Porto Alegre ao Kauai: Tatiana Weston Webb.

Al🌸ha sereias!

Há muitas surfistas talentosas e persistentes nos mares a fora, o blog Do Surf nos conta um pouco quem são elas, vale a pena conferir lá e conhecer sobre uma delas aqui:

 

Tatiana Weston-Webb

Porto Alegre, RS, Brasil

Nacionalidade, Havaiana

9 de Maio de 1996

1,70m        56kg

twitter @tatiwest

facebook-logo  /Tatiana Weston-Webb

active-instagram-3-icon  @tatiwest

Patrocínio: Body Glove

Divulgação: Páginal Oficial

A surfista Tatiana Weston-Webb nasceu no Brasil, e logo se mudou para o Havaí,  já aos 8 anos iniciou as suas atividades no surf, aos 13 anos conquistou seu primeiro título no esporte tornando-se campeã nacional dos EUA.

Divulgação: Página Oficial

O surf está no sangue da garota, sua mãe ex bodyboarder Tanira Guimarães, seu pai Dounag Weston-Webb surfista inglês criado nos EUA e seu irmão, Troy, três anos mais velho – FreeSurfer.

 

SURF:

Sua trajetória começou na infância e logo trouxe conquistas que deixam os pais orgulhosos. Já aos 16 anos consagrou-se  como treta-campeã nos Estados Unidos. Dos EUA a loirinha foi para a França  e tornou-se vice-campeã em sua primeira participação na elite, em Hossegor.

As conquistas só aumentaram pra Tatiana Weston-Webb , em 2015 ela levou o WQS, se consagrando para o  Circuito Mundial de Surfe.

Divulgação: Página Oficial

Divulgação: Canal OFF

Atualmente ela apresenta um programa no canal OFF  que está na segunda temporada. O programa começou em 2015 quando ela estreava na disputa para o campeonato mundial  e foram 13 episódios acompanhando a rotina da jovem surfista nesta primeira fase. No presente já foram 3 episódios exibidos .

Os episódios vão ao ar, toda segunda-feira às 22 horas no canal. Vale a pena conferir!

© Brent Bielmann/Body Glove

 

Fontes: Wikipédia, Body Glove, Canal OFF.

Inauguração do Instituto Gabriel Medina é hoje.

Chegou o grande dia! O Instituto Gabriel Medina será inaugurado hoje, na praia de Maresias. E para comemorar, a instituição traz shows de grandes nomes da música nacional para o público, na praia, em frente ao Instituto, que fica na Avenida Doutor Francisco Loup, 890.

A partir das 16 horas, Tiaguinho entra no palco para agitar a galera. Na sequência o som fica por conta do rap de Gabriel O Pensador e o sertanejo-pop de Bruninho & Davi encerram a apresentação. “Como não podemos receber todos interessados na nossa sede, vamos promover os shows como forma de retribuir o carinho do público”, explicou a presidente do instituto, Simone Medina.

A abertura oficial será realizada às 15 horas, quando Gabriel Medina e sua família receberão os patrocinadores para apresentar a estrutura criada para a nova geração do surfe. Com investimento de aproximadamente R$3 milhões, a organização receberá inicialmente 38 jovens atletas para o treinamento de surf, além de aulas de idiomas, tecnologia, palestras e atendimento médico.

“Estou bem animado. O Instituto ficou lindo, tem uma grande estrutura e vou tentar ao máximo estar presente, treinando junto com a molecada, tentando interagir de alguma forma. Temos uma equipe muito boa e esse é um sonho se realizando”, comentou Gabriel, repetindo o discurso que seu pai, Charles Saldanha, deu recentemente.

Sobre a estrutura

O objetivo do Instituto Gabriel Medina é oferecer aos jovens talentos dos dez aos 16 anos a mesma estrutura de preparação física e técnica que hoje o campeão do mundo utiliza. Mais do que isso, aulas de idiomas e de tecnologia, apneia, palestras, bem como atendimento médico e de saúde bucal, garantindo uma ação completa.

A sede conta com 336m², de frente para o mar, na praia de Maresias, em São Sebastião. Está localizada em um espaço estrategicamente escolhido por Medina. O espaço fica onde o ídolo do surf aprendeu a pegar ondas.

A estrutura conta com sala de aula, para oferecer aprendizado em tecnologia, inclusive a edição de vídeos. Piscina, para natação e apneia, sala de musculação, e até mesmo cama elástica para treinamentos de aéreos. Há, também, um palanque para treinos nas ondas, simulação de baterias e um acervo das conquistas de Medina.

Na parte administrativa, Simone Medina, mãe do campeão do mundo, é a presidente do Instituto, enquanto Charles Saldanha, padrasto e treinador de Gabriel, é o vice-presidente e responsável pela supervisão técnica.

“Queremos garantir que os jovens conheçam os inúmeros benefícios do esporte em suas vidas, ensinando disciplina, trabalho em equipe, respeito à hierarquia, lidar com vitórias e derrotas, traçar metas, alcançar os sonhos, vencer obstáculos, entre outras coisas presentes na rotina de todo cidadão”, finalizou Simone.

Fonte: Maresias.com.br

Wakeabord e as Mulheres: Vem ver

Whats Up, girls!

Vocês conhecem o Wakeboard? Já ouviram falar? Vamos apresentar um  estilo mais radical de esporte aquático que vem conquistando muita gente, inclusive as mulheres.

Antes das nossas dicas sobre o esporte, o blog do surf nos mostra também que dá pra se jogar em várias práticas na água. <3

 

WAKdEABORD:

Um esporte (radical) aquático. Nele está envolvido a prancha, um barco, um cabo e um manete.

Nos Estados Unidos em 1979 já se falava dessa novidade, pois faltava uma alternativa nos dias de poucas ondas para os surfista, e foi aí que surgiu o ‘WAKE’. O esporte manifestou-se especificamente na década de 80, por aqui no Brasil.

 “Em 1984, um surfista de San Diego chamado Tonny Finn desenvolveu o Skurfer – um híbrido de esqui-aquático e prancha de surf. Foi o primeiro shape de prancha desenvolvido especificamente para a hidrodinâmica de ser puxado por um barco ao invés de ser empurrado por uma onda. A prancha possuía as características de uma prancha de surf, porém menor e mais estreita e com fundo do esqui slalom (côncavo), e grande flutuação.”  (Associação Brasileira de Wakeboard)

Por que eu disse que ele é mais radical, pois para a pratica é necessário o uso de alguns equipamentos de maior segurança que dividi-se em 4 partes:

  • Lancha
  • Prancha com botas
wakeabord-e-as-mulheres-1

Imagem Google

 

 

 

 

 

 

 

  • Colete salva-vidas
  • Cabo e Manete

Onde praticar: 

  • Represas
  • Lagos
  • Canais
  • Mares

Fun Wake Park da Estância Alto da Serra

Mas lembre-se: Os mares são recomendados desde que não haja muita onda. Pois o essencial são lugares ‘abrigados’ ao vento com a água mais lisa. Onde você mora deve ter algum lugar do tipo, por perto.

Teca Lobato – 8 vezes campeã brasileira de wakeboard.

Se interessou e quer conhecer mais sobre o esporte no universo feminino? Temos uma dica para vocês: a Sheriders:

Um mini making off dos nossos vídeos!! 💜👯👯👯 💡+💜

A post shared by She💜Riders (@sheriders) on

 

O grupo surgiu de repente e hoje elas levantam a bandeira do esporte no Brasil e possuem uma página no Facebook, um perfil no Instagram e uma conta no VIMEO.

Tudo começou quando elas iam só acompanhar seus namorados e se interessaram pelos WAKE, e aí nasceu a ideia de um grupo e  desde então as meninas começaram a se reunir ~sozinhas~ e não pararam mais.

O principal lema é: divulgar, ajudar e incentivar o wakeboard feminino. Legal né? Sempre que quiserem saber as novidades, já sabem onde podem encontrar.

 

Do que é feito a parafina de surf

Olá nação, muitas ondas?!

Hoje vamos falar de um personagem importantíssimo para quem está sempre com a sua prancha. Você sabe do que é feito a parafina de surf? Queremos te explicar um pouquinho de algumas coisinhas que vale você saber

Mas bora ao que interessa e vamos aprender um pouco mais sobre a nossa parceira de quedas:

Parafina e o surf:

– Função: dar aderência à prancha.

– Composição: constituída por carbono e hidrogênio.

– De onde vem: derivada do petróleo

– Utilidades: pranchas de surf, velas, cosméticos, adesivos, giz de cera etc

– Características:  aparência de cera, sem odor; gosto, e com uma cor naturalmente branca.

Parafina e a água:

No surf há uma variedade de parafinas, que são utilizadas em lugares com temperaturas diferentes. Isto é um ponto importante na hora de escolher a sua, pois há uma diferença em cada uma delas:

Água quente – Mais de 24º C 

Para lugares onde é ~verão~ o ano inteiro, essa parafina, encaixa-se perfeitamente. Por exemplo: o nordeste.

Água Morna – 19º a 23º C

Pode ser utilizada em diversas regiões, onde não há muita variação de temperatura da água, pois esse material é mais versátil.

Água fria – 10º a 15º C

Utilizada geralmente no sul do Brasil.

E porque essa diferença? A diferença é justamente para a sua parafina ter adequação em cada ambiente, pois, não é recomendável utilizar uma parafina de água frita, em uma água quente, pois, com o tempo dentro da água,  e com a atividade, o material acaba derretendo muito antes do previsto.

E se for ao contrário? A placa endurece na hora da aplicação e a acaba dificultado a adesão do material, que por muitas vezes acaba nem ocorrendo.

Atente-se à isso quando for escolher a sua.

 

Aloha!  Surfer on Facebook Messenger

Heranças do Havaí: surf e o abacaxi

Olá, como está o verão de vocês?

Você sabe a verdadeira ligação entre o surf e o abacaxi e porque eles fazem tanto sucesso até hoje? Vou resumir para ficar mais fácil:  A fruta tem uma ligação forte com o estado do surf desde 1899, o visionário James Dole chegou por lá e comprou um terreno em Wahiawa  e construiu a sua fábrica que atualmente se chama Doole Food Company.  Mas não é só isso, com toda a expansão na época, ele precisou comprar uma ilha que fica em Lanai, e construiu a maior ilha de abacaxi do mundo.

Mesmo o Hawaii sendo o rei do abacaxi, a verdadeira origem seria da América do Sul, pois há uma lenda que os nascidos por lá teriam espalhado pelo continente…será? Não sabemos. Mas a verdade é que a fruta fez história mesmo, no Oceano Pacífico, desde 1930. E os Havaí anos agradecem!

–  Agora que compreendemos um pouquinho dessa história, vamos ao que interessa…

 

O abacaxi ganhou espaço em outros lugares, entrou para o mundo da moda, e faz sucesso em diversas estampas por aí… De almofadas para decoração até sapatilhas para as ruas de São Paulo.

Além do abacaxi, existem outras frutas que entraram para o tropicalismo da moda: Banana, melancia, limão etc…Mas para nós o fruto é uma tendência antiga do mundo do surf.

E vocês gostam dele?

Separamos algumas opções para inspiração para os looks do verão.  ENJOY girls: 

 

Al🍍ha!

A pedida do verão: stand up paddle.

E aí galera, muito surf?

O verão está chegando e com ele a vontade de praticar coisas novas também, poderíamos ficar aqui falando de váááárias atividades, mas há uma em especial e no mar, que qualquer um pode fazer: O stand up paddle, conhecido também como SUP .

É uma atividade mais simples em cima da prancha, pois não exige tanto esforço, e qualquer um pode praticar. É perfeita para quem curte uma vibe mais zen. Além de ser uma delícia e a gente adora!

O blog DO SURF tem diversas dicas para quem está começando ou para quem queira se ~aprofundar~ um pouco no esporte.

O MAIS ATRAENTE DO SUP É QUE EXISTEM DIVERSOS LUGARES EM SÃO PAULO BEM ACESSÍVEIS, COM INSTRUTORES E EQUIPAMENTOS QUE PODEM SER SEU PONTA PÉ INICIAL PARA O ESPORTE.

Aqui, nós separamos alguns lugares que você pode praticar, vem ver:

GUARAPIRANGA:

stand_up_paddle_-guarapiranga

 

Tempo Wind Clube

Clube Team Brazil

Yacht Club Santo Amaro

BILLINS:

Mau Loa SUP

Espaço Surf Allmada

Espaço Surf Allmada

Parque Estoril

MAIRIPORÃ:

stand_up_paddle_mairipora

 

Refúgio Cheiro do Mato

Há inúmeras praias pra você praticar o stand up no Brasil.

RAIA OLÍMPICA DA USP

Aqui você consegue praticar e não precisa nem enfrentar o trânsito da cidade. A localização é de fácil acesso, pertinho do metrô Butantã, zona oeste. A raia possui mais de 2km de extensão e todos os equipamentos você encontra lá. O local também oferece outras atividades como remo canoagem.

PRAIAS:

  • Praia de Copacabana –RJ
  • Praia de Morrinhos –SC
  • Praia dos Carneiros – PE
Foto - Portal dos Carneiros

Foto – Portal dos Carneiros

 

 

 

 

 

 

  • Ponta da Praia SP e muito mais!

stand-up-paddle-02

As praias também são umas das mais procuradas pelos frequentadores e turistas, quando visitar alguma, informe-se sobre alugueis de prancha de stand up paddle. Com certeza sempre tem alguma perto de você.
Boa prática guys!

 

 

Long sweet Board

Olá surfers!

Para os amantes de pranchas, pranchinhas e pranchetas, vamos a mais informações sobre os tipos de boards, no que se diferenciam e no que influenciam em desempenho e estilo/perfil de surf.

Se resgatarmos na história, evoluímos muito em materiais e equipamento, exercícios para condicionamento etc, para o melhor aproveitamento de atletas (profissionais ou amadores). Mas tem coisas que não mudam, pelo contrário. Há estilos que mantêm-se vivos, como os clássicos longboards.

HISTORIA

As primeiras pranchas de espuma e fibra de vidro, foram construídas no final da década de 50, na Califórnia.

Essas pranchas eram usadas em locais como Rincon-Delmar, Redondo, Winlansea, Trestles e Malibu e, por algum motivo desconhecido, esta última deu o nome as pranchas.

Nos anos 60 os californianos eram mestre no uso dessas pranchas, nomes como Mickey “Mr. Malibu” Dora, foi um dos primeiros atletas a incentivar a cultura do surfe durante as décadas de 50 e 60 e sua fama de rebelde e carisma lhe renderam apelidos como “Da Cat” (o gato) e “King of Malibu” (rei de Malibu). Foi a época que surf era a graciosa arte de passear a prancha, onde o cutback era a maior manobra.

A medida que o surf evoluiu a pranchas se tornaram menores e o surf malibu foi desaparecendo gradualmente. Durante quase vinte anos a técnica original só pode ser vista na Califórnia, onde os surfistas dos velhos tempos ainda usam Malibu.

Em dado momento do início da década de 80, em Byron Bay, na Austrália houve um retorno daquele que se concretizou como estilo Malibu, atualmente conhecido como “longboard”, assim não demorou muito até os fabricantes voltarem a produzir o estilo clássico.

Alguns defendem que “quanto mais clássico melhor”, um desses é  Joel Tudor, longboarder clássico, treinado por uma lenda do surf Nat Young onde aprendeu a essência do surf.

Joel Tudor longboarder

Joel Tudor

“Joel Tudor é o mais clássico de todos. Em condições de mar pequeno ele é quase imbatível.” Disse Augusto César Saldanha, surfista profissional do WLT (World Longboard Tour – Atual elite do longboard profissional – ASP)

 

TIPO DE PRANCHA

noserider-produktbild

São as famosas pranchas grandes, com tamanho a partir de 9”. Eram as mais usadas até a década de 70. São boas para iniciantes, sendo também usadas por profissionais, principalmente os das antigas e os experientes.

Para quem está começando o longboard é uma das melhores alternativas para pegar intimidade com a prancha e o mar.

Por ela ser mais longa e larga, possibilitando melhor flutuação, auxilia quem está a prendendo a ficar em pé, e controlar o equilíbrio e o controle.

 

ESTILO

Surf com manobras mais suaves, e que possibilitam caminhadas até o bico. Com alguns modelos se é possível fazer manobras como rasgadas e batidas, entretanto há quem prefira o estilo clássico.

Uma de nossas queridinhas inspiradoras estão a Kelia Moniz e a brasileira Chloé Calmon.

My #SUMMERSun @roxy || @tyhaft Full link in B I O

A video posted by Kelia Moniz (@keliamoniz) on

 

Sou muito suspeita pra falar, mas essa categoria no surf me encanta muito..

Mesmo começando com minha fun… (já estou escolhendo um longboard)

ALOHA!

1° Encontro das Longboard Surf Girls

No último fim de semana, aconteceu o evento organizado pela longboard Kelly Fernandes.

O evento rolou em clima de muita descontração ao som da banda Mr Pipe, no quiosque Marimar – Recreio dos Bandeirantes Posto 11, onde pode reunir grande parte das meninas cariocas que surfam de longboard.

No dia do evento, rolou uma grande surpresa para as meninas do grupo, que foi a entrega de troféu e premiação, pois no decorrer do mês antecedendo o dia do  evento, as meninas estavam sendo avaliadas pelo Longboard profissional e técnico Allan Gandra onde junto com o também longboard Rafael Carvalho, puderam avaliar cada onda surfada e decidir nos mínimos detalhes as 6 finalistas de cada categoria, os troféus foram entregues pelo longboard profissional Caio Teixeira que prestigiou as meninas do grupo, tivemos duas presenças ilustres também que foi o carioca Marcelo Freitastricampeão mundial de longboard no ISA Games, que deu uma palavra de incentivo e apoio ao longboard feminino, e o também carioca Phil Rajzmancampeão mundial de longboard ASP 2007.

Não foram só as finalistas que foram presenteadas, a organizadora Kelly Fernandes teve todo o cuidado e carinho de presentear todas as meninas do grupo que estiveram presentes, além de receberem os kits, tiveram sorteios das marcas patrocinadoras.

O resultado das finalistas ficou assim:

Maior Onda Surfada: Roberta Mendes

NoseRider: Jasmim Avelino

Maior N° de Ondas surfadas: Fabiana da Silva Jaccoud 

WipeOut: Eliane Cordeiro

Onda Mais Longa: Caroline Garcez

Drop Radical: Marcela Soares

O movimento L.S.G (Longboard Surf Girls), tem o intuito de reunir não só meninas do Rio de Janeiro, mais de todo o Brasil como já vem acontecendo, pois já tem meninas participantes do grupo que são de Santa Catarina, João Pessoa, SP – Ubatuba – Maresias e Santos.

Agradecimento aos apoiadores técnicos: Allan Gandra@allangandraphotography e Rafael Carvalho.

Marcas apoiadoras: Lakini, Sicrupt, Harpia Consulting, PoiPoi, Aloha Veiculos, Armazem Gaia, Fit Food, SurfArt, IsaSoul, HulaHula, Reciclarte, Florar, Moea, Roza dos ventos, Crowd Florido, VibeCarioca, Veesh, Encanto de Sereia, Ocean, Mar de Lotus e Parafina oficial.

ATENçÃO: Próximo encontro será em SP – Litoral Norte.

 

Rede social: Insta @longboardsurfgirls , Facebook: Longboard Surf Girls

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

Pranchas – das alaias às quadriquilhas, escolha seu estilo

Olá surf lovers!

Pelo bem da nação e a diversos pedidos, continuaremos escrevendo sobre pranchas (já escrevemos sobre a primeira prancha) técnicas e afins.  LOL

Neste post apresentarei um panorama mais geral… e vou abrindo em novos outros conteúdos (o que acham?).. Por isso não deixem de nos seguir.. nos acompanhar. 🙂

Primeiramente… acho que você já deve ter escutado falar que, fazer uma prancha é uma arte..e é mesmo. Todo mérito para os shapers que tem o dom de fazer o item mais essencial no surf: A PRANCHA.

Sabemos também que uma prancha depende muito do biotipo do surfista, e o estilo do surf também..vamos explicar!

PRANCHAS SEM QUILHAS

Quilhas para quê, não é verdade?

1280px-lone_alaia_board_surfer1As pranchas sem quilhas, foram as primeiras pranchas utilizadas no mundo pelos antigos polinésios e havaianos. As famosas alaias (que vem do havaiano lala = deslizar) hoje não tão usuais assim – mas há quem curta o estilo.

Aéreo e batidas… não são muito a praia das alaias, mas girar é um lance super  diferente que talvez você não consiga fazer com pranchas com quilhas. Você tem mais facilidade em cortar a onda e pode atingir uma velocidade bacana.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais mobilidade, fácil de girar a prancha

Pontos negativos

  • dificuldade em direcionar a prancha
  • pouca habilidade em ondas cavadas e tubos
  • menos segurança e força nas curvas

MONOQUILHAS

monoquilha-2011-11-7

A quilha é uma das partes fundamentais de uma prancha.. pois ela auxilia na direção.Quanto maior a quilha maior será o atrito, dificultando as manobras, curvas deixando um pouco mais  “dura”.

 

Pontos positivos

  • facilidade em direcionar a prancha
  • mais estabilidade em ondas cavadas

Pontos negativos

  • quilha central grande, mais atrito, menos velocidade
  • falta de quilhas laterais, menos apoio em curvas fechadas

A monoquilha te proporcionará um surf mais clássico, tranquilo, calmo, e com curvas mais abertas. Um surf mais simples e bonito, sem precisar de muitas manobras.

BIQUILHAS

prancha-fish-biquilha

Uma prancha alternativa, mais solta e veloz  do que a monoquilha. Te deixa mais solto para fazer manobras rápidas.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais manobrável
  • curvas mais fechadas

Pontos negativos

  • menos controles nas manobras
  • menos estabilidade em ondas cavadas

 

TRIQUILHA

download

Aqui estamos falando de prancha de surfista. Em sua maioria os surfistas profissionais utilizam a triquilha.

Super versátil, a triquilha te proporcionará mais segurança pelo apoio da quilha central. E, você poderá arriscar-se em ondas menores e maiores.

Pontos positivos

  • estabilidade da quilha central
  • velocidade devido as quilhas laterais
  • maior relação de controle e velocidade

 

QUADRIQUILHAS

Um super upgrade da triquilha.

Você poderá se aventurar em ondas maiores, e até mesmo mais tubulares com passadas mais longas. Com ela você ganhará muito mais velocidade (yeahhh)

Pontos positivos

  • mais projeção
  • mais segura nas curvas
  • mais segurança nas manobras

 

Então, já escolheu o seu estilo favorito?

Lembrando que para as meninas, a escolha do modelo da prancha ideal (principalmente para quem está começando) é super importante. Dependendo do seu objetivo no esporte (performancefreestyle ou para “tirar uma ondinha” mesmo) você precisa escolher o equipamento que lhe proporcione o melhor resultado para você (e não existe receita de bolo! Cada um tem uma necessidade, ou se adaptará melhor a um estilo).

Bóra cair! Divirta-se.

ALOHA.