Beach, Califórnia

 

Orange County (onde fica Huntington Beach, que disputa com Santa Cruz o título de lugar mais surf da Califórnia); Pier de Huntington Beach

Os triângulos pesados de The Wedge, em Newport Beach(uma das ondas mais famosas do mundo, aquela que o pessoal começa a onda de um lado do píer, atravessa pelo meio dele surfando e finaliza do outro lado. The Wedge (paraíso dos bodyboarders, esquerda triangular surreal que bate em um paredão de pedras e quebra um tubaço e rampas na beira da areia – todo mundo que pega onda já viu fotos e vídeos desse lugar).

San Clemente:  Lower Trestles (imperdível, é onde rola o mundial de surf todo ano, onda lendária).

Lower Trestles, em San Clemente, palco do circuito mundial de surf

San Diego: Blacks : Direita e esquerda, buraco, altos tubos, visual de falésias na praia.

Blacks Beach

Quanto à temperatura da água, na região de Los Angeles e San Diego ela é só um pouquinho mais amena do que na região de San Francisco até o Big Sur. No sul da Califórnia, um long John de 3 mm pode resolver o problema. Em San Francisco e região, o wetsuit tem que ser de 5 mm.

Pessoal, caso queiram mais conteúdo sobre alguma região, ou de algum assunto diferenciado… nos encaminhe sua sugestão para contato@hinaloha.com (adoramos!).

Agora…só lhe resta cantar…  “garota eu vou pra Califórnia..”.

ALOHA!

Vans US Open of Surfing

Essa é etapa é um dos grandes sonhos, pois imagine a fórmula perfeita:

VERÃO + CALIFÓRNIA + SURF + SKATE + BMX + HARDCORE = ♥

A etapa acontece em Huntington Beach, uma cidade localizada no litoral de Orange (condado), na Califórnia-EUA e é conhecida pelos seus 14 quilômetros de praia, clima suave, e ondas propícias para a prática de surf, e é muito famosa por originar bandas como The Offspring.

Com um longo histórico de surf competitivo dese 1959, o Vans US Open of Surfing evoluiu para um dos maiores festivais de desportos de ação no país, que para além do surf apresenta skate de classe mundial, BMX, lojas e exposições de arte.

O Vans US Open of Surfing está confirmado no calendário (27 Julho – 02 Agosto), conforme anunciado pela World Surf League (WSL). Será um evento QS10000 para os homens e uma etapa do Championship Tour para as mulheres. E ainda haverá uma prova do calendário júnior.

“Huntington Beach tem uma longa tradição no surf profissional e estamos entusiasmados pela parceria com a IMG e a Vans a longo prazo”, disse o CEO da WSL, Pau Speaker. “Esta prova é uma plataforma fantástica para mostrar o surf profissional na Califórnia e queremos ver os melhores do mundo na água este verão.”

O acordo com a IMG inclui também contratos de longa duração para a realização do Hurley Pro Trestles (CT masculino em setembro) e o Australian Open of Surfing, um QS6000 em Manly Beach, em fevereiro.

Com muita atitude,  O  US Open of Surfing é um dos maiores eventos no cenário do surf e  atrai milhares de pessoas para o centro de Huntington Beach neste período.

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O cais de Huntington Beach

HISTORICO DO CT FEMININO

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Se fosse acompanhar as etapas em paralelo com as competições masculinas, essa etapa era para acontecer em J Bay-AFR. Mas devidas as rígidas condições climáticas (falando de frio e swell pesadíssimo.  Haaa.. e sem esquecer os tubarões), essa etapa do campeonato feminino acontece na casa do surf: Califórnia.

 

 

A cidade do surf sedia as competições femininas desde 1990, mas em especial o Champions Tour (CT) nos últimos anos. Huntington Beach está sendo o cenário perfeito para revelar talentos prodígios da elite do surf.

QUEM JÁ FOI CAMPEÃ

201: Johanne Defay (FRA)

2014: Tyler Wright (AUS)

2013: Carissa Moore (HAW)

2012: Lakey Peterson (EUA)

2011: Sally Fitzgibbons (AUS)

Confere aí o trailler da edição desse ano, e vai entrando na vibe!  😉

E aqui, o melhor do Instagram da galera na edição de 2015.

E aí, nos encontramos na edição de 2016?

ALOHA!

FONTE: Vans US Open

Silvana Lima

20090327_silvanaNome: Silvana Lima Santiago da Silva

Paracuru, Ceará, Brasil

29 de outubro de 1984.

REGULAR      1,54m     56kg

twitter @SilvanaLimaSurf

facebook-logo  /SilvanaLimaSurf

active-instagram-3-icon  @silvanalimasurf

Patrocínios: Oi, Vult Cosmética, Komunity Project, Açaí do Bem, Manihi Biquinis, Birds Intercambio, Johnny Cabianca

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Fotos: WSL

 

Os deuses do paraíso Sally e Wright, Fiji Pro 2015

Mahalo amantes do surf!

Para quem acompanhou esta última fase do CT de Fiji Pro 2015, foi persistente e sentiu todo tipo de emoção. Desde o flat que seguiu por dias, liderança de baterias inesperadas, muita onda boa e grandes também, e muito desempenho dos melhores atletas do mundo.

O espetáculo da vez aconteceu nas ilhas Fiji, um paraíso protegido por deuses, e envolvidos por um grande misticismo  de lendas e contos da tradição (muitas de origem polinésia) do povo fijiano, até mesmo uma louca história de se exatamente em Fiji o último lugar que chegou a praticar o canibalismo. (UI!)

dançarinos na cerimonia de abertura

FOTO: WSL / Kirstin

Os atletas foram recebidos em uma tradicional cerimonia do Kava, na qual servem bebida tradicional da paradisíaca ilha, para a abertura da quinta etapa do campeonato mundial de surf.

Com grande expectativa foi esperado grandes ondulações, mas não foi bem assim que ocorreu em Tavarua.

 

CAMPEONATO FEMININO

A etapa feminina iniciou no dia 01 e terminou no dia 05 de junho, e o título estava sendo defendido pela australiana Sally Fitzgibbons.

Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão da fase de Margareth River na Austrália, e tivemos a atleta convidada ahavaiana Mahina Maeda.

O mar não estava grande, mas estava maior que es etapas passadas, mas muitas atletas conseguiram ter um bom aproveitamento das ondas,como a Tatiana Weston-Webb, Johanne Defay que garantiram boas notas no decorrer das baterias. Nas quartas se destacaram  Sally Fitzgiboons e Bianca Buitendag, que se mantiveram até as finais.

Sally mandou muito desde o começo, e defendeu seu título e foi bi-campeã em Fiji, mesmo com o tímpano perfurado (guerreira!)

Veja como foi as disputa entre Sally Fitzgiboons(9.23 / 9.33) X Bianca Buitendag (6.9 / 7.5)

Caissa Morre ainda lidera o ranking mundial, seguido de Courtney Conlogue e Sally que garante a terceira posição.

WSL, Fiji Pro 2015

Foto: WSL

 

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WSL, Fiji Pro 2015 WSL, Fiji Pro 2015

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CAMPEONATO MASCULINO

Com muito custo o swell demorou para se  formar, mas aos poucos chegou chegado e nos proporcionou grades surpresas até o final dessa etapa.

A equipe do Brazilian Storm contou com Alejo Muniz, Wiggolly Dantas, Felipe Toledo, Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Jadson Andre e Italo Ferreira e houve muita disputa entre atletas brasileiros.

As ondas fijianas que demoraram a aparecer, começaram a mostrar sua força, e poucos atletas conseguiram se destacar (digo… em pontuações mais altas)… E, desde o início os gringos mostraram mais força para esta etapa.

Italo Ferreira eliminou o Mr. Mito Slater no quinto round, e neste mesmo round Owen Wright cravou 2 primeiras notas 10 (sim, houve outras….). Italo e Wigolly foram os únicos brasileiros chegar até as quartas de final – mas também, foi só até aí.

Owen Wright  deu mais uma “brilhada”  na cena nas semi-finais (9.43 e 7.5), até finalizar o australiano Julian Wilson nas finais (4,67 e 4,67) com mais duas notas perfeitas 10.

Fiji Pro 2015 mostrou mais uma vez o grande desafio de nossos brasileiros com ralação o nível e qualidade do surf mundial. Entretanto, Mineirinho continua liderando o ranking da liga mundial, seguido de Felipe Toledo e Owen Wright.

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WSL, Fiji Pro 2015

Fotos: WSL

Próximo CT, em J-Bay Open na África promete e exigirá muito mais desses atletas… digo.. apenas os masculinos. Pois a condição do mar nesse local é tão casca grossa que a mulherada competirá o Vans US Open na Califórnia/USA.

Estamos acompanhando TUDO!

Fotos: WSL

Um show de surf no WCT4, Oi Rio Pro 2015

Do dia 11 a 22 de maio o mar da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, recebeu grandes atletas internacionais, e claro… brilharam muito nossos atletas brasileiros.

 

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Nessa etapa do Oi Rio Pro 2015, as condições climáticas foram satisfatórias para que o evento fosse realizado. Particularmente senti falta de condições mais agressivas, a fim de explorar todo o potencial dos competidores. Tanto que não foram compatíveis para Kelly Slater, Mick Fanning e John John Florence, que foram eliminados no decorrer das etapas.
Nessa etapa, nosso Brazilian Storm foi muito bem representado por Wiggolly Dantas, Gabriel Medina, Italo Ferreira, Mineirinho, Alejo Muniz, Jadson André, Filipe Toledo, Miguel Pupo e os convidados David do Carmo e Alex Ribeiro.
Equipe tão bem representada que não poderia ser diferente.
Nas primeiras baterias Filipinho e Mineirinho já apontaram grandes notas logo no primeiro round. Obviamente os gringos não deixaram por menos, e John John Florence meteu-lhes duas ondas de grande aproveitamento (round 3 com 9.77 e 9.00). Houve também muitas disputas entre brasileiros.
Filipinho tomou dianteira e bem devagar passou pelas semi-finais, e mostrou todo seu potencial e auto-controle na final com o australiano Bede Durbidge. Duas onda fenomenais com domínio de seus firmes aéreos. Garantindo as maiores notas dessa etapa: 10.00 e 9.87.
Com essa vitória, Filipe Toledo passa para a segunda posição no ranking mundial, logo atrás e não muito distante de Mineirinho.
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COMPETIÇÃO FEMININA

Para as mulheres as condições cariocas foram favoráveis, para a competição.
O Brasil, foi muito bem representado pelas brasileiras e super guerreiras Silvana Lima e a convidada Luana Coutinho.
Essa etapa uma de nossas favoritas, Stephanie Gilmore não pode competir, depois de uma lesão na última etapa na Austrália. Enfim… a encontraremos em Fiji… Para alegria de algumas (ou não).
Lakey Person mostrou bom desempenho com pontuação um pouco acima da média com suas ondas, Silvana Lima mandou bem ate o round 4, e uma de nossas queridinhas Carissa Moore foi eliminada na semi-final.
Modestia a parte, tivemos uma boa final entre Bianca Buitendag e Courtney Conlogue, que acabou levando o troféu da Cidade Maravilhosa.
Courtney garante sua segunda vitória seguida nas disputas dos CTs e garante a segunda posição no ranking mundial, depois de Carissa Moore.
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Foto:WSL

Primeiros passos pra quem quer surfar

Olá pessoal!

Inicio aqui um novo conteúdo que haverá sempre uma continuidade, mais profundidade de acordo com a solicitação da galera e, conforme vou me deparando com as dificuldades (estou tentando pegar umas ondas também, ora!).

Aqui, vou falar sobre dicas de surf para quem está iniciando.

Para quem já começou ou está começando sabe o quanto frustrante pode ser a experiência dos primeiros dias de surf. Quem está pensando em iniciar a prática e nunca subiu em uma prancha provavelmente vai encontrar dificuldades, e entenda que é natural o tempo de adaptação com esse esporte.

Prontos? Supermotivados? Vamos as dicas:

1. Se você realmente se sente atraído pelo surf, só comece a treinar se for pelo amor ao esporte. Senão nem vale a pena todo tempo e esforço que enfrentará. Tenha em mente que aparecerão diversos obstáculos em que quer ser alguém no esporte e na vida precisa ser superados todas as barreiras e limites.

2. Antes de qualquer coisa, você já pensou em procurar um instrutor? Nada melhor do que ter alguém orientando, falando pra você qual a forma certa em cada passo e motivando, sabe? Dando aquele empurrãozinho (literalmente). Dependendo da sua localização, dá para aproveitar instrutores ou escolas que ofereçam aulas para principiantes. Ele lhe passarão informações essenciais de segurança, etiqueta antes que você seja apresentado a sua primeira prancha de surf. Isso inclui saber como observar outros surfistas na água, carregar sua prancha corretamente e avaliar a área certa da praia.

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3. Pode soar óbvio, mas escolher a prancha certa para começar pode ser um pouco difícil. Lembre-se que você é iniciante. Para começar a se testar na água, prefira pranchas mais longas e largas, isso garante mais estabilidade pois você cairá bastante as primeiras vezes. “O que intimida bastante as pessoas é quando a prancha bate nelas.”, afirma a lenda Rob Machado. E, dependendo da sua localização, você nem precise comprar pois há instrutores que alugam pranchas na praia. Quando você menos perceber você já estará pegando ondas com uma menor. Não se esqueça de acessórios super importantes: leash (aquelas cordinhas que prendem a prancha ao seu corpo) e quilhas.

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4. Vista uma roupa adequada e não se esqueça do protetor solar. Há roupas de borracha (pelo menos no Brasil, que não faz frio congelante), geralmente neoprene que isolam do frio. E, peças de lycras. O interessante é pensar em peças de mangas longas – maiôs, jaquetas, camisetas – pois assim não queimamos tanto os braços, pois a exposição ao sol é muito grande.

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Maiô manga longa em Lycra e zíper nas costas

5. Saiba em que praias é melhor iniciar e aprenda a olhar o mar. Se houver bandeiras vermelhas, muita correnteza ou gente demais na praia, não será um bom dia para começar a surfar. Saiba também que há lugar certo para entrar no mar, geralmente onde estiver mais calmo, possibilitando a sua entrada.

6. Aqueça. O surf assim como qualquer outro esporte, requer aquecimento antes de começar os treinos. Comece com um aquecimento aeróbico (pode ser uma corrida leve e rápida) e depois faça uma boa sessão de alongamento.

7. Antes de entrar na água, treine em terra firme. Com a prancha sem as quilhas, é fundamental o treinamento da posição sobre a prancha, e, além disso saber levantar quando vir a onda.

8. Ao entrar, deite-se corretamente, de início será um pouco difícil estabelecer uma certa intimidade com sua prancha. É necessário “sentir”  o meio da prancha – isso lhe garantirá a estabilidade – isso influencia muito na sua remada. remando bem, levantar mais rápido e adotar uma postura correta em é é o grande segredo. Acerte o corpo e apoie a barriga na metade da prancha. Estômago, quadril, coxas e joelhos devem ficar “colados” na prancha. O peito sempre elevado e olhar a frente. As pernas devem estar juntas e ligeiramente levantadas. As pranchas ficam em apoio na prancha na altura do peito.

9. Com o peito elevado e o olhar para a frente, reme como se tivesse nadando crowl. as mãos tem de entrar na água quase em ponta (nose) e sair na altura da coxa. Quando vir que a sua oda está chegando, gire para apontar o nose até a praia e aumente a frequência das braçadas.

10. Se você fica mais confortável com a perna á direita a frente, você é goofy. E se for com a perna esquerda, você é regular. De qualquer forma, as pernas devem estar mais abertas que a largura do quadril, a fim de aumentar a estabilidade.Os braços também ajudam a manter equilíbrio. Estenda o braço da frente, e o outro, mantenha perpendicular ao corpo.

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Há muitas outras dicas e próximos passos para conversarmos, mas inicialmente é isso.

Goste muito do esporte, pense no material adequado (isso influi totalmente na sua performance), aprenda a remar, e com o tempo ficar em pé na prancha.

Qualquer dúvida, sugestões nos encaminhe um email para hinaloha@hinaloha.com.

ALOHA!

Margaret River ao oeste da Austrália, o requinte em altas ondas

WA_Margaret_RiverCercada por florestas de árvores altas e pelo mar, essa região produz excelentes vinhos e alimentos, além de oferecer um cenário único. Com muitos vinhedos de primeira classe e restaurantes premiados, ao oeste da Austrália, o Rio Margaret fica a aproximadamente 270 quilômetros ao sul de Perth (capital) . Esse paraíso culinário é também um paraíso natural de cavernas subterrâneas, praias selvagens de areia branca, imponentes florestas de karri e trilhas para caminhadas. No sudeste da Oeste da Austrália há a longa extensão de praias com baleias, golfinhos e tubarões (isso mesmo, tu-ba-rões), e em uma curta distância você pode surfar, pescar e nadar. Os tubarões são sempre uma ameaça naquela região do litoral australiano e os relatos volta e meia surgem ainda mais quando quem está na água são alguns dos melhores surfistas do mundo – toda atenção é pouca.

Dia sem onda em Margaret River, mas com vinho e arte

A etapa de Margaret River já foi uma das etapas mais conhecidas do circuito. Esta esquerda, que aguenta grandes ondulações, já foi palco de grandes vitórias e grandes derrotas para muitos dos melhores surfistas do circuito. Considerada uma onda temperamental, que oscila de condições clássicas com vento terral e tubos perfeitos, a muito vento e fechadeiras indigestas.

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Os tubos da bancada conhecida como The Box passam a quebrar com perfeição quando a ondulação fica bem de sudoeste. Vale lembrar que esse tipo de ondulação faz com que a bancada de The Box, bem ao lado do pico principal do campeonato, conhecido como Surfers Point, quebre com perfeição podendo presenciar um show de tubos.

 

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Saiba quem foram os campeões em Bells Beach, WSL 2015

bells beah rip curl pro 2015Imagem: WSL

Para quem não companhou as últimas notícias sobre o maior campeonato mundial de surf, o WCT, e não está por dentro de quem balançou o sino nesta terceira etapa de 2015 em Bells Beach – uma das provas mais tradicionais do circuito –  compartilhamos este artigo para lhe manter sobre tudo que aconteceu.

Devido as más condições climáticas, essa etapa se estendeu pois não houveram ondas boas suficiente para atender o padrão WSL (a natureza não contribui para isso). Este CT#2 Rip Curl Pro Bells Beach iniciou-se em 01 e foi até 12 de Abril.

COMPETIÇÃO MASCULINA

Competições apertadas desde o começo. Brasil representado pelos meninos do Brazilian Storm em peso,  Gabriel Medina, Adriano de Souza (Mineiro) Filipe de Toledo (Filipinho),  Miguel Pupo, Jadson André, WiggollyDantas, Italo Ferreira, competindo com grandes nomes do surf mundial Kelly Slater e Mick Fanning, entre outros diversos atletas e promessas. Entre as disputas os brasileiros Medina e  Mineiro se destacaram e chegaram até as finais (no detalhe: Medina eliminou Kelly Slater na primeira bateria da 5a. Rodada). Abaixo um overview do que rolou nas rodadas finais. Final muito boa com Fanning e Mineiro, e com resultados super apertados, Fanning levou a melhor. Além de balançar o sino em Bells Beach, disputa a liderança do ranking mundial e mantem-se empatado com o brasileiro Filipe Toledo.

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COMPETIÇÃO FEMININA

Ao contrário do circuito masculino onde há grande ícones e grande ‘ equipe’  brasileira, na competição feminina é difícil apontar favoritas ao título diante de tantos talentos e histórico equilibrado.

A maior campeã da história do WSL (antiga ASP) de Bells é a norte-americana tetracampeã mundial Lisa Anderson , que já venceu o evento quatro vezes. As expectativas para essa temporada ficou para Stephanie Gilmore, onde ela poderia igualar a marca de vitórias de Lisa. A hexacampeã mundial já faturou a prova 3 vezes, em 2007, 2008 e 2010.

De outro lado defendendo a bandeira brasileira, a cearense Silvana Lima foi a primeira brasileira da história a vencer essa prova. O feito aconteceu em 2009 e na ocasião Silvana desbancou Stephanie Gilmore numa bateria de tirar o fôlego. Silvana chegou em Bells embalada por sua performance na primeira prova do ano, na qual ficou em quinto lugar, e com muita garra tentou mais uma vitória. Mesmo com boa pontuação no decorrer das baterias, infelizmente não conseguiu ir para as quartas de final. Na quarta etapa perdeu para a americana Lakey Peterson, precisando de 9.27 pontos.

Final eletrizante e difícil entre Carissa e Gilmore, devido as condições do mar. As escolhas das ondas certas foi super crucial para a pontuação de cada um. Carissa acabou levando a melhor e balançou o tão disputado sino de Bells Beach, e mantendo a liderança isolada no ranking mundial.

 

carissa moore stephanie gilmore bells beachImagem: WSL

Parabéns para os campeões dessa etapa, e vamos com força total para Margaret River.

ALOHA!

* Fontes: WSL, Canal Woohoo