Um show de surf no WCT4, Oi Rio Pro 2015

Do dia 11 a 22 de maio o mar da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, recebeu grandes atletas internacionais, e claro… brilharam muito nossos atletas brasileiros.

 

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Nessa etapa do Oi Rio Pro 2015, as condições climáticas foram satisfatórias para que o evento fosse realizado. Particularmente senti falta de condições mais agressivas, a fim de explorar todo o potencial dos competidores. Tanto que não foram compatíveis para Kelly Slater, Mick Fanning e John John Florence, que foram eliminados no decorrer das etapas.
Nessa etapa, nosso Brazilian Storm foi muito bem representado por Wiggolly Dantas, Gabriel Medina, Italo Ferreira, Mineirinho, Alejo Muniz, Jadson André, Filipe Toledo, Miguel Pupo e os convidados David do Carmo e Alex Ribeiro.
Equipe tão bem representada que não poderia ser diferente.
Nas primeiras baterias Filipinho e Mineirinho já apontaram grandes notas logo no primeiro round. Obviamente os gringos não deixaram por menos, e John John Florence meteu-lhes duas ondas de grande aproveitamento (round 3 com 9.77 e 9.00). Houve também muitas disputas entre brasileiros.
Filipinho tomou dianteira e bem devagar passou pelas semi-finais, e mostrou todo seu potencial e auto-controle na final com o australiano Bede Durbidge. Duas onda fenomenais com domínio de seus firmes aéreos. Garantindo as maiores notas dessa etapa: 10.00 e 9.87.
Com essa vitória, Filipe Toledo passa para a segunda posição no ranking mundial, logo atrás e não muito distante de Mineirinho.
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COMPETIÇÃO FEMININA

Para as mulheres as condições cariocas foram favoráveis, para a competição.
O Brasil, foi muito bem representado pelas brasileiras e super guerreiras Silvana Lima e a convidada Luana Coutinho.
Essa etapa uma de nossas favoritas, Stephanie Gilmore não pode competir, depois de uma lesão na última etapa na Austrália. Enfim… a encontraremos em Fiji… Para alegria de algumas (ou não).
Lakey Person mostrou bom desempenho com pontuação um pouco acima da média com suas ondas, Silvana Lima mandou bem ate o round 4, e uma de nossas queridinhas Carissa Moore foi eliminada na semi-final.
Modestia a parte, tivemos uma boa final entre Bianca Buitendag e Courtney Conlogue, que acabou levando o troféu da Cidade Maravilhosa.
Courtney garante sua segunda vitória seguida nas disputas dos CTs e garante a segunda posição no ranking mundial, depois de Carissa Moore.
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Foto:WSL

Rio de Janeiro de areias verdes e amarelas

Nada melhor do que falar da própria terrinha. Mesmo não morando no Rio de Janeiro, é muito mais fácil e confortável falar das ondas do seu próprio país, culturas e costumes. Privilegiada são as pessoas que moram no Rio de Janeiro, a cidade é praticamente banhada pelo mar ou lagoa.

Sem contar os vários pontos turísticos imperdíveis que, quem for pra lá não pode deixar de visitar. Estamos falando da grande e uma das 7 maravilhas do mundo Cristo redentor, o tão famoso calçadão de Copacabana, o bondinho e o Pão de Açúcar…. Há… e graças a geografia particular, ainda temos a Baia de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas. Brasil, você sabe como é… faz calor e um tempo ameno o ano todo. Já se imaginou sair do escritório e aproveitar o por-do-sol em uma caminhada na praia? Não tem como ser stressado nessa cidade.

Agora, o papo que interessa… Para quem visita a Cidade Maravilhosa com o objetivo de surfar, aí vai algumas dicas sobre picos e cuidados: Você sabe quais são as TOP 10? Segue a lista:

1. Pedra do Arpoador – É o ponto de encontro da galera, e principalmente surfistas,0,,14589245,00 É o canto esquerdo de Ipanema. No Arpoador ou você entra na remada (o mais comum) ou nos dias maiores você pode entrar pulando da pedra (existe uma ponta de pedra com uma escada entalhada nela que favorece o jump).

2. Praia Barra da Tijuca – O verdadeiro pico de surfistas, e dos mais experientes. Não é a toa que o CT#4 da WSL 2015 será no Postinho.

3. Praia de Itacoatiara – Praia pequena, mas o paraíso dos surfistas e de uma galera super jovem. Grande beleza natura com água transparente e azulada.

4. Praia da Reserva – Um lugar mágico, exatamente devido o dificil acesso a tornando intocável.

5. Canto do Leblon – Uma ótima opção para quem está iniciando quando o mar está pequeno ou médio, e há pontos na praia com menos surfistas.

admirando-mar-praia-recreio-dos-bandeirantes-rj6. Praia do Recreio dos Bandeirantes – Localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, longe da cidade e agitação.Mar agitado, e ponto de encontro de amigos e quem pretende surfar tranquilo. Não há muita presença de banhistas.
7. Praia da Macumba – A praia está localizado a 15 Km do principais hotéis e praias do Rio de Janeiro. Poucos moradores ao redor, fazendo localismo quase inexistente. As suas ondas são famosas entre os cariocas, pois proporciona surf o ano inteiro, sendo uma das praias com ondulações mais constantes. Com suas ondas cheias e compridas, os Long borders são a maioria no line up.
8. Prainha – Como o próprio nome já diz, a Prainha é uma praia com pequenas dimensões, são apenas 150 metros de uma estreita faixa de areia. Ela fica localizada na Zona Oeste do Rio, depois da Praia da Macumba.Protegida pelos morros e pedras que a cercam e coberta pela abundante vegetação de Mata Atlântica nativa, esta praia esconde uma beleza única, com areias claras, águas cristalinas e ainda um manancial de água doce além de ondas maravilhosas. Isso faz com que a Prainha seja considerada como o melhor local de surf do Rio de Janeiro, um verdadeiro paraíso, sede de diversos torneiros, como etapas dos campeonatos Nacionais e Internacionais de Surf. Uma dica, é chegar cedo, pois além de aproveitar o sol, ainda fica mais fácil conseguir estacionar o carro em um local mais próximo.
9. Praia de Grumari– Em área de preservação ambiental, cercada por morros com vegetação de restinga. As ondas fortes atraem surfistas. No canto direito, bares servem porções. No esquerdo, recebe o nome de Praia do Abricó – frequentada por naturistas.
10. Leme– Esta praia é um recanto de mar calmo localizado na extremidade esquerda da Praia de Copacabana.É uma onda muito inconstante e tende a quebrar bem com ondulação leste e sul. Onda muito oca a melhor opção é ir com a maré alta. 

Agora que já sabe quais são os surfs points do Rio de janeiro, o jeito é se preparar ás emoções das baterias da estapa CT#4 Oi Rio Pro.

Aloha!