Bethany Hamilton anuncia … Vem outro bebê à caminho!

EM SEU CANAL OFICIAL NO INSTAGRAM, BETHANY HAMILTON ANUNCIA BOAS NOVAS!

More than thankful to share our joyous news!!! #babyinthere #babyonboard✨🎉❤️

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A surfista profissional Bethany Hamilton anunciou no último domingo em seu canal no Instagram que ela e seu marido Adam Driks esperam um segundo filho.

“Estamos ansiosos para compartilhar com vocês todos o que esperamos de outra criança!” – Bethany Hamilton

O casal anunciou um vídeo em família, onde Dirks questiona para seu filho Tobias:  “Onde está o bebê?” e Tobias responde apontando para a barriguinha de Hamilton. Será a cena mais fofa que você terão visto hoje. Tobias se dirige e dá um beijo antes que Hamilton e Dirks anunciem que outro está a bordo.

Tobias, de dois anos, certamente está pronto para ser um grande irmão. Hamilton amadureceu floresceu como uma mãe, equilibrando todas as as suas responsabilidades, enquanto ainda compete  como um curinga em algumas etapas na Tour do Campeonato e viajando pelo mundo como palestrante motivacional.

“Estamos ansiosos para compartilhar com vocês todos o que esperamos de outra criança!”

“Adam e eu estamos tão animados! E Tobias parece ficar excitado também; Ele dá beijos para bebês todos os dias! Agradecemos a nossa família e adicionar ainda mais alegria à vida.

“Tornar-se pais para Tobias foi uma jornada tão bonita. Nós amamos a alegria e também os desafios que ele traz para a nossa vida; e ele está seguro de estar pronto para um irmão.

“Agradeço que minha gravidez tenha sido suave e gerenciável!” Ela também mencionou que ela e Adam decidiram esperar para descobrir se eles estão tendo ou não um menino ou uma menina …

“Eu implorei a Adão que esperasse até o aniversário do bebê para descobrir o gênero, e ele concordou. Com Tobias descobrimos, mas eu realmente queria uma surpresa para este bebê. Então, surpresa será! ”

Bethany e Adam esperam seu próximo bebê em março de 2018.

Hamilton e sua linda família merecem o melhor nos próximos meses e em todo o decorrer da vida!

Inauguração do Instituto Gabriel Medina é hoje.

Chegou o grande dia! O Instituto Gabriel Medina será inaugurado hoje, na praia de Maresias. E para comemorar, a instituição traz shows de grandes nomes da música nacional para o público, na praia, em frente ao Instituto, que fica na Avenida Doutor Francisco Loup, 890.

A partir das 16 horas, Tiaguinho entra no palco para agitar a galera. Na sequência o som fica por conta do rap de Gabriel O Pensador e o sertanejo-pop de Bruninho & Davi encerram a apresentação. “Como não podemos receber todos interessados na nossa sede, vamos promover os shows como forma de retribuir o carinho do público”, explicou a presidente do instituto, Simone Medina.

A abertura oficial será realizada às 15 horas, quando Gabriel Medina e sua família receberão os patrocinadores para apresentar a estrutura criada para a nova geração do surfe. Com investimento de aproximadamente R$3 milhões, a organização receberá inicialmente 38 jovens atletas para o treinamento de surf, além de aulas de idiomas, tecnologia, palestras e atendimento médico.

“Estou bem animado. O Instituto ficou lindo, tem uma grande estrutura e vou tentar ao máximo estar presente, treinando junto com a molecada, tentando interagir de alguma forma. Temos uma equipe muito boa e esse é um sonho se realizando”, comentou Gabriel, repetindo o discurso que seu pai, Charles Saldanha, deu recentemente.

Sobre a estrutura

O objetivo do Instituto Gabriel Medina é oferecer aos jovens talentos dos dez aos 16 anos a mesma estrutura de preparação física e técnica que hoje o campeão do mundo utiliza. Mais do que isso, aulas de idiomas e de tecnologia, apneia, palestras, bem como atendimento médico e de saúde bucal, garantindo uma ação completa.

A sede conta com 336m², de frente para o mar, na praia de Maresias, em São Sebastião. Está localizada em um espaço estrategicamente escolhido por Medina. O espaço fica onde o ídolo do surf aprendeu a pegar ondas.

A estrutura conta com sala de aula, para oferecer aprendizado em tecnologia, inclusive a edição de vídeos. Piscina, para natação e apneia, sala de musculação, e até mesmo cama elástica para treinamentos de aéreos. Há, também, um palanque para treinos nas ondas, simulação de baterias e um acervo das conquistas de Medina.

Na parte administrativa, Simone Medina, mãe do campeão do mundo, é a presidente do Instituto, enquanto Charles Saldanha, padrasto e treinador de Gabriel, é o vice-presidente e responsável pela supervisão técnica.

“Queremos garantir que os jovens conheçam os inúmeros benefícios do esporte em suas vidas, ensinando disciplina, trabalho em equipe, respeito à hierarquia, lidar com vitórias e derrotas, traçar metas, alcançar os sonhos, vencer obstáculos, entre outras coisas presentes na rotina de todo cidadão”, finalizou Simone.

Fonte: Maresias.com.br

Heranças do Havaí: surf e o abacaxi

Olá, como está o verão de vocês?

Você sabe a verdadeira ligação entre o surf e o abacaxi e porque eles fazem tanto sucesso até hoje? Vou resumir para ficar mais fácil:  A fruta tem uma ligação forte com o estado do surf desde 1899, o visionário James Dole chegou por lá e comprou um terreno em Wahiawa  e construiu a sua fábrica que atualmente se chama Doole Food Company.  Mas não é só isso, com toda a expansão na época, ele precisou comprar uma ilha que fica em Lanai, e construiu a maior ilha de abacaxi do mundo.

Mesmo o Hawaii sendo o rei do abacaxi, a verdadeira origem seria da América do Sul, pois há uma lenda que os nascidos por lá teriam espalhado pelo continente…será? Não sabemos. Mas a verdade é que a fruta fez história mesmo, no Oceano Pacífico, desde 1930. E os Havaí anos agradecem!

–  Agora que compreendemos um pouquinho dessa história, vamos ao que interessa…

 

O abacaxi ganhou espaço em outros lugares, entrou para o mundo da moda, e faz sucesso em diversas estampas por aí… De almofadas para decoração até sapatilhas para as ruas de São Paulo.

Além do abacaxi, existem outras frutas que entraram para o tropicalismo da moda: Banana, melancia, limão etc…Mas para nós o fruto é uma tendência antiga do mundo do surf.

E vocês gostam dele?

Separamos algumas opções para inspiração para os looks do verão.  ENJOY girls: 

 

Al🍍ha!

Claudinha Gonçalves, pela revista TRIP

A free surf paulista de 31 anos, Claudinha Gonçalves foi capa da última edição de outubro de 2016 da Revista TRIP. Você viu?

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

A surfista que se dedicou a vida ao surf, hoje quer ajudar e incentivar mais mulheres nesse esporte a alcançar seus objetivos como atletas.

Natural de São Paulo, se criou desde pequena em um paraíso, a praia do Francês (AL), seguiu os passos  de seu pai, também surfista, ex piloto de avião que passou a dedicar-se sua pousada em Maceió.

Quando garota, com 14 anos passou a competir. Se inscreveu no primeiro campeonato de garotas no Guarujá (aproveitando que passava férias na casa da sua avó). A partir de então, passou a dedicar-se ao surf (sem desviar-se dos estudos, essa era uma condição imposta pela família), e com foco no surf profissional sua rotina era baseada em exercícios e condicionamento físico até os 17 anos.

Ganhou o mundo surfando e competindo.

E, por várias vezes chegou a chave de acesso da liga feminina da WSL.

Chegou a estrear programas no canal Multishow falando de sua rotina e estilo de vida.

Devido a sua grande exposição, começou a escutar que as oportunidades começaram a existir por sua beleza, co isso começou a se fechar, em busca de respeito e inserção no contexto por ser quem ela realmente era.

“Eu me visto de protetor solar e água.” 

 Linda, solteira e super confiante, a ex noiva do campeão mundial Mineirinho, afirma estar em uma fase que precisa estar sozinha.

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

Hoje, com uma visão um pouco diferente sobre o cenário, enxerga o surf como estilo de vida, e que levará isso como essência.

“Fiquei a vida toda correndo atrás de um título. Eu parecia um robô. Hoje, enxergo o surf além de uma competição.”

 

Atualmente, dona de sua própria produtora, Claudinha atualmente apresenta dois programas no canal: Por elas e No meu lugar. Um terceiro, programado para estrear em janeiro de 2017, chamado Colônia de férias, vai mostrar as seis melhores surfistas sub-16 do Brasil em um surf camp no Panamá. “É parte de um projeto que estou criando para formar uma base de surf feminino no país e retomar a modalidade que está completamente abandonada por aqui. Quero dar uma oportunidade para essa nova geração e retribuir tudo o que o esporte me deu. É um dos meus maiores sonhos.”

Como planos, em Dezembro está indo para o Hawaii para praticar para o circuito feminino de ondas grandes da WSL (que começa em 2017) e ano ano que vem, planeja ir a busca de três ondas na África, que nunca foram surfadas por mulheres.

Você pode saber mais sobre Claudinha Gonçalves, e outras 4 top surfistas brasileiras  na matéria do portal Do Surf.

 

Artigo: http://revistatrip.uol.com.br/trip/fotos-do-ensaio-com-a-trip-girl-claudinha-goncalves-surfista-e-apresentadora

Long sweet Board

Olá surfers!

Para os amantes de pranchas, pranchinhas e pranchetas, vamos a mais informações sobre os tipos de boards, no que se diferenciam e no que influenciam em desempenho e estilo/perfil de surf.

Se resgatarmos na história, evoluímos muito em materiais e equipamento, exercícios para condicionamento etc, para o melhor aproveitamento de atletas (profissionais ou amadores). Mas tem coisas que não mudam, pelo contrário. Há estilos que mantêm-se vivos, como os clássicos longboards.

HISTORIA

As primeiras pranchas de espuma e fibra de vidro, foram construídas no final da década de 50, na Califórnia.

Essas pranchas eram usadas em locais como Rincon-Delmar, Redondo, Winlansea, Trestles e Malibu e, por algum motivo desconhecido, esta última deu o nome as pranchas.

Nos anos 60 os californianos eram mestre no uso dessas pranchas, nomes como Mickey “Mr. Malibu” Dora, foi um dos primeiros atletas a incentivar a cultura do surfe durante as décadas de 50 e 60 e sua fama de rebelde e carisma lhe renderam apelidos como “Da Cat” (o gato) e “King of Malibu” (rei de Malibu). Foi a época que surf era a graciosa arte de passear a prancha, onde o cutback era a maior manobra.

A medida que o surf evoluiu a pranchas se tornaram menores e o surf malibu foi desaparecendo gradualmente. Durante quase vinte anos a técnica original só pode ser vista na Califórnia, onde os surfistas dos velhos tempos ainda usam Malibu.

Em dado momento do início da década de 80, em Byron Bay, na Austrália houve um retorno daquele que se concretizou como estilo Malibu, atualmente conhecido como “longboard”, assim não demorou muito até os fabricantes voltarem a produzir o estilo clássico.

Alguns defendem que “quanto mais clássico melhor”, um desses é  Joel Tudor, longboarder clássico, treinado por uma lenda do surf Nat Young onde aprendeu a essência do surf.

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Joel Tudor

“Joel Tudor é o mais clássico de todos. Em condições de mar pequeno ele é quase imbatível.” Disse Augusto César Saldanha, surfista profissional do WLT (World Longboard Tour – Atual elite do longboard profissional – ASP)

 

TIPO DE PRANCHA

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São as famosas pranchas grandes, com tamanho a partir de 9”. Eram as mais usadas até a década de 70. São boas para iniciantes, sendo também usadas por profissionais, principalmente os das antigas e os experientes.

Para quem está começando o longboard é uma das melhores alternativas para pegar intimidade com a prancha e o mar.

Por ela ser mais longa e larga, possibilitando melhor flutuação, auxilia quem está a prendendo a ficar em pé, e controlar o equilíbrio e o controle.

 

ESTILO

Surf com manobras mais suaves, e que possibilitam caminhadas até o bico. Com alguns modelos se é possível fazer manobras como rasgadas e batidas, entretanto há quem prefira o estilo clássico.

Uma de nossas queridinhas inspiradoras estão a Kelia Moniz e a brasileira Chloé Calmon.

My #SUMMERSun @roxy || @tyhaft Full link in B I O

A video posted by Kelia Moniz (@keliamoniz) on

 

Sou muito suspeita pra falar, mas essa categoria no surf me encanta muito..

Mesmo começando com minha fun… (já estou escolhendo um longboard)

ALOHA!

Kitesurfe feminino no Brasil: Milla Ferreira

Olá galera, vamos falar de kitesurf?

Vocês já devem ter ouvido falar,  mas trouxemos aqui as principais características desse esporte aquático tão famoso e ao mesmo tempo tão recente. Conheça um pouco do esporte e como está o cenário do kitesurf feminino no Brasil.

A origem: O kitesurf ganhou popularidade na década de 90, mas foi inventado há 5 anos antes, em 1985 por dois franceses: Bruno e Dominique Legaignoux.  Seu nome tem origem de duas palavras inglesas: Kite (pipa) e Surf – do verbo to surf (navegar).

O esporte: Utiliza-se de pipa ou papagaio e uma prancha que tem como principal fator dar suporte aos pés, levando o praticante a voar e deslizar sobre as águas, puxado pela pipa. É comum dizerem que é um mix de windsurfe, surf e wakeboard.

A característica: É constituído por duas partes, a pipa e a prancha. A pipa serve para controlar o trajeto e é constituída do mesmo material do para-quedas. A prancha pode ser uma com alças, ou wakeboard e existem até a misturas dessas duas.

O cenário brasileiro: nos anos 2000 foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro mundial do esporte que teve sua fase final, no Rio de Janeiro, mais especificamente na praia da Barra da Tijuca e quem ganhou no feminino foi a Anne Laute Pegon, foi nesse mesmo ano que o esporte chegou ao Brasil, ou seja, um bebê, né?!

Mas agora… vem cá conhecer a Milla Ferreira – atleta profissional de KITE (surf ) feminino <3

Milla Ferreira

Por que o kitesurf, como começou a sua paixão pelo esporte?

Quando meu pai, trouxe o kite do hawaii, e me apresentou quando eu tinha 9 anos. Tudo começou nessa idade.

Quem são as suas referências no esporte? 

Meu irmão, filippe Ferreira. Campeão brasileiro de kitewave.

Há alguns risco na prática do kitesurf? Quais são?

Há riscos como qualquer outro esporte radical. Se você não segue as regras de segurança ou ultrapassa os seus limites, sempre há riscos. E no caso de alguém que esteja aprendendo, há  riscos quando você tenta aprender sozinho ou em um lugar aonde não tem professores capacitados para ensinar ou não fornecem os equipamentos de segurança.

Na sua opinião, como está o cenário de kitesurf feminino no Brasil? 

O Cenário de competições de kitesurf em geral,  está muito ruim. Pouco incentivo do estado no esporte. E consecutivamente isso afeta o kitesurf feminino. Que já não tem muitas meninas, e quando não há incentivo e apoio no esporte, elas não veem futuro. Então por que seguiriam carreira? Mas muitas meninas aprendendo o kite para ter o esporte como hobby.

Milla Ferreira

Milla Ferreira

Como acredita que este tipo de esporte, ganharia mais espaço no país?

Com mais apoio da mídia, das empresas e do governo.

Como é a sua rotina de treinos? E, como ela se encaixa no seu dia a dia?

Como o kitesurf é um esporte que depende da natureza, eu não tenho como fazer uma rotina de treino de kite. Mas tenho treino físicos e esses fazem parte da minha rotina. Todos os dias de manhã eu treino a parte física, com musculação e crossfit. A noite corro na areia ou faço natação.

Quando tem ondas eu surfo de manhã e meu treino na academia passa pra noite. Quando tem vento a minha tarde ficar reservada para treinar de kite.

Como é a sua preparação para competir?

Como eu já compito há 8 anos, eu já aprendi muito sobre competição e a como superar perdas e apender com elas. Hoje em dia eu sempre viajo uma semana antes para o lugar que vai ter a competição para treinar nas condições do campeonato e me adaptar ao local. Meus treinos no RJ fazem parte da minha preparação para os campeonatos.

E não só me preparo fisicamente mas psicologicamente com psicóloga e espiritualmente também. Antes de todos os campeonatos e baterias tenho meus momentos com Deus. Por que sei que eu treino muito para alcançar os meus objetivos. Eu faço a minha parte e peço pra ele fazer a dele. De mandar as ondas rs.

Quais lugares e campeonatos você deseja competir? Há planos de próximos campeonatos?

Dois lugares que eu já competi e sonho competir de novo. Peru e Hawaii. Estou na última etapa do mundial em Dakhla, Marrocos.

Quais dicas você daria para quem pretende começar e quais picos indicaria para quem está começando?

Procure sempre uma escola credenciada e preparada para te instruir. As lagoas são lugares mais fáceis de aprender. Mas eu costumo dizer, que quando você terminar seu curso de kite, você não vai velejar em uma lagoa a vida inteira. Então eu sempre falo que é muito melhor você aprender no mar (depois da arrebentação, aonde não tem ondas e sempre acompanhado do bote de apoio), porque você vai aprender a passar arrebentação, passar as ondas, a encarar o mar, perder o medo se for o caso e futuramente até aprender a surfar as ondas de kite.

Quais os tipos de exercícios e preparações sugere para quem está começando?

Sugiro a natação. Pois além de ser um exercício super completo e ótimo para o físico, é o que vai te salvar caso você se encontre em uma situação que não possa contar com o kite dentro da água.

Milla Ferreira e o KITE

Milla Ferreira e o KITE

Hawaii ou Rio de Janeiro, porquê?

Hawaii =) Por que é aonde eu considero minha segunda casa. Tem altas ondas e vento quase todo dia durante a temporada.

Verão é sinônimo de: Milhões de pessoas no Rio de Janeiro, é sinônimo de sair do Rio e ir pro Hawaii que é inverno, tem ondas e vento.

No mar ou no ar? No mar <3

Janeiro ou Junho? Janeiro

Aqui no blog Do Surf vocês poderão acompanhar mais características sobre a Milla Ferreira e o seu Kitesurf!

 

Se quiser saber um pouco mais da Milla e acompanhar as novidades do Kitesurf, é só acompanhar as suas redes sociais:

Facebook Instagram |

 

Aloha! 🌸

 

1° Encontro das Longboard Surf Girls

No último fim de semana, aconteceu o evento organizado pela longboard Kelly Fernandes.

O evento rolou em clima de muita descontração ao som da banda Mr Pipe, no quiosque Marimar – Recreio dos Bandeirantes Posto 11, onde pode reunir grande parte das meninas cariocas que surfam de longboard.

No dia do evento, rolou uma grande surpresa para as meninas do grupo, que foi a entrega de troféu e premiação, pois no decorrer do mês antecedendo o dia do  evento, as meninas estavam sendo avaliadas pelo Longboard profissional e técnico Allan Gandra onde junto com o também longboard Rafael Carvalho, puderam avaliar cada onda surfada e decidir nos mínimos detalhes as 6 finalistas de cada categoria, os troféus foram entregues pelo longboard profissional Caio Teixeira que prestigiou as meninas do grupo, tivemos duas presenças ilustres também que foi o carioca Marcelo Freitastricampeão mundial de longboard no ISA Games, que deu uma palavra de incentivo e apoio ao longboard feminino, e o também carioca Phil Rajzmancampeão mundial de longboard ASP 2007.

Não foram só as finalistas que foram presenteadas, a organizadora Kelly Fernandes teve todo o cuidado e carinho de presentear todas as meninas do grupo que estiveram presentes, além de receberem os kits, tiveram sorteios das marcas patrocinadoras.

O resultado das finalistas ficou assim:

Maior Onda Surfada: Roberta Mendes

NoseRider: Jasmim Avelino

Maior N° de Ondas surfadas: Fabiana da Silva Jaccoud 

WipeOut: Eliane Cordeiro

Onda Mais Longa: Caroline Garcez

Drop Radical: Marcela Soares

O movimento L.S.G (Longboard Surf Girls), tem o intuito de reunir não só meninas do Rio de Janeiro, mais de todo o Brasil como já vem acontecendo, pois já tem meninas participantes do grupo que são de Santa Catarina, João Pessoa, SP – Ubatuba – Maresias e Santos.

Agradecimento aos apoiadores técnicos: Allan Gandra@allangandraphotography e Rafael Carvalho.

Marcas apoiadoras: Lakini, Sicrupt, Harpia Consulting, PoiPoi, Aloha Veiculos, Armazem Gaia, Fit Food, SurfArt, IsaSoul, HulaHula, Reciclarte, Florar, Moea, Roza dos ventos, Crowd Florido, VibeCarioca, Veesh, Encanto de Sereia, Ocean, Mar de Lotus e Parafina oficial.

ATENçÃO: Próximo encontro será em SP – Litoral Norte.

 

Rede social: Insta @longboardsurfgirls , Facebook: Longboard Surf Girls

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

Pranchas – das alaias às quadriquilhas, escolha seu estilo

Olá surf lovers!

Pelo bem da nação e a diversos pedidos, continuaremos escrevendo sobre pranchas (já escrevemos sobre a primeira prancha) técnicas e afins.  LOL

Neste post apresentarei um panorama mais geral… e vou abrindo em novos outros conteúdos (o que acham?).. Por isso não deixem de nos seguir.. nos acompanhar. 🙂

Primeiramente… acho que você já deve ter escutado falar que, fazer uma prancha é uma arte..e é mesmo. Todo mérito para os shapers que tem o dom de fazer o item mais essencial no surf: A PRANCHA.

Sabemos também que uma prancha depende muito do biotipo do surfista, e o estilo do surf também..vamos explicar!

PRANCHAS SEM QUILHAS

Quilhas para quê, não é verdade?

1280px-lone_alaia_board_surfer1As pranchas sem quilhas, foram as primeiras pranchas utilizadas no mundo pelos antigos polinésios e havaianos. As famosas alaias (que vem do havaiano lala = deslizar) hoje não tão usuais assim – mas há quem curta o estilo.

Aéreo e batidas… não são muito a praia das alaias, mas girar é um lance super  diferente que talvez você não consiga fazer com pranchas com quilhas. Você tem mais facilidade em cortar a onda e pode atingir uma velocidade bacana.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais mobilidade, fácil de girar a prancha

Pontos negativos

  • dificuldade em direcionar a prancha
  • pouca habilidade em ondas cavadas e tubos
  • menos segurança e força nas curvas

MONOQUILHAS

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A quilha é uma das partes fundamentais de uma prancha.. pois ela auxilia na direção.Quanto maior a quilha maior será o atrito, dificultando as manobras, curvas deixando um pouco mais  “dura”.

 

Pontos positivos

  • facilidade em direcionar a prancha
  • mais estabilidade em ondas cavadas

Pontos negativos

  • quilha central grande, mais atrito, menos velocidade
  • falta de quilhas laterais, menos apoio em curvas fechadas

A monoquilha te proporcionará um surf mais clássico, tranquilo, calmo, e com curvas mais abertas. Um surf mais simples e bonito, sem precisar de muitas manobras.

BIQUILHAS

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Uma prancha alternativa, mais solta e veloz  do que a monoquilha. Te deixa mais solto para fazer manobras rápidas.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais manobrável
  • curvas mais fechadas

Pontos negativos

  • menos controles nas manobras
  • menos estabilidade em ondas cavadas

 

TRIQUILHA

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Aqui estamos falando de prancha de surfista. Em sua maioria os surfistas profissionais utilizam a triquilha.

Super versátil, a triquilha te proporcionará mais segurança pelo apoio da quilha central. E, você poderá arriscar-se em ondas menores e maiores.

Pontos positivos

  • estabilidade da quilha central
  • velocidade devido as quilhas laterais
  • maior relação de controle e velocidade

 

QUADRIQUILHAS

Um super upgrade da triquilha.

Você poderá se aventurar em ondas maiores, e até mesmo mais tubulares com passadas mais longas. Com ela você ganhará muito mais velocidade (yeahhh)

Pontos positivos

  • mais projeção
  • mais segura nas curvas
  • mais segurança nas manobras

 

Então, já escolheu o seu estilo favorito?

Lembrando que para as meninas, a escolha do modelo da prancha ideal (principalmente para quem está começando) é super importante. Dependendo do seu objetivo no esporte (performancefreestyle ou para “tirar uma ondinha” mesmo) você precisa escolher o equipamento que lhe proporcione o melhor resultado para você (e não existe receita de bolo! Cada um tem uma necessidade, ou se adaptará melhor a um estilo).

Bóra cair! Divirta-se.

ALOHA.

O amor está no MAR.

Namorar um mocinho surfista tem algumas vantagens:

Praia &
Sol & Preparo Físico  & Luau.

Namorar uma mocinha surfista também tem:

Praia &
Sorvete &  Bronzeado & Pôr do Sol.

Agora você imagina um casal de surfista? Um surfista incomoda muita gente, mas dois surfistas incomodam muito mais…Sendo os dois surfistas ou não, é possível prograMAR coisas incríveis juntos. Vem ver e se apaixonar com a gente:

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 – cotidiano:

A rotina de vocês terá um gostinho salgado onde quer que vocês estejam. Os assuntos terão a mesma sintonia, pois, o mar sempre poderá estar presente e as experiências podem ser trocadas com muita tranquilidade. Vocês vão conversar sobre as melhores ondas e o quiver dobrado. Para o casal onde (só um deles pega onda), é possível descobrir mais sobre esse universo e aproveitar o dia flat, por que não?

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.54-lazer:

As férias podem durar o ano inteiro, pois não tem nada mais prazeroso para os surfistas irem aos picos favoritos e aproveitar a série ou a marolinha de cada dia. Além disso, o espírito aventureiro estará bem presente para vocês descobrirem novos lugares.

 

 -ritual:

Ficar o dia todo no mar desfrutando juntinhos não haverá problema algum, aliás, sair de lá é que é problema…rs. Se ele (a) surfa e você não, é possível ser um boia e aprender só observando, ou ficar de fora torcendo para as melhores manobras virem, curtindo o ambiente mais que prazeroso. Não basta namorar, tem que participar!

Screen Shot 2016-05-31 at 10.37.05-fim-de-semana:

Os finais de semana podem ser explorado juntos, quando não no mar, fora dele. Pois há um acervo a ser apresentado sobre esse assunto. Filmes, exposições e eventos são só alguns dos planos. Se você é igual a ele, os dois irão tirar de letra e descobrir cada vez mais sobre o universo que adoram. Mas para os companheiros que só simpatizam, existem outras atividades que vocês podem compartilhar juntos. Uma trilha, um dia de yoga, aprender stand up paddle, kitesurf etc, essas são só algumas sugestões.

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.44– descanso:

Dormir? Essa palavra não existe nos dias de surf, os amantes da prática acordam cedinho pra pegar as melhores ondas. Os namorados (as) já estão acostumados com esse hábito, se você está entrando nesse barco agora, aproveite o nascer do sol e tire foto incríveis para registrar o momento dele ou dela.