Wakeabord e as Mulheres: Vem ver

Whats Up, girls!

Vocês conhecem o Wakeboard? Já ouviram falar? Vamos apresentar um  estilo mais radical de esporte aquático que vem conquistando muita gente, inclusive as mulheres.

Antes das nossas dicas sobre o esporte, o blog do surf nos mostra também que dá pra se jogar em várias práticas na água. <3

 

WAKdEABORD:

Um esporte (radical) aquático. Nele está envolvido a prancha, um barco, um cabo e um manete.

Nos Estados Unidos em 1979 já se falava dessa novidade, pois faltava uma alternativa nos dias de poucas ondas para os surfista, e foi aí que surgiu o ‘WAKE’. O esporte manifestou-se especificamente na década de 80, por aqui no Brasil.

 “Em 1984, um surfista de San Diego chamado Tonny Finn desenvolveu o Skurfer – um híbrido de esqui-aquático e prancha de surf. Foi o primeiro shape de prancha desenvolvido especificamente para a hidrodinâmica de ser puxado por um barco ao invés de ser empurrado por uma onda. A prancha possuía as características de uma prancha de surf, porém menor e mais estreita e com fundo do esqui slalom (côncavo), e grande flutuação.”  (Associação Brasileira de Wakeboard)

Por que eu disse que ele é mais radical, pois para a pratica é necessário o uso de alguns equipamentos de maior segurança que dividi-se em 4 partes:

  • Lancha
  • Prancha com botas
wakeabord-e-as-mulheres-1

Imagem Google

 

 

 

 

 

 

 

  • Colete salva-vidas
  • Cabo e Manete

Onde praticar: 

  • Represas
  • Lagos
  • Canais
  • Mares

Fun Wake Park da Estância Alto da Serra

Mas lembre-se: Os mares são recomendados desde que não haja muita onda. Pois o essencial são lugares ‘abrigados’ ao vento com a água mais lisa. Onde você mora deve ter algum lugar do tipo, por perto.

Teca Lobato – 8 vezes campeã brasileira de wakeboard.

Se interessou e quer conhecer mais sobre o esporte no universo feminino? Temos uma dica para vocês: a Sheriders:

Um mini making off dos nossos vídeos!! 💜👯👯👯 💡+💜

A post shared by She💜Riders (@sheriders) on

 

O grupo surgiu de repente e hoje elas levantam a bandeira do esporte no Brasil e possuem uma página no Facebook, um perfil no Instagram e uma conta no VIMEO.

Tudo começou quando elas iam só acompanhar seus namorados e se interessaram pelos WAKE, e aí nasceu a ideia de um grupo e  desde então as meninas começaram a se reunir ~sozinhas~ e não pararam mais.

O principal lema é: divulgar, ajudar e incentivar o wakeboard feminino. Legal né? Sempre que quiserem saber as novidades, já sabem onde podem encontrar.

 

Do que é feito a parafina de surf

Olá nação, muitas ondas?!

Hoje vamos falar de um personagem importantíssimo para quem está sempre com a sua prancha. Você sabe do que é feito a parafina de surf? Queremos te explicar um pouquinho de algumas coisinhas que vale você saber

Mas bora ao que interessa e vamos aprender um pouco mais sobre a nossa parceira de quedas:

Parafina e o surf:

– Função: dar aderência à prancha.

– Composição: constituída por carbono e hidrogênio.

– De onde vem: derivada do petróleo

– Utilidades: pranchas de surf, velas, cosméticos, adesivos, giz de cera etc

– Características:  aparência de cera, sem odor; gosto, e com uma cor naturalmente branca.

Parafina e a água:

No surf há uma variedade de parafinas, que são utilizadas em lugares com temperaturas diferentes. Isto é um ponto importante na hora de escolher a sua, pois há uma diferença em cada uma delas:

Água quente – Mais de 24º C 

Para lugares onde é ~verão~ o ano inteiro, essa parafina, encaixa-se perfeitamente. Por exemplo: o nordeste.

Água Morna – 19º a 23º C

Pode ser utilizada em diversas regiões, onde não há muita variação de temperatura da água, pois esse material é mais versátil.

Água fria – 10º a 15º C

Utilizada geralmente no sul do Brasil.

E porque essa diferença? A diferença é justamente para a sua parafina ter adequação em cada ambiente, pois, não é recomendável utilizar uma parafina de água frita, em uma água quente, pois, com o tempo dentro da água,  e com a atividade, o material acaba derretendo muito antes do previsto.

E se for ao contrário? A placa endurece na hora da aplicação e a acaba dificultado a adesão do material, que por muitas vezes acaba nem ocorrendo.

Atente-se à isso quando for escolher a sua.

 

Aloha!  Surfer on Facebook Messenger

Long sweet Board

Olá surfers!

Para os amantes de pranchas, pranchinhas e pranchetas, vamos a mais informações sobre os tipos de boards, no que se diferenciam e no que influenciam em desempenho e estilo/perfil de surf.

Se resgatarmos na história, evoluímos muito em materiais e equipamento, exercícios para condicionamento etc, para o melhor aproveitamento de atletas (profissionais ou amadores). Mas tem coisas que não mudam, pelo contrário. Há estilos que mantêm-se vivos, como os clássicos longboards.

HISTORIA

As primeiras pranchas de espuma e fibra de vidro, foram construídas no final da década de 50, na Califórnia.

Essas pranchas eram usadas em locais como Rincon-Delmar, Redondo, Winlansea, Trestles e Malibu e, por algum motivo desconhecido, esta última deu o nome as pranchas.

Nos anos 60 os californianos eram mestre no uso dessas pranchas, nomes como Mickey “Mr. Malibu” Dora, foi um dos primeiros atletas a incentivar a cultura do surfe durante as décadas de 50 e 60 e sua fama de rebelde e carisma lhe renderam apelidos como “Da Cat” (o gato) e “King of Malibu” (rei de Malibu). Foi a época que surf era a graciosa arte de passear a prancha, onde o cutback era a maior manobra.

A medida que o surf evoluiu a pranchas se tornaram menores e o surf malibu foi desaparecendo gradualmente. Durante quase vinte anos a técnica original só pode ser vista na Califórnia, onde os surfistas dos velhos tempos ainda usam Malibu.

Em dado momento do início da década de 80, em Byron Bay, na Austrália houve um retorno daquele que se concretizou como estilo Malibu, atualmente conhecido como “longboard”, assim não demorou muito até os fabricantes voltarem a produzir o estilo clássico.

Alguns defendem que “quanto mais clássico melhor”, um desses é  Joel Tudor, longboarder clássico, treinado por uma lenda do surf Nat Young onde aprendeu a essência do surf.

Joel Tudor longboarder

Joel Tudor

“Joel Tudor é o mais clássico de todos. Em condições de mar pequeno ele é quase imbatível.” Disse Augusto César Saldanha, surfista profissional do WLT (World Longboard Tour – Atual elite do longboard profissional – ASP)

 

TIPO DE PRANCHA

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São as famosas pranchas grandes, com tamanho a partir de 9”. Eram as mais usadas até a década de 70. São boas para iniciantes, sendo também usadas por profissionais, principalmente os das antigas e os experientes.

Para quem está começando o longboard é uma das melhores alternativas para pegar intimidade com a prancha e o mar.

Por ela ser mais longa e larga, possibilitando melhor flutuação, auxilia quem está a prendendo a ficar em pé, e controlar o equilíbrio e o controle.

 

ESTILO

Surf com manobras mais suaves, e que possibilitam caminhadas até o bico. Com alguns modelos se é possível fazer manobras como rasgadas e batidas, entretanto há quem prefira o estilo clássico.

Uma de nossas queridinhas inspiradoras estão a Kelia Moniz e a brasileira Chloé Calmon.

My #SUMMERSun @roxy || @tyhaft Full link in B I O

A video posted by Kelia Moniz (@keliamoniz) on

 

Sou muito suspeita pra falar, mas essa categoria no surf me encanta muito..

Mesmo começando com minha fun… (já estou escolhendo um longboard)

ALOHA!

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

Pranchas – das alaias às quadriquilhas, escolha seu estilo

Olá surf lovers!

Pelo bem da nação e a diversos pedidos, continuaremos escrevendo sobre pranchas (já escrevemos sobre a primeira prancha) técnicas e afins.  LOL

Neste post apresentarei um panorama mais geral… e vou abrindo em novos outros conteúdos (o que acham?).. Por isso não deixem de nos seguir.. nos acompanhar. 🙂

Primeiramente… acho que você já deve ter escutado falar que, fazer uma prancha é uma arte..e é mesmo. Todo mérito para os shapers que tem o dom de fazer o item mais essencial no surf: A PRANCHA.

Sabemos também que uma prancha depende muito do biotipo do surfista, e o estilo do surf também..vamos explicar!

PRANCHAS SEM QUILHAS

Quilhas para quê, não é verdade?

1280px-lone_alaia_board_surfer1As pranchas sem quilhas, foram as primeiras pranchas utilizadas no mundo pelos antigos polinésios e havaianos. As famosas alaias (que vem do havaiano lala = deslizar) hoje não tão usuais assim – mas há quem curta o estilo.

Aéreo e batidas… não são muito a praia das alaias, mas girar é um lance super  diferente que talvez você não consiga fazer com pranchas com quilhas. Você tem mais facilidade em cortar a onda e pode atingir uma velocidade bacana.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais mobilidade, fácil de girar a prancha

Pontos negativos

  • dificuldade em direcionar a prancha
  • pouca habilidade em ondas cavadas e tubos
  • menos segurança e força nas curvas

MONOQUILHAS

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A quilha é uma das partes fundamentais de uma prancha.. pois ela auxilia na direção.Quanto maior a quilha maior será o atrito, dificultando as manobras, curvas deixando um pouco mais  “dura”.

 

Pontos positivos

  • facilidade em direcionar a prancha
  • mais estabilidade em ondas cavadas

Pontos negativos

  • quilha central grande, mais atrito, menos velocidade
  • falta de quilhas laterais, menos apoio em curvas fechadas

A monoquilha te proporcionará um surf mais clássico, tranquilo, calmo, e com curvas mais abertas. Um surf mais simples e bonito, sem precisar de muitas manobras.

BIQUILHAS

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Uma prancha alternativa, mais solta e veloz  do que a monoquilha. Te deixa mais solto para fazer manobras rápidas.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais manobrável
  • curvas mais fechadas

Pontos negativos

  • menos controles nas manobras
  • menos estabilidade em ondas cavadas

 

TRIQUILHA

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Aqui estamos falando de prancha de surfista. Em sua maioria os surfistas profissionais utilizam a triquilha.

Super versátil, a triquilha te proporcionará mais segurança pelo apoio da quilha central. E, você poderá arriscar-se em ondas menores e maiores.

Pontos positivos

  • estabilidade da quilha central
  • velocidade devido as quilhas laterais
  • maior relação de controle e velocidade

 

QUADRIQUILHAS

Um super upgrade da triquilha.

Você poderá se aventurar em ondas maiores, e até mesmo mais tubulares com passadas mais longas. Com ela você ganhará muito mais velocidade (yeahhh)

Pontos positivos

  • mais projeção
  • mais segura nas curvas
  • mais segurança nas manobras

 

Então, já escolheu o seu estilo favorito?

Lembrando que para as meninas, a escolha do modelo da prancha ideal (principalmente para quem está começando) é super importante. Dependendo do seu objetivo no esporte (performancefreestyle ou para “tirar uma ondinha” mesmo) você precisa escolher o equipamento que lhe proporcione o melhor resultado para você (e não existe receita de bolo! Cada um tem uma necessidade, ou se adaptará melhor a um estilo).

Bóra cair! Divirta-se.

ALOHA.

Música e o mar

Música todo mundo gosta…mas e se juntarmos a música e mar? Acho que vocês vão gostar um pouco mais.

Separamos uma playlist que vocês vão se identificar e vão ouvir muito sobre o elo com o mar e sentir a vibe que te faça lembrar os seus dias de freesurfer, por que não? Então vem cá e acompanha essa série com a gente:

Reggae do Porto – Saulo Fernandes: Essa música é em homenagem ao Porto da Barra (Salvador – BA), o lugar é tão lindo que as pessoas ficam lá só contemplando o por do sol .

Mar do Meu Mundo – Maneva: A letra chama a atenção, pelo enredo, revelando todas as características em uma ligação muito forte com o mar.

Eu sou do Mar – Armandinho: Seguindo o mesmo contexto da música anterior, nesta letra conta-se de como o mar é importante, independente de qualquer coisa.

Dia de Furar Onda no Mar – Lucas Santtana: Eu adoro essa música, ela fala da simplicidade de poder brincar no mar. Tem uma levada gostosa de ouvir e conta essa espontaneidade do mar, nos recordando a infância.

Olhos Verdes – Vibrações:  A música e o próprio clipe já nos revela o que ela quer nos mostrar. Ela nos diz sobre uma união que não deu certo e claro, é no mar, que tudo vai melhorar.

Meu Mar – Macucos: As canções em geral da banda, sempre acaba falando da relação que eles possuem com o mar. Existem outras letras que também, falam dessa conexão.

Aqui em baixo vocês tem a Playlist completa…

Deixamos colaborativa e quem quiser pode adicionar mais músicas e ouvir sempre que quiser.

ALOHA! 🐚🌸🌊

Leggings para surfar

Que proteção no surf é importante a gente sabe. Que existem peças especiais para a nossa prática de esporte favorita, a gente também já sabe. Um exemplo disso são as  leggings para surfar que protege e trás um conforto massa!

Surf legging Palms

Mas elas podem ser suas companheiras para as mais diversas atividades. Quer saber como? VEM CÁ:

Na caminhada:

8

Na Ioga:

10

Na ginástica:

9

Na pedalada:

7

No Skate:

6

Na corrida:

5

Entre tantas outras atividades… como andar de patins, por exemplo. A comodidade e a liberdade para qualquer uma dessas ações, dentro e fora da água é delicioso. Não é?

E eu ainda tenho um grande motivo: ela se adapta ao corpo facilmente. É confortável e versátil e você pode ficar hooooras usando que não vai se sentir incomodada. 😉

Na prática de esporte: não esqueça de escolher um bom tênis e tecidos leves para um bem-estar completo.

E para todas as utilidades: é possível achar das mais floridas até as mais básicas. Vai depender do seu estilo, girl!

via GIPHY

 

 

 

Todo dia é dia de surfista!

Em homenagem ao mês internacional da mulher, a Click Board reuniu cinco meninas feras no longboard na manhã di dia 08/03/2016 em frente ao Rico Point na Praia da Macumba (RJ). Para representar e homenagear todas as surfistas brasileiras. As musas do longboard carioca Rayane Amaral, Kelly Fernandes, Robertha Mendes, Mariana Pantera e Evelyn Neves deixaram o pico muito mais florido.

Como presente, as meninas tiraram a manhã toda para se divertirem na marolas, na qual as séries chegavam ao meio metro – foi diversão garantida para todas! E, para presenteá-las neste mês exclusivo delas, nada melhor que uma session de fotos dentro d’água em parceria com o surfista profissional e fotógrafo Allan Gandra.

O clima estava super agradável, pois houve uma conexão incrível entre as surfistas, fotógrafo e natureza. Céu azul, água quente e uma manhã totalmente reservada para elas, sem crowd e o resultado disso tudo está nas fotos a seguir. Vale a pena conferir!

Por: Click Board

Fotógrafo: Allan Gandra

Contato: allangandra@yahoo.com.br / 9640-88696

 

Qual a sua base, goofy ou regular?

Olá nação do bem! 😀

Ando acompanhando aqui os comentários e dúvidas da galera que acessam nosso blog e interagem conosco nas redes sociais.. Decidimos então abordar um tema simples, mas que vale todo mundo saber o que é.

Aposto que você já deve ter escutado ou alguém perguntado pra você qual a sua base para surfar (válido também para skate, snowboard), e ficou confuso ao responder. Vamos lá:

Antes de entrar na água, há algo importante que você deva saber se é goofy ou regular. Quem começa as atividades precisa descobrir a sua base, embora exitem casos onde o surfista consegue surfar nas duas bases, a maioria das pessoas sempre tendem a ter uma perna com maior precisão para servir de base na prancha.

REGULAR

surf_regularSão os surfistas que utilizam a perna da esquerda a frente, deixando como base a perna direita.

 

GOOFY

goofy_surfSão os surfistas que utilizam a perna direita a frente, deixando como base a perna esquerda.

 

 

 

 

COMO DESCOBRIR A sua BASE

  1. Ponha na frente da base o pé que o deixa mais equilibrado, controlado e confortável. Em geral, a sua base será a mesma para todos os esportes de prancha.

  2. Deite-se de barriga no chão como você faria se estivesse numa prancha de surf, colocando suas mãos sob seus ombros como se fosse fazer uma flexão, em seguida, levante-se rapidamente ficando numa posição de surf ou com as pernas um pouco abertas e flexionadas. Primeiro tente ficar numa dessas posições com o pé esquerdo na frente e, em seguida, com o direito. Seja qual for o lado que você se sente melhor, sem dúvida ele é o certo no seu caso.

  3. Peça a alguém para empurrá-lo por trás sem que você perceba. Observe qual dos seus pés será colocado na frente para que o equilíbrio do corpo seja restabelecido. Provavelmente, o pé que se apoiar primeiro é o que ficará na frente quando você estiver surfando ou andando de skate.

    Esperamos ter ajudado com a sua dúvida.

    Escreva pra gente: contato@hinaloha.com

    ALOHA!

Maiô, cropped e topzinho para o surf

Pessoal, tranquilo?

Hoje trataremos de um assunto que muito interessa a grande parte da audiência de nosso blog.

Você garota exxxperta que possui grande relação com o mar atrelado à algum esporte super bacanudo. Já deve ter procurado algo super funcional para você pegar suas ondas. Não? Então vamos partir para alguns processos que precisamos pensar…

 

  1. Com que roupa eu vou?

Primeiramente entendemos que, pegar onda (seja lá como) não dá para ser uma tarefa a ser executada de biquini, ainda mais se você curte um biquini mais cavado. Aí, vendo algumas de nossas ídalas do mar, podemos identificar algumas possibilidades na busca do wetsuit perfeito. Entenda:

Long john – em sua maioria, são peças inteiriças para proteger o corpo por completo. Geralmente são de neoprene (material emborrachado) com maior espessura para a proteção do frio.

Short john – peças em neoprene também entretanto com as pernas em formato de shorts (em algumas variações os braços podem ser de manga curta e até mesmo regata).

Maiô – geralmente são peças de lycra, mas às vezes pode ser de neoprene também. Um pouco mais cavado, pode ser em formato de regata ou então de manga longa (soy suspeita pra falar; mas muito amor pelas peças de manga longa, pois protegem do sol também).

Claudinha Gonçalves, veste maiô manga longa de lycra Seaster Sunset Ocean

Camiseta – peças de manga curta ou longa, podem ser de neoprene e lycra.

Jaqueta – assim como o nome já diz, são como camisetas de manga longa, mas com zíper frontal. Podem ser de neoprene, neoprene-malha ou lycra.

 

Jaqueta neoprene-malha Sal Store Wind and Sea.

Top – há quem prefira peças menores. São peças mais parecidas com a parte de cima do biquini (frente única, trançado, amarrado, anyway). Geralmente  são peças de lycra, mas há marcas que trabalham com neoprene também.

Top Seaster para surfar

Top Seaster para surfar

Cropped – peças geralmente de lycra. Pode ser regata, manga curta ou manga longa (meu preferidos). Por ser tendência de moda nesse verão,  acaba se tornando uma peça super multi-uso dentro e fora da água.

Conjunto cropped manga longa e tanga Sal Store Capsule Collection.

Sunguete, sunquini, hot pant – peças em lycra ou neoprene, para serem utilizadas na parte inferior. São as calcinhas de biquini retrô, também tendência de verão. Pode ser utilizado por cima de peças menores de biquini.

Conjunto Cropped e Sunguete

Conjunto Cropped e Sunguete

 

2. Mas funciona?

Meo Deos! E agora?

Entenda o que você precisa garota! Entendo que a peça precisa vestir bem e ser bonita SIM, mas é necessário que ela tenha uma função e que atenda a sua necessidade. A minha no caso era não queimar os bracinhos e da exposição indevida do corpo (rssss).

 

3. ok, mas e…??

Em sua grande maioria, as peças de neoprene não são baratas, principalmente porque são as grandes super marcas que vendem, estas, por sua vez você encontrará em surfshops ou lojas especializadas.

Há muitas garotas de talento que fazem peças exclusivas, com materiais de responsa e qualidade. Dependendo da sua necessidade conseguem atendê-las com facilidade.

Para tirar a provas dos nove, dá uma chegada na nossa loja. Você poderá conferir algumas peças da nossa parceira Tati da Mata com a sua marca que deixa os oceanos mais coloridos, a Sicrupt. Peças pensadas em mulheres de formas reais e de filosofia livre, feitas com carinho em todos os detalhes.

Boa queda!

Esperamos ter ajudado em sua escolha.

ALOHA!