Heranças do Havaí: surf e o abacaxi

Olá, como está o verão de vocês?

Você sabe a verdadeira ligação entre o surf e o abacaxi e porque eles fazem tanto sucesso até hoje? Vou resumir para ficar mais fácil:  A fruta tem uma ligação forte com o estado do surf desde 1899, o visionário James Dole chegou por lá e comprou um terreno em Wahiawa  e construiu a sua fábrica que atualmente se chama Doole Food Company.  Mas não é só isso, com toda a expansão na época, ele precisou comprar uma ilha que fica em Lanai, e construiu a maior ilha de abacaxi do mundo.

Mesmo o Hawaii sendo o rei do abacaxi, a verdadeira origem seria da América do Sul, pois há uma lenda que os nascidos por lá teriam espalhado pelo continente…será? Não sabemos. Mas a verdade é que a fruta fez história mesmo, no Oceano Pacífico, desde 1930. E os Havaí anos agradecem!

–  Agora que compreendemos um pouquinho dessa história, vamos ao que interessa…

 

O abacaxi ganhou espaço em outros lugares, entrou para o mundo da moda, e faz sucesso em diversas estampas por aí… De almofadas para decoração até sapatilhas para as ruas de São Paulo.

Além do abacaxi, existem outras frutas que entraram para o tropicalismo da moda: Banana, melancia, limão etc…Mas para nós o fruto é uma tendência antiga do mundo do surf.

E vocês gostam dele?

Separamos algumas opções para inspiração para os looks do verão.  ENJOY girls: 

 

Al🍍ha!

Claudinha Gonçalves, pela revista TRIP

A free surf paulista de 31 anos, Claudinha Gonçalves foi capa da última edição de outubro de 2016 da Revista TRIP. Você viu?

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

A surfista que se dedicou a vida ao surf, hoje quer ajudar e incentivar mais mulheres nesse esporte a alcançar seus objetivos como atletas.

Natural de São Paulo, se criou desde pequena em um paraíso, a praia do Francês (AL), seguiu os passos  de seu pai, também surfista, ex piloto de avião que passou a dedicar-se sua pousada em Maceió.

Quando garota, com 14 anos passou a competir. Se inscreveu no primeiro campeonato de garotas no Guarujá (aproveitando que passava férias na casa da sua avó). A partir de então, passou a dedicar-se ao surf (sem desviar-se dos estudos, essa era uma condição imposta pela família), e com foco no surf profissional sua rotina era baseada em exercícios e condicionamento físico até os 17 anos.

Ganhou o mundo surfando e competindo.

E, por várias vezes chegou a chave de acesso da liga feminina da WSL.

Chegou a estrear programas no canal Multishow falando de sua rotina e estilo de vida.

Devido a sua grande exposição, começou a escutar que as oportunidades começaram a existir por sua beleza, co isso começou a se fechar, em busca de respeito e inserção no contexto por ser quem ela realmente era.

“Eu me visto de protetor solar e água.” 

 Linda, solteira e super confiante, a ex noiva do campeão mundial Mineirinho, afirma estar em uma fase que precisa estar sozinha.

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

Hoje, com uma visão um pouco diferente sobre o cenário, enxerga o surf como estilo de vida, e que levará isso como essência.

“Fiquei a vida toda correndo atrás de um título. Eu parecia um robô. Hoje, enxergo o surf além de uma competição.”

 

Atualmente, dona de sua própria produtora, Claudinha atualmente apresenta dois programas no canal: Por elas e No meu lugar. Um terceiro, programado para estrear em janeiro de 2017, chamado Colônia de férias, vai mostrar as seis melhores surfistas sub-16 do Brasil em um surf camp no Panamá. “É parte de um projeto que estou criando para formar uma base de surf feminino no país e retomar a modalidade que está completamente abandonada por aqui. Quero dar uma oportunidade para essa nova geração e retribuir tudo o que o esporte me deu. É um dos meus maiores sonhos.”

Como planos, em Dezembro está indo para o Hawaii para praticar para o circuito feminino de ondas grandes da WSL (que começa em 2017) e ano ano que vem, planeja ir a busca de três ondas na África, que nunca foram surfadas por mulheres.

Você pode saber mais sobre Claudinha Gonçalves, e outras 4 top surfistas brasileiras  na matéria do portal Do Surf.

 

Artigo: http://revistatrip.uol.com.br/trip/fotos-do-ensaio-com-a-trip-girl-claudinha-goncalves-surfista-e-apresentadora

Kitesurfe feminino no Brasil: Milla Ferreira

Olá galera, vamos falar de kitesurf?

Vocês já devem ter ouvido falar,  mas trouxemos aqui as principais características desse esporte aquático tão famoso e ao mesmo tempo tão recente. Conheça um pouco do esporte e como está o cenário do kitesurf feminino no Brasil.

A origem: O kitesurf ganhou popularidade na década de 90, mas foi inventado há 5 anos antes, em 1985 por dois franceses: Bruno e Dominique Legaignoux.  Seu nome tem origem de duas palavras inglesas: Kite (pipa) e Surf – do verbo to surf (navegar).

O esporte: Utiliza-se de pipa ou papagaio e uma prancha que tem como principal fator dar suporte aos pés, levando o praticante a voar e deslizar sobre as águas, puxado pela pipa. É comum dizerem que é um mix de windsurfe, surf e wakeboard.

A característica: É constituído por duas partes, a pipa e a prancha. A pipa serve para controlar o trajeto e é constituída do mesmo material do para-quedas. A prancha pode ser uma com alças, ou wakeboard e existem até a misturas dessas duas.

O cenário brasileiro: nos anos 2000 foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro mundial do esporte que teve sua fase final, no Rio de Janeiro, mais especificamente na praia da Barra da Tijuca e quem ganhou no feminino foi a Anne Laute Pegon, foi nesse mesmo ano que o esporte chegou ao Brasil, ou seja, um bebê, né?!

Mas agora… vem cá conhecer a Milla Ferreira – atleta profissional de KITE (surf ) feminino <3

Milla Ferreira

Por que o kitesurf, como começou a sua paixão pelo esporte?

Quando meu pai, trouxe o kite do hawaii, e me apresentou quando eu tinha 9 anos. Tudo começou nessa idade.

Quem são as suas referências no esporte? 

Meu irmão, filippe Ferreira. Campeão brasileiro de kitewave.

Há alguns risco na prática do kitesurf? Quais são?

Há riscos como qualquer outro esporte radical. Se você não segue as regras de segurança ou ultrapassa os seus limites, sempre há riscos. E no caso de alguém que esteja aprendendo, há  riscos quando você tenta aprender sozinho ou em um lugar aonde não tem professores capacitados para ensinar ou não fornecem os equipamentos de segurança.

Na sua opinião, como está o cenário de kitesurf feminino no Brasil? 

O Cenário de competições de kitesurf em geral,  está muito ruim. Pouco incentivo do estado no esporte. E consecutivamente isso afeta o kitesurf feminino. Que já não tem muitas meninas, e quando não há incentivo e apoio no esporte, elas não veem futuro. Então por que seguiriam carreira? Mas muitas meninas aprendendo o kite para ter o esporte como hobby.

Milla Ferreira

Milla Ferreira

Como acredita que este tipo de esporte, ganharia mais espaço no país?

Com mais apoio da mídia, das empresas e do governo.

Como é a sua rotina de treinos? E, como ela se encaixa no seu dia a dia?

Como o kitesurf é um esporte que depende da natureza, eu não tenho como fazer uma rotina de treino de kite. Mas tenho treino físicos e esses fazem parte da minha rotina. Todos os dias de manhã eu treino a parte física, com musculação e crossfit. A noite corro na areia ou faço natação.

Quando tem ondas eu surfo de manhã e meu treino na academia passa pra noite. Quando tem vento a minha tarde ficar reservada para treinar de kite.

Como é a sua preparação para competir?

Como eu já compito há 8 anos, eu já aprendi muito sobre competição e a como superar perdas e apender com elas. Hoje em dia eu sempre viajo uma semana antes para o lugar que vai ter a competição para treinar nas condições do campeonato e me adaptar ao local. Meus treinos no RJ fazem parte da minha preparação para os campeonatos.

E não só me preparo fisicamente mas psicologicamente com psicóloga e espiritualmente também. Antes de todos os campeonatos e baterias tenho meus momentos com Deus. Por que sei que eu treino muito para alcançar os meus objetivos. Eu faço a minha parte e peço pra ele fazer a dele. De mandar as ondas rs.

Quais lugares e campeonatos você deseja competir? Há planos de próximos campeonatos?

Dois lugares que eu já competi e sonho competir de novo. Peru e Hawaii. Estou na última etapa do mundial em Dakhla, Marrocos.

Quais dicas você daria para quem pretende começar e quais picos indicaria para quem está começando?

Procure sempre uma escola credenciada e preparada para te instruir. As lagoas são lugares mais fáceis de aprender. Mas eu costumo dizer, que quando você terminar seu curso de kite, você não vai velejar em uma lagoa a vida inteira. Então eu sempre falo que é muito melhor você aprender no mar (depois da arrebentação, aonde não tem ondas e sempre acompanhado do bote de apoio), porque você vai aprender a passar arrebentação, passar as ondas, a encarar o mar, perder o medo se for o caso e futuramente até aprender a surfar as ondas de kite.

Quais os tipos de exercícios e preparações sugere para quem está começando?

Sugiro a natação. Pois além de ser um exercício super completo e ótimo para o físico, é o que vai te salvar caso você se encontre em uma situação que não possa contar com o kite dentro da água.

Milla Ferreira e o KITE

Milla Ferreira e o KITE

Hawaii ou Rio de Janeiro, porquê?

Hawaii =) Por que é aonde eu considero minha segunda casa. Tem altas ondas e vento quase todo dia durante a temporada.

Verão é sinônimo de: Milhões de pessoas no Rio de Janeiro, é sinônimo de sair do Rio e ir pro Hawaii que é inverno, tem ondas e vento.

No mar ou no ar? No mar <3

Janeiro ou Junho? Janeiro

Aqui no blog Do Surf vocês poderão acompanhar mais características sobre a Milla Ferreira e o seu Kitesurf!

 

Se quiser saber um pouco mais da Milla e acompanhar as novidades do Kitesurf, é só acompanhar as suas redes sociais:

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Aloha! 🌸

 

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

Pranchas – das alaias às quadriquilhas, escolha seu estilo

Olá surf lovers!

Pelo bem da nação e a diversos pedidos, continuaremos escrevendo sobre pranchas (já escrevemos sobre a primeira prancha) técnicas e afins.  LOL

Neste post apresentarei um panorama mais geral… e vou abrindo em novos outros conteúdos (o que acham?).. Por isso não deixem de nos seguir.. nos acompanhar. 🙂

Primeiramente… acho que você já deve ter escutado falar que, fazer uma prancha é uma arte..e é mesmo. Todo mérito para os shapers que tem o dom de fazer o item mais essencial no surf: A PRANCHA.

Sabemos também que uma prancha depende muito do biotipo do surfista, e o estilo do surf também..vamos explicar!

PRANCHAS SEM QUILHAS

Quilhas para quê, não é verdade?

1280px-lone_alaia_board_surfer1As pranchas sem quilhas, foram as primeiras pranchas utilizadas no mundo pelos antigos polinésios e havaianos. As famosas alaias (que vem do havaiano lala = deslizar) hoje não tão usuais assim – mas há quem curta o estilo.

Aéreo e batidas… não são muito a praia das alaias, mas girar é um lance super  diferente que talvez você não consiga fazer com pranchas com quilhas. Você tem mais facilidade em cortar a onda e pode atingir uma velocidade bacana.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais mobilidade, fácil de girar a prancha

Pontos negativos

  • dificuldade em direcionar a prancha
  • pouca habilidade em ondas cavadas e tubos
  • menos segurança e força nas curvas

MONOQUILHAS

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A quilha é uma das partes fundamentais de uma prancha.. pois ela auxilia na direção.Quanto maior a quilha maior será o atrito, dificultando as manobras, curvas deixando um pouco mais  “dura”.

 

Pontos positivos

  • facilidade em direcionar a prancha
  • mais estabilidade em ondas cavadas

Pontos negativos

  • quilha central grande, mais atrito, menos velocidade
  • falta de quilhas laterais, menos apoio em curvas fechadas

A monoquilha te proporcionará um surf mais clássico, tranquilo, calmo, e com curvas mais abertas. Um surf mais simples e bonito, sem precisar de muitas manobras.

BIQUILHAS

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Uma prancha alternativa, mais solta e veloz  do que a monoquilha. Te deixa mais solto para fazer manobras rápidas.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais manobrável
  • curvas mais fechadas

Pontos negativos

  • menos controles nas manobras
  • menos estabilidade em ondas cavadas

 

TRIQUILHA

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Aqui estamos falando de prancha de surfista. Em sua maioria os surfistas profissionais utilizam a triquilha.

Super versátil, a triquilha te proporcionará mais segurança pelo apoio da quilha central. E, você poderá arriscar-se em ondas menores e maiores.

Pontos positivos

  • estabilidade da quilha central
  • velocidade devido as quilhas laterais
  • maior relação de controle e velocidade

 

QUADRIQUILHAS

Um super upgrade da triquilha.

Você poderá se aventurar em ondas maiores, e até mesmo mais tubulares com passadas mais longas. Com ela você ganhará muito mais velocidade (yeahhh)

Pontos positivos

  • mais projeção
  • mais segura nas curvas
  • mais segurança nas manobras

 

Então, já escolheu o seu estilo favorito?

Lembrando que para as meninas, a escolha do modelo da prancha ideal (principalmente para quem está começando) é super importante. Dependendo do seu objetivo no esporte (performancefreestyle ou para “tirar uma ondinha” mesmo) você precisa escolher o equipamento que lhe proporcione o melhor resultado para você (e não existe receita de bolo! Cada um tem uma necessidade, ou se adaptará melhor a um estilo).

Bóra cair! Divirta-se.

ALOHA.

O amor está no MAR.

Namorar um mocinho surfista tem algumas vantagens:

Praia &
Sol & Preparo Físico  & Luau.

Namorar uma mocinha surfista também tem:

Praia &
Sorvete &  Bronzeado & Pôr do Sol.

Agora você imagina um casal de surfista? Um surfista incomoda muita gente, mas dois surfistas incomodam muito mais…Sendo os dois surfistas ou não, é possível prograMAR coisas incríveis juntos. Vem ver e se apaixonar com a gente:

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 – cotidiano:

A rotina de vocês terá um gostinho salgado onde quer que vocês estejam. Os assuntos terão a mesma sintonia, pois, o mar sempre poderá estar presente e as experiências podem ser trocadas com muita tranquilidade. Vocês vão conversar sobre as melhores ondas e o quiver dobrado. Para o casal onde (só um deles pega onda), é possível descobrir mais sobre esse universo e aproveitar o dia flat, por que não?

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.54-lazer:

As férias podem durar o ano inteiro, pois não tem nada mais prazeroso para os surfistas irem aos picos favoritos e aproveitar a série ou a marolinha de cada dia. Além disso, o espírito aventureiro estará bem presente para vocês descobrirem novos lugares.

 

 -ritual:

Ficar o dia todo no mar desfrutando juntinhos não haverá problema algum, aliás, sair de lá é que é problema…rs. Se ele (a) surfa e você não, é possível ser um boia e aprender só observando, ou ficar de fora torcendo para as melhores manobras virem, curtindo o ambiente mais que prazeroso. Não basta namorar, tem que participar!

Screen Shot 2016-05-31 at 10.37.05-fim-de-semana:

Os finais de semana podem ser explorado juntos, quando não no mar, fora dele. Pois há um acervo a ser apresentado sobre esse assunto. Filmes, exposições e eventos são só alguns dos planos. Se você é igual a ele, os dois irão tirar de letra e descobrir cada vez mais sobre o universo que adoram. Mas para os companheiros que só simpatizam, existem outras atividades que vocês podem compartilhar juntos. Uma trilha, um dia de yoga, aprender stand up paddle, kitesurf etc, essas são só algumas sugestões.

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.44– descanso:

Dormir? Essa palavra não existe nos dias de surf, os amantes da prática acordam cedinho pra pegar as melhores ondas. Os namorados (as) já estão acostumados com esse hábito, se você está entrando nesse barco agora, aproveite o nascer do sol e tire foto incríveis para registrar o momento dele ou dela.

Música e o mar

Música todo mundo gosta…mas e se juntarmos a música e mar? Acho que vocês vão gostar um pouco mais.

Separamos uma playlist que vocês vão se identificar e vão ouvir muito sobre o elo com o mar e sentir a vibe que te faça lembrar os seus dias de freesurfer, por que não? Então vem cá e acompanha essa série com a gente:

Reggae do Porto – Saulo Fernandes: Essa música é em homenagem ao Porto da Barra (Salvador – BA), o lugar é tão lindo que as pessoas ficam lá só contemplando o por do sol .

Mar do Meu Mundo – Maneva: A letra chama a atenção, pelo enredo, revelando todas as características em uma ligação muito forte com o mar.

Eu sou do Mar – Armandinho: Seguindo o mesmo contexto da música anterior, nesta letra conta-se de como o mar é importante, independente de qualquer coisa.

Dia de Furar Onda no Mar – Lucas Santtana: Eu adoro essa música, ela fala da simplicidade de poder brincar no mar. Tem uma levada gostosa de ouvir e conta essa espontaneidade do mar, nos recordando a infância.

Olhos Verdes – Vibrações:  A música e o próprio clipe já nos revela o que ela quer nos mostrar. Ela nos diz sobre uma união que não deu certo e claro, é no mar, que tudo vai melhorar.

Meu Mar – Macucos: As canções em geral da banda, sempre acaba falando da relação que eles possuem com o mar. Existem outras letras que também, falam dessa conexão.

Aqui em baixo vocês tem a Playlist completa…

Deixamos colaborativa e quem quiser pode adicionar mais músicas e ouvir sempre que quiser.

ALOHA! 🐚🌸🌊

Leggings para surfar

Que proteção no surf é importante a gente sabe. Que existem peças especiais para a nossa prática de esporte favorita, a gente também já sabe. Um exemplo disso são as  leggings para surfar que protege e trás um conforto massa!

Surf legging Palms

Mas elas podem ser suas companheiras para as mais diversas atividades. Quer saber como? VEM CÁ:

Na caminhada:

8

Na Ioga:

10

Na ginástica:

9

Na pedalada:

7

No Skate:

6

Na corrida:

5

Entre tantas outras atividades… como andar de patins, por exemplo. A comodidade e a liberdade para qualquer uma dessas ações, dentro e fora da água é delicioso. Não é?

E eu ainda tenho um grande motivo: ela se adapta ao corpo facilmente. É confortável e versátil e você pode ficar hooooras usando que não vai se sentir incomodada. 😉

Na prática de esporte: não esqueça de escolher um bom tênis e tecidos leves para um bem-estar completo.

E para todas as utilidades: é possível achar das mais floridas até as mais básicas. Vai depender do seu estilo, girl!

via GIPHY

 

 

 

Todo dia é dia de surfista!

Em homenagem ao mês internacional da mulher, a Click Board reuniu cinco meninas feras no longboard na manhã di dia 08/03/2016 em frente ao Rico Point na Praia da Macumba (RJ). Para representar e homenagear todas as surfistas brasileiras. As musas do longboard carioca Rayane Amaral, Kelly Fernandes, Robertha Mendes, Mariana Pantera e Evelyn Neves deixaram o pico muito mais florido.

Como presente, as meninas tiraram a manhã toda para se divertirem na marolas, na qual as séries chegavam ao meio metro – foi diversão garantida para todas! E, para presenteá-las neste mês exclusivo delas, nada melhor que uma session de fotos dentro d’água em parceria com o surfista profissional e fotógrafo Allan Gandra.

O clima estava super agradável, pois houve uma conexão incrível entre as surfistas, fotógrafo e natureza. Céu azul, água quente e uma manhã totalmente reservada para elas, sem crowd e o resultado disso tudo está nas fotos a seguir. Vale a pena conferir!

Por: Click Board

Fotógrafo: Allan Gandra

Contato: allangandra@yahoo.com.br / 9640-88696

 

Bells Beach, para os mais experientes

Bells Beach, Victoria, AustraliaBells Beach é uma localidade costeira do estado de Victória, Austrália pertencente à área do governo local de Surf Coast Shire famosa por suas praias.

Distante 100 quilômetros de Melbourne, Bells Beach é uma importante praia de surf, tendo sediado o Clássico de Surfe de Bells Beach desde 1961, evento que tornou-se competição profissional em 1973 e que hoje sedia uma das etapas do WSL.

 

 

 

Pra quem visita a região em busca de aventuras e altas ondas, um conselho é dirigir pela Great Ocean Road, em Victoria, lar do surf mundial em Bells Beach e das íngremes montanhas de calcário dos Doze Apóstolos. Esta espetacular região também oferece aldeias de pescadores, migração de baleias, naufrágios, praias de areia dourada, florestas tropicais e parques nacionais. Com ondas monstruosas, a área é adequada apenas para surfistas mais experientes.

 

The-Great-Ocean-Road-Victoria-Australia              Great Ocean Road, Victoria, Australia

 

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