Maya Gabeira pode entrar para o Guinness!

Big rider carioca Maya Gabeira aproveita swell épico de 80 pés (24 metros) e consegue completar o que pode ter sido a maior onda surfada por uma mulher. Surfista aguarda medição oficial da WSL.

Maya Gabeira pode ser a primeira surfista do sexo feminino a entrar para o Guinness Book, o livro dos recordes. Na última quinta-feira, a carioca surfou a melhor onda da sua vida na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal, no mesmo lugar onde sofreu um grave acidente em 2013. Aproveitando um swell épico de 80 pés (pouco mais de 24 metros), Maya completou uma perigosa onda de esquerda, auxiliada pelo surfista franco-brasileiro Eric Ribiere, que foi quem a tirou da onda. A big rider brasileira vai dar entrada na medição da sua onda na WSL Big Wave Awards. A partir de então, a marca será enviada ao Guinness.


📸 Maya Gabeira durante a sua onda gigante em Nazaré (Foto: Bruno Aleixo/Divulgação)

Até o momento o recorde de maior onda surfada no mundo pertence ao americano Garrett McNamara, que surfou uma bomba de 23.8 metros na mesma Nazaré em 2011. A intenção de Maya é inaugurar a categoria feminina de maior onda surfada do Guinness Book.

– Foi uma sensação incrível, porque a onda que eu peguei em novembro eu não consegui completar, então sofri um p… caldo. Fiz vários ajustes, troquei de prancha e criei esse desafio de completar essa onda gigante. Quando saí do canal fui buscada pelo Eric (Ribiere) e nem ele acreditou que eu fiz a onda. Foi bem legal e super emocionante, mesmo porque tinham várias pessoas que eu admiro na água. A comemoração foi grande – disse Maya.

Morando em Nazaré desde o segundo semestre do ano passado – ela passa cinco meses do ano na costa portuguesa -, Maya revelou que ficou cerca de 4h na água para conseguir surfar a melhor onda da sua vida. Emocionada com o feito, ela dividiu os méritos da marca com o companheiro Eric Ribiere.

– Eu estava super ansiosa, porque esperei esse swell a semana toda, e nós sabíamos que seria um swell gigante. Eu ainda não tinha performado desde o meu acidente, então estava ansiosa e bem tensa. Foram 4h na água para eu achar essa esquerda. Tinha pego uma direita antes, mas não foi nada demais. E estava super frio esse dia, então foi uma luta e uma perseverança mais do Eric. Nós fomos muito guerreiros e conseguimos achar. Valeu e muito – comentou.

Além de Maya Gabeira, nomes conhecidos do surfe de ondas gigantes como Ross Clarke-Jones, Sebastian Steudtner e Benjamin Sanchis também estiveram nas águas da Praia do Norte na última quinta, aproveitando o swell épico de 80 pés. Maya segue em Nazaré até março.

Fonte: Globo Esporte

Do que é feito a parafina de surf

Olá nação, muitas ondas?!

Hoje vamos falar de um personagem importantíssimo para quem está sempre com a sua prancha. Você sabe do que é feito a parafina de surf? Queremos te explicar um pouquinho de algumas coisinhas que vale você saber

Mas bora ao que interessa e vamos aprender um pouco mais sobre a nossa parceira de quedas:

Parafina e o surf:

– Função: dar aderência à prancha.

– Composição: constituída por carbono e hidrogênio.

– De onde vem: derivada do petróleo

– Utilidades: pranchas de surf, velas, cosméticos, adesivos, giz de cera etc

– Características:  aparência de cera, sem odor; gosto, e com uma cor naturalmente branca.

Parafina e a água:

No surf há uma variedade de parafinas, que são utilizadas em lugares com temperaturas diferentes. Isto é um ponto importante na hora de escolher a sua, pois há uma diferença em cada uma delas:

Água quente – Mais de 24º C 

Para lugares onde é ~verão~ o ano inteiro, essa parafina, encaixa-se perfeitamente. Por exemplo: o nordeste.

Água Morna – 19º a 23º C

Pode ser utilizada em diversas regiões, onde não há muita variação de temperatura da água, pois esse material é mais versátil.

Água fria – 10º a 15º C

Utilizada geralmente no sul do Brasil.

E porque essa diferença? A diferença é justamente para a sua parafina ter adequação em cada ambiente, pois, não é recomendável utilizar uma parafina de água frita, em uma água quente, pois, com o tempo dentro da água,  e com a atividade, o material acaba derretendo muito antes do previsto.

E se for ao contrário? A placa endurece na hora da aplicação e a acaba dificultado a adesão do material, que por muitas vezes acaba nem ocorrendo.

Atente-se à isso quando for escolher a sua.

 

Aloha!  Surfer on Facebook Messenger

Heranças do Havaí: surf e o abacaxi

Olá, como está o verão de vocês?

Você sabe a verdadeira ligação entre o surf e o abacaxi e porque eles fazem tanto sucesso até hoje? Vou resumir para ficar mais fácil:  A fruta tem uma ligação forte com o estado do surf desde 1899, o visionário James Dole chegou por lá e comprou um terreno em Wahiawa  e construiu a sua fábrica que atualmente se chama Doole Food Company.  Mas não é só isso, com toda a expansão na época, ele precisou comprar uma ilha que fica em Lanai, e construiu a maior ilha de abacaxi do mundo.

Mesmo o Hawaii sendo o rei do abacaxi, a verdadeira origem seria da América do Sul, pois há uma lenda que os nascidos por lá teriam espalhado pelo continente…será? Não sabemos. Mas a verdade é que a fruta fez história mesmo, no Oceano Pacífico, desde 1930. E os Havaí anos agradecem!

–  Agora que compreendemos um pouquinho dessa história, vamos ao que interessa…

 

O abacaxi ganhou espaço em outros lugares, entrou para o mundo da moda, e faz sucesso em diversas estampas por aí… De almofadas para decoração até sapatilhas para as ruas de São Paulo.

Além do abacaxi, existem outras frutas que entraram para o tropicalismo da moda: Banana, melancia, limão etc…Mas para nós o fruto é uma tendência antiga do mundo do surf.

E vocês gostam dele?

Separamos algumas opções para inspiração para os looks do verão.  ENJOY girls: 

 

Al🍍ha!

Claudinha Gonçalves, pela revista TRIP

A free surf paulista de 31 anos, Claudinha Gonçalves foi capa da última edição de outubro de 2016 da Revista TRIP. Você viu?

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

A surfista que se dedicou a vida ao surf, hoje quer ajudar e incentivar mais mulheres nesse esporte a alcançar seus objetivos como atletas.

Natural de São Paulo, se criou desde pequena em um paraíso, a praia do Francês (AL), seguiu os passos  de seu pai, também surfista, ex piloto de avião que passou a dedicar-se sua pousada em Maceió.

Quando garota, com 14 anos passou a competir. Se inscreveu no primeiro campeonato de garotas no Guarujá (aproveitando que passava férias na casa da sua avó). A partir de então, passou a dedicar-se ao surf (sem desviar-se dos estudos, essa era uma condição imposta pela família), e com foco no surf profissional sua rotina era baseada em exercícios e condicionamento físico até os 17 anos.

Ganhou o mundo surfando e competindo.

E, por várias vezes chegou a chave de acesso da liga feminina da WSL.

Chegou a estrear programas no canal Multishow falando de sua rotina e estilo de vida.

Devido a sua grande exposição, começou a escutar que as oportunidades começaram a existir por sua beleza, co isso começou a se fechar, em busca de respeito e inserção no contexto por ser quem ela realmente era.

“Eu me visto de protetor solar e água.” 

 Linda, solteira e super confiante, a ex noiva do campeão mundial Mineirinho, afirma estar em uma fase que precisa estar sozinha.

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

Hoje, com uma visão um pouco diferente sobre o cenário, enxerga o surf como estilo de vida, e que levará isso como essência.

“Fiquei a vida toda correndo atrás de um título. Eu parecia um robô. Hoje, enxergo o surf além de uma competição.”

 

Atualmente, dona de sua própria produtora, Claudinha atualmente apresenta dois programas no canal: Por elas e No meu lugar. Um terceiro, programado para estrear em janeiro de 2017, chamado Colônia de férias, vai mostrar as seis melhores surfistas sub-16 do Brasil em um surf camp no Panamá. “É parte de um projeto que estou criando para formar uma base de surf feminino no país e retomar a modalidade que está completamente abandonada por aqui. Quero dar uma oportunidade para essa nova geração e retribuir tudo o que o esporte me deu. É um dos meus maiores sonhos.”

Como planos, em Dezembro está indo para o Hawaii para praticar para o circuito feminino de ondas grandes da WSL (que começa em 2017) e ano ano que vem, planeja ir a busca de três ondas na África, que nunca foram surfadas por mulheres.

Você pode saber mais sobre Claudinha Gonçalves, e outras 4 top surfistas brasileiras  na matéria do portal Do Surf.

 

Artigo: http://revistatrip.uol.com.br/trip/fotos-do-ensaio-com-a-trip-girl-claudinha-goncalves-surfista-e-apresentadora

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

Música e o mar

Música todo mundo gosta…mas e se juntarmos a música e mar? Acho que vocês vão gostar um pouco mais.

Separamos uma playlist que vocês vão se identificar e vão ouvir muito sobre o elo com o mar e sentir a vibe que te faça lembrar os seus dias de freesurfer, por que não? Então vem cá e acompanha essa série com a gente:

Reggae do Porto – Saulo Fernandes: Essa música é em homenagem ao Porto da Barra (Salvador – BA), o lugar é tão lindo que as pessoas ficam lá só contemplando o por do sol .

Mar do Meu Mundo – Maneva: A letra chama a atenção, pelo enredo, revelando todas as características em uma ligação muito forte com o mar.

Eu sou do Mar – Armandinho: Seguindo o mesmo contexto da música anterior, nesta letra conta-se de como o mar é importante, independente de qualquer coisa.

Dia de Furar Onda no Mar – Lucas Santtana: Eu adoro essa música, ela fala da simplicidade de poder brincar no mar. Tem uma levada gostosa de ouvir e conta essa espontaneidade do mar, nos recordando a infância.

Olhos Verdes – Vibrações:  A música e o próprio clipe já nos revela o que ela quer nos mostrar. Ela nos diz sobre uma união que não deu certo e claro, é no mar, que tudo vai melhorar.

Meu Mar – Macucos: As canções em geral da banda, sempre acaba falando da relação que eles possuem com o mar. Existem outras letras que também, falam dessa conexão.

Aqui em baixo vocês tem a Playlist completa…

Deixamos colaborativa e quem quiser pode adicionar mais músicas e ouvir sempre que quiser.

ALOHA! 🐚🌸🌊

Leggings para surfar

Que proteção no surf é importante a gente sabe. Que existem peças especiais para a nossa prática de esporte favorita, a gente também já sabe. Um exemplo disso são as  leggings para surfar que protege e trás um conforto massa!

Surf legging Palms

Mas elas podem ser suas companheiras para as mais diversas atividades. Quer saber como? VEM CÁ:

Na caminhada:

8

Na Ioga:

10

Na ginástica:

9

Na pedalada:

7

No Skate:

6

Na corrida:

5

Entre tantas outras atividades… como andar de patins, por exemplo. A comodidade e a liberdade para qualquer uma dessas ações, dentro e fora da água é delicioso. Não é?

E eu ainda tenho um grande motivo: ela se adapta ao corpo facilmente. É confortável e versátil e você pode ficar hooooras usando que não vai se sentir incomodada. 😉

Na prática de esporte: não esqueça de escolher um bom tênis e tecidos leves para um bem-estar completo.

E para todas as utilidades: é possível achar das mais floridas até as mais básicas. Vai depender do seu estilo, girl!

via GIPHY

 

 

 

Todo dia é dia de surfista!

Em homenagem ao mês internacional da mulher, a Click Board reuniu cinco meninas feras no longboard na manhã di dia 08/03/2016 em frente ao Rico Point na Praia da Macumba (RJ). Para representar e homenagear todas as surfistas brasileiras. As musas do longboard carioca Rayane Amaral, Kelly Fernandes, Robertha Mendes, Mariana Pantera e Evelyn Neves deixaram o pico muito mais florido.

Como presente, as meninas tiraram a manhã toda para se divertirem na marolas, na qual as séries chegavam ao meio metro – foi diversão garantida para todas! E, para presenteá-las neste mês exclusivo delas, nada melhor que uma session de fotos dentro d’água em parceria com o surfista profissional e fotógrafo Allan Gandra.

O clima estava super agradável, pois houve uma conexão incrível entre as surfistas, fotógrafo e natureza. Céu azul, água quente e uma manhã totalmente reservada para elas, sem crowd e o resultado disso tudo está nas fotos a seguir. Vale a pena conferir!

Por: Click Board

Fotógrafo: Allan Gandra

Contato: allangandra@yahoo.com.br / 9640-88696

 

Maiô, cropped e topzinho para o surf

Pessoal, tranquilo?

Hoje trataremos de um assunto que muito interessa a grande parte da audiência de nosso blog.

Você garota exxxperta que possui grande relação com o mar atrelado à algum esporte super bacanudo. Já deve ter procurado algo super funcional para você pegar suas ondas. Não? Então vamos partir para alguns processos que precisamos pensar…

 

  1. Com que roupa eu vou?

Primeiramente entendemos que, pegar onda (seja lá como) não dá para ser uma tarefa a ser executada de biquini, ainda mais se você curte um biquini mais cavado. Aí, vendo algumas de nossas ídalas do mar, podemos identificar algumas possibilidades na busca do wetsuit perfeito. Entenda:

Long john – em sua maioria, são peças inteiriças para proteger o corpo por completo. Geralmente são de neoprene (material emborrachado) com maior espessura para a proteção do frio.

Short john – peças em neoprene também entretanto com as pernas em formato de shorts (em algumas variações os braços podem ser de manga curta e até mesmo regata).

Maiô – geralmente são peças de lycra, mas às vezes pode ser de neoprene também. Um pouco mais cavado, pode ser em formato de regata ou então de manga longa (soy suspeita pra falar; mas muito amor pelas peças de manga longa, pois protegem do sol também).

Claudinha Gonçalves, veste maiô manga longa de lycra Seaster Sunset Ocean

Camiseta – peças de manga curta ou longa, podem ser de neoprene e lycra.

Jaqueta – assim como o nome já diz, são como camisetas de manga longa, mas com zíper frontal. Podem ser de neoprene, neoprene-malha ou lycra.

 

Jaqueta neoprene-malha Sal Store Wind and Sea.

Top – há quem prefira peças menores. São peças mais parecidas com a parte de cima do biquini (frente única, trançado, amarrado, anyway). Geralmente  são peças de lycra, mas há marcas que trabalham com neoprene também.

Top Seaster para surfar

Top Seaster para surfar

Cropped – peças geralmente de lycra. Pode ser regata, manga curta ou manga longa (meu preferidos). Por ser tendência de moda nesse verão,  acaba se tornando uma peça super multi-uso dentro e fora da água.

Conjunto cropped manga longa e tanga Sal Store Capsule Collection.

Sunguete, sunquini, hot pant – peças em lycra ou neoprene, para serem utilizadas na parte inferior. São as calcinhas de biquini retrô, também tendência de verão. Pode ser utilizado por cima de peças menores de biquini.

Conjunto Cropped e Sunguete

Conjunto Cropped e Sunguete

 

2. Mas funciona?

Meo Deos! E agora?

Entenda o que você precisa garota! Entendo que a peça precisa vestir bem e ser bonita SIM, mas é necessário que ela tenha uma função e que atenda a sua necessidade. A minha no caso era não queimar os bracinhos e da exposição indevida do corpo (rssss).

 

3. ok, mas e…??

Em sua grande maioria, as peças de neoprene não são baratas, principalmente porque são as grandes super marcas que vendem, estas, por sua vez você encontrará em surfshops ou lojas especializadas.

Há muitas garotas de talento que fazem peças exclusivas, com materiais de responsa e qualidade. Dependendo da sua necessidade conseguem atendê-las com facilidade.

Para tirar a provas dos nove, dá uma chegada na nossa loja. Você poderá conferir algumas peças da nossa parceira Tati da Mata com a sua marca que deixa os oceanos mais coloridos, a Sicrupt. Peças pensadas em mulheres de formas reais e de filosofia livre, feitas com carinho em todos os detalhes.

Boa queda!

Esperamos ter ajudado em sua escolha.

ALOHA!