Johanne Defay é a campeã no Vans US Open feminino 2015

Diga mais galera do bem!

Pré-meditamos que essa etapa ia ser quente, e realmente foi. Muitas novidades e reviravoltas que ninguém imaginava.

Conforme falamos na publicação passada e falando só de surf, essa etapa foi decisiva para a sexta etapa do CT femino e  QS masculino.

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A etapa de CT feminino aconteceu durante os dias Jul 27 – Ago 02 , revelando talentos em suas melhores performances. Começamos com uma novidade na qual a top atleta Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão de um free surf na Austrália (sua terra natal) e, tristezas a parte algumas atletas podem ter se considerado com sorte… uma delas Silvana Lima que a pouco tempo atrás fechou uma parceria super bacana com a operadora de telefonia brasileira OI. Uma mulherada que vem na fúria por uma busca por pontuação e melhor colocação no ranking da liga mundia também… Tyler Wright que estava defendendo seu título desta mesma etapa em 2014, Carissa Moore até então detentora da primeira colocação até o momento, Sally… nuossa mas é muita muié… 🙂

Brincadeira a parte, a mulherada vem mostrando muita garra e determinação em seus desempenhos, e muitos rostinhos bonitos andam tomando destaque desde então. Por sinal, quem teve a oportunidade de entrar nessa disputa, foi Chelsea Tuach no lugar de Gilmore.

Os primeiros rounds não mostranram pontuação com médias altas, e nenhum novidade com as vitórias das primeiras baterias. Saiu então na frente pulando direto para o 3. round: Malia Manuel, Coco Ho, Nikki Van Dijk,  Courtney Conlogue, Johanne Defay (mostrando pra que veio e apresentando a primeira nota relevante da etapa, 9.27) e Tatiana Weston-Webb. 

Uma disputa sem muitas surpresas, no segundo round terminou de determinar as demais feras. Mas as bateria seguiram até as semifinas mais mornas, e sem querer querendo nos deparamos com a francesa Johanne Defay X BiancaBuitendag, Sally Fitzgibbons X Courtney Conlogue.

Garanto também de que não foi muita surpresa Sally e Courtney conlogue avançarem a estas etapas… essas duas são atletas super completas e que mandam muito bem nessas condições do mar, mostrando muito domínio nas ondas em suas pranchas…Mas…. não foi bem por aí..

Em uma final super diferente (até então vista),tivemos a final com Sally X Johanne. Confesso que estava apostando ou na Sally ou na Conlogue de começo… mas conforme as chaves foram direcionando a competição…. jurava qualquer cenário… mas não achava nem de longe que Deffay levaria essa (meu Fantasy que o diga rssss).

Não digo isso por não merecimento,mas sim pelo destaque que Johane levou nessa etapa… posso resumir em uma fase bem pequenina: ELA MERECEU! Soube tirar grande aproveitamento de oportunidades que apareciam.

Com esse resultado, Carissa Moore desce para segunda posição, ficando atrás de Courtney Conlogue, Sally Fitzgibbons em terceiro, bianca Buitendag em 4.,  Lakey Peterson em 5. e Johane Dafay subiu 5 posições ocupando a sexta posição.

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Veja aqui a final entre Defay e Sally

 

Acho que é isso… Próximo CT Feminino, ainda na Califa mas lá pro dia 09 de Setembro.

Pra não ficar com saudades, temos os QS, que tal??

 

ALOHA!

 

 

 

J-Bay Open 2015, com direito a tubarão e final cancelada

Qual a boa galera?

Acabamos de passar pela fase mais casca grossa do campeonato.

De certo que essa etapa em Jeffreys Bay na África já era esperado uma fase difícil devido as condições climáticas, e algumas particularidades – ao ponto que a elite feminina nem compete essa fase.

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Esse ano o swell não acontecia, e o prazo dessa 6a. fase foi esticada até seu tempo limite (08-19 de Julho/2015). E, os competidores tiveram que aproveitar oportunidades únicas dentro das possibilidades.

Michael February (ZAF) foi o atleta convidado da etapa.

Devido as condições as pontuações médias das bateria não forma muito altas, mas há quem conseguiu aproveitar oportunidades (e sorte), dentre eles Nat Young, Kelly Slater, Gabriel Medina, Alejo Muniz,Julian Wilson entre alguns outros experts.

Devagarzinho a equipe de Brazilian Storms fora se classificando para as finais, fazendo com que Gabriel Medina Adriano de Souza e Mineirinho chegassem até as quartas de final, mas parou aí. Os veteranos Kelly Slater e Mick Fanning disputaram entre si, em uma batalha acirradíssima na semi-final.

Como se não bastasse tantas emoções, a final dessa etapa foi um marco na história da liga. Na final a disputa já estava marcada: Mick Fanning X Julian Wilson iniciaram a última bateria e, na prioridade de Fanning, esperando uma onda fomos todos surpreendidos (ele mais inda) por um tu-tu-barão. Sim! O mundo inteiro presenciou um real shark attack. Confira no vídeo:

Por muita sorte nada aconteceu (além do susto e um leash mordido). O resgate agiu rápido e para alívio geral, Fanning saiu da água inteiro, sem ferimentos, assim como Julian, que havia surfado em direção ao amigo para tentar ajudar.

Passado o terror, Fanning, na lancha, mas ainda assustado, deu seu relato sobre o incidente:

Era dos grandes. Eu estava sentado, parado e comecei a sentir algo ficar preso na cordinha da minha perna e instintivamente eu pulei, tentando escapar. Mas ele começou a atacar minha prancha, eu comecei a gritar e socá-lo. Eu só vi barbatanas, não vi dentes. Eu estava esperando os dentes em mim. Chutei a traseira dele” – disse Fanning, assustado, mas mantendo o bom humor.

A organização da WSL se reuniu com Fanning e Julian e deidiram não realizar mais a final. Ambos aceitaram ficar com a pontuação de 2º colocado e dividir a premiação, com cada um recebendo 70 mil dólares. Com isso, Adriano de Souza, o Mineirinho, seguiu como líder do ranking. Os dois australianos eram os únicos dos competidores a chegar nas quartas de final que poderiam passar o brasileiro na tabela, caso fossem campeões do evento.

Imagem aérea do ataque de tubarão a Mick Fanning na final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)

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Wiggolly Dantas

Kelly Slater

Mick Fanning

 

Agente se vê por aí. Com, ou sem tubarão.

ALOHA! 🙂

Vans US Open of Surfing

Essa é etapa é um dos grandes sonhos, pois imagine a fórmula perfeita:

VERÃO + CALIFÓRNIA + SURF + SKATE + BMX + HARDCORE = ♥

A etapa acontece em Huntington Beach, uma cidade localizada no litoral de Orange (condado), na Califórnia-EUA e é conhecida pelos seus 14 quilômetros de praia, clima suave, e ondas propícias para a prática de surf, e é muito famosa por originar bandas como The Offspring.

Com um longo histórico de surf competitivo dese 1959, o Vans US Open of Surfing evoluiu para um dos maiores festivais de desportos de ação no país, que para além do surf apresenta skate de classe mundial, BMX, lojas e exposições de arte.

O Vans US Open of Surfing está confirmado no calendário (27 Julho – 02 Agosto), conforme anunciado pela World Surf League (WSL). Será um evento QS10000 para os homens e uma etapa do Championship Tour para as mulheres. E ainda haverá uma prova do calendário júnior.

“Huntington Beach tem uma longa tradição no surf profissional e estamos entusiasmados pela parceria com a IMG e a Vans a longo prazo”, disse o CEO da WSL, Pau Speaker. “Esta prova é uma plataforma fantástica para mostrar o surf profissional na Califórnia e queremos ver os melhores do mundo na água este verão.”

O acordo com a IMG inclui também contratos de longa duração para a realização do Hurley Pro Trestles (CT masculino em setembro) e o Australian Open of Surfing, um QS6000 em Manly Beach, em fevereiro.

Com muita atitude,  O  US Open of Surfing é um dos maiores eventos no cenário do surf e  atrai milhares de pessoas para o centro de Huntington Beach neste período.

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O cais de Huntington Beach

HISTORICO DO CT FEMININO

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Se fosse acompanhar as etapas em paralelo com as competições masculinas, essa etapa era para acontecer em J Bay-AFR. Mas devidas as rígidas condições climáticas (falando de frio e swell pesadíssimo.  Haaa.. e sem esquecer os tubarões), essa etapa do campeonato feminino acontece na casa do surf: Califórnia.

 

 

A cidade do surf sedia as competições femininas desde 1990, mas em especial o Champions Tour (CT) nos últimos anos. Huntington Beach está sendo o cenário perfeito para revelar talentos prodígios da elite do surf.

QUEM JÁ FOI CAMPEÃ

201: Johanne Defay (FRA)

2014: Tyler Wright (AUS)

2013: Carissa Moore (HAW)

2012: Lakey Peterson (EUA)

2011: Sally Fitzgibbons (AUS)

Confere aí o trailler da edição desse ano, e vai entrando na vibe!  😉

E aqui, o melhor do Instagram da galera na edição de 2015.

E aí, nos encontramos na edição de 2016?

ALOHA!

FONTE: Vans US Open

Os deuses do paraíso Sally e Wright, Fiji Pro 2015

Mahalo amantes do surf!

Para quem acompanhou esta última fase do CT de Fiji Pro 2015, foi persistente e sentiu todo tipo de emoção. Desde o flat que seguiu por dias, liderança de baterias inesperadas, muita onda boa e grandes também, e muito desempenho dos melhores atletas do mundo.

O espetáculo da vez aconteceu nas ilhas Fiji, um paraíso protegido por deuses, e envolvidos por um grande misticismo  de lendas e contos da tradição (muitas de origem polinésia) do povo fijiano, até mesmo uma louca história de se exatamente em Fiji o último lugar que chegou a praticar o canibalismo. (UI!)

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FOTO: WSL / Kirstin

Os atletas foram recebidos em uma tradicional cerimonia do Kava, na qual servem bebida tradicional da paradisíaca ilha, para a abertura da quinta etapa do campeonato mundial de surf.

Com grande expectativa foi esperado grandes ondulações, mas não foi bem assim que ocorreu em Tavarua.

 

CAMPEONATO FEMININO

A etapa feminina iniciou no dia 01 e terminou no dia 05 de junho, e o título estava sendo defendido pela australiana Sally Fitzgibbons.

Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão da fase de Margareth River na Austrália, e tivemos a atleta convidada ahavaiana Mahina Maeda.

O mar não estava grande, mas estava maior que es etapas passadas, mas muitas atletas conseguiram ter um bom aproveitamento das ondas,como a Tatiana Weston-Webb, Johanne Defay que garantiram boas notas no decorrer das baterias. Nas quartas se destacaram  Sally Fitzgiboons e Bianca Buitendag, que se mantiveram até as finais.

Sally mandou muito desde o começo, e defendeu seu título e foi bi-campeã em Fiji, mesmo com o tímpano perfurado (guerreira!)

Veja como foi as disputa entre Sally Fitzgiboons(9.23 / 9.33) X Bianca Buitendag (6.9 / 7.5)

Caissa Morre ainda lidera o ranking mundial, seguido de Courtney Conlogue e Sally que garante a terceira posição.

WSL, Fiji Pro 2015

Foto: WSL

 

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CAMPEONATO MASCULINO

Com muito custo o swell demorou para se  formar, mas aos poucos chegou chegado e nos proporcionou grades surpresas até o final dessa etapa.

A equipe do Brazilian Storm contou com Alejo Muniz, Wiggolly Dantas, Felipe Toledo, Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Jadson Andre e Italo Ferreira e houve muita disputa entre atletas brasileiros.

As ondas fijianas que demoraram a aparecer, começaram a mostrar sua força, e poucos atletas conseguiram se destacar (digo… em pontuações mais altas)… E, desde o início os gringos mostraram mais força para esta etapa.

Italo Ferreira eliminou o Mr. Mito Slater no quinto round, e neste mesmo round Owen Wright cravou 2 primeiras notas 10 (sim, houve outras….). Italo e Wigolly foram os únicos brasileiros chegar até as quartas de final – mas também, foi só até aí.

Owen Wright  deu mais uma “brilhada”  na cena nas semi-finais (9.43 e 7.5), até finalizar o australiano Julian Wilson nas finais (4,67 e 4,67) com mais duas notas perfeitas 10.

Fiji Pro 2015 mostrou mais uma vez o grande desafio de nossos brasileiros com ralação o nível e qualidade do surf mundial. Entretanto, Mineirinho continua liderando o ranking da liga mundial, seguido de Felipe Toledo e Owen Wright.

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WSL, Fiji Pro 2015

Fotos: WSL

Próximo CT, em J-Bay Open na África promete e exigirá muito mais desses atletas… digo.. apenas os masculinos. Pois a condição do mar nesse local é tão casca grossa que a mulherada competirá o Vans US Open na Califórnia/USA.

Estamos acompanhando TUDO!

Fotos: WSL

Um show de surf no WCT4, Oi Rio Pro 2015

Do dia 11 a 22 de maio o mar da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, recebeu grandes atletas internacionais, e claro… brilharam muito nossos atletas brasileiros.

 

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Nessa etapa do Oi Rio Pro 2015, as condições climáticas foram satisfatórias para que o evento fosse realizado. Particularmente senti falta de condições mais agressivas, a fim de explorar todo o potencial dos competidores. Tanto que não foram compatíveis para Kelly Slater, Mick Fanning e John John Florence, que foram eliminados no decorrer das etapas.
Nessa etapa, nosso Brazilian Storm foi muito bem representado por Wiggolly Dantas, Gabriel Medina, Italo Ferreira, Mineirinho, Alejo Muniz, Jadson André, Filipe Toledo, Miguel Pupo e os convidados David do Carmo e Alex Ribeiro.
Equipe tão bem representada que não poderia ser diferente.
Nas primeiras baterias Filipinho e Mineirinho já apontaram grandes notas logo no primeiro round. Obviamente os gringos não deixaram por menos, e John John Florence meteu-lhes duas ondas de grande aproveitamento (round 3 com 9.77 e 9.00). Houve também muitas disputas entre brasileiros.
Filipinho tomou dianteira e bem devagar passou pelas semi-finais, e mostrou todo seu potencial e auto-controle na final com o australiano Bede Durbidge. Duas onda fenomenais com domínio de seus firmes aéreos. Garantindo as maiores notas dessa etapa: 10.00 e 9.87.
Com essa vitória, Filipe Toledo passa para a segunda posição no ranking mundial, logo atrás e não muito distante de Mineirinho.
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COMPETIÇÃO FEMININA

Para as mulheres as condições cariocas foram favoráveis, para a competição.
O Brasil, foi muito bem representado pelas brasileiras e super guerreiras Silvana Lima e a convidada Luana Coutinho.
Essa etapa uma de nossas favoritas, Stephanie Gilmore não pode competir, depois de uma lesão na última etapa na Austrália. Enfim… a encontraremos em Fiji… Para alegria de algumas (ou não).
Lakey Person mostrou bom desempenho com pontuação um pouco acima da média com suas ondas, Silvana Lima mandou bem ate o round 4, e uma de nossas queridinhas Carissa Moore foi eliminada na semi-final.
Modestia a parte, tivemos uma boa final entre Bianca Buitendag e Courtney Conlogue, que acabou levando o troféu da Cidade Maravilhosa.
Courtney garante sua segunda vitória seguida nas disputas dos CTs e garante a segunda posição no ranking mundial, depois de Carissa Moore.
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Foto:WSL

Novos favoritos em Margaret River, WCT 2015

Mais um post fresquinho sobre as novidades do maior campeonato de surf do planeta WCT. Essa terceira etapa em Margaret River foi diferente das demais falando de emoção e novos destaques.

As condições climáticas foram melhores que as etapas passadas em Gold Beach e Bells Beach. Nos proporcionou tubos e grandes oportunidades pra diversos atletas destacarem-se dos demais que disputam como favoritos nessa etapa do WCT #3 Drug Aware Margaret River Pro 2015, no período de 14 a 23 de abril.

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Essa etapa surpreendeu a muitos. Tanto a espectadores, quanto para os atletas que competiram o CT#3 em Margies River. E vou além, principalmente para a equipe que compõem o time Brazilian Storm, que ficaram logo no começo do caminho.

Kelly Slater brilhou muito no 3. round (9.5 e 10), e no 4. round já começaram a despontar alguns favoritos: o Havaiano John John Florence, Nat Young, Taj Burrow e Slater se garantiram logo de cara para as quartas de final.
Na repescagem os atletas mostraram alto desemprenho e isso resultou em boas notas médias de baterias, e o Mineirinho foi o único brasileiro que se classificou para competir as quartas também. E, para surpresa de muitos Mineirinho (6.83 e 8.9) competiu a última bateria das quartas com Kelly Slater (2.83 e 7.13), e ganhou com 5.77 de vantagem.
Com o coração na mão nesta final masculina entre Adriano de Souza (BRA) e John John Florence (HAW), competiram em uma disputa apertadíssima. JJ Florence pegou muitas ondas, com o objetivo de gerar oportunidades em busca de maiores notas, surfou muito bem mas muitas vezes não conseguia finalizar, segurando suas maiores notas 7.87 e 9.0. Já o brasileiro Mineirinho apresentou muita técnica e concentração nessa bateria e na etapa como um todo, ganhou de seu oponente com uma vantagem de 0.66 com apenas 3 ondas.
Com essa vitória Adriano de Souza lidera o ranking mundial do CT de 2015, seguido por Mick Fanning na segunda posição e Filipe Toledo em terceiro. Vamos lá, Brasil dominando o universo do surf.

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COMPETIÇÃO FEMININA

Final de grande emoção e grandes oportunidades, a competição feminina provou que há muita garota com grandes potenciais e muito talento.

Para início de conversa – tristeza para alguns e alegrias para algum(as) – uma das favoritas da liga Stephanie Gilmore se machucou e não competiu, abrindo vantagem para a brasileira Silvana Lima e algumas outras garotas, como Malia Manuel (HAW), Bianca Buitendag (ZAF) e Courtney Conlogue (USA) que conseguiram chegar as quartas (não desmerecendo seu desempenho, pois toda performance é merecedora devido grande esforço e dedicação de todas as atletas).

Destaques também para Tatiana Weston-Webb (round#2 9.03 e 9.27) Sally Fitzgibbons (round#3 9.50 e 9.30) que surfaram com muita garra nas quartas. A havaiana Carissa Moore mostrou pra que veio desde o início, mantendo ótimo aproveitamento desde o início, segurando maiores médias nas baterias que competiu.

A semifinal foi de grande emoção quando Carissa Moore competiu e ganhou por  0.46 a primeira bateria da semifinal com a australiana Sally Fitzgibbons, que quase ganha de último momento. Courtney Conlogue chegou aos poucos, sem chamar atenção (mentira, porque ela meteu um 9.0 em cima de Malia Manuel, ganhando a bateria). Até o ponto que competiu a grande final de Margaret River em 2015 com Carissa Moore, na qual defendia sua vitória do último campeonato de 2014.

Nos últimos momentos, o mar não proporcionou boas ondas, e Courtney Conlogue garantiu seu lugar ao pódio, com muita humildade e merecimento (e sorte ), chegou a garantir uma posição no ranking mundial, passando para segunda colocada. Você pode conferir aqui.

 

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Fotos: WSL

Próxima etapa agora promete, e muito.

Muitas emoções nos aguardam no OI Rio Pro, na cidade maravilhosa. ALOHA!

* Fontes: WSL, Canal Woohoo

Saiba quem foram os campeões em Bells Beach, WSL 2015

bells beah rip curl pro 2015Imagem: WSL

Para quem não companhou as últimas notícias sobre o maior campeonato mundial de surf, o WCT, e não está por dentro de quem balançou o sino nesta terceira etapa de 2015 em Bells Beach – uma das provas mais tradicionais do circuito –  compartilhamos este artigo para lhe manter sobre tudo que aconteceu.

Devido as más condições climáticas, essa etapa se estendeu pois não houveram ondas boas suficiente para atender o padrão WSL (a natureza não contribui para isso). Este CT#2 Rip Curl Pro Bells Beach iniciou-se em 01 e foi até 12 de Abril.

COMPETIÇÃO MASCULINA

Competições apertadas desde o começo. Brasil representado pelos meninos do Brazilian Storm em peso,  Gabriel Medina, Adriano de Souza (Mineiro) Filipe de Toledo (Filipinho),  Miguel Pupo, Jadson André, WiggollyDantas, Italo Ferreira, competindo com grandes nomes do surf mundial Kelly Slater e Mick Fanning, entre outros diversos atletas e promessas. Entre as disputas os brasileiros Medina e  Mineiro se destacaram e chegaram até as finais (no detalhe: Medina eliminou Kelly Slater na primeira bateria da 5a. Rodada). Abaixo um overview do que rolou nas rodadas finais. Final muito boa com Fanning e Mineiro, e com resultados super apertados, Fanning levou a melhor. Além de balançar o sino em Bells Beach, disputa a liderança do ranking mundial e mantem-se empatado com o brasileiro Filipe Toledo.

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COMPETIÇÃO FEMININA

Ao contrário do circuito masculino onde há grande ícones e grande ‘ equipe’  brasileira, na competição feminina é difícil apontar favoritas ao título diante de tantos talentos e histórico equilibrado.

A maior campeã da história do WSL (antiga ASP) de Bells é a norte-americana tetracampeã mundial Lisa Anderson , que já venceu o evento quatro vezes. As expectativas para essa temporada ficou para Stephanie Gilmore, onde ela poderia igualar a marca de vitórias de Lisa. A hexacampeã mundial já faturou a prova 3 vezes, em 2007, 2008 e 2010.

De outro lado defendendo a bandeira brasileira, a cearense Silvana Lima foi a primeira brasileira da história a vencer essa prova. O feito aconteceu em 2009 e na ocasião Silvana desbancou Stephanie Gilmore numa bateria de tirar o fôlego. Silvana chegou em Bells embalada por sua performance na primeira prova do ano, na qual ficou em quinto lugar, e com muita garra tentou mais uma vitória. Mesmo com boa pontuação no decorrer das baterias, infelizmente não conseguiu ir para as quartas de final. Na quarta etapa perdeu para a americana Lakey Peterson, precisando de 9.27 pontos.

Final eletrizante e difícil entre Carissa e Gilmore, devido as condições do mar. As escolhas das ondas certas foi super crucial para a pontuação de cada um. Carissa acabou levando a melhor e balançou o tão disputado sino de Bells Beach, e mantendo a liderança isolada no ranking mundial.

 

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Parabéns para os campeões dessa etapa, e vamos com força total para Margaret River.

ALOHA!

* Fontes: WSL, Canal Woohoo

Havaiana Carissa Moore é a campeã em Gold Coast

Apesar da etapa feminina do WSL acontecer em em Gold Coast – Austrália,  a havaiana Carissa Moore venceu a favorita da torcida e rainha do surf feminino Stephanie Gilmore nas ondas de Snapper Rocks, abrindo assim o circuito mundial feminino de 2015. Carissa teve uma atuação exemplar na final, conquistando o título com uma vitória por 18,43 a 15,50.

Estavam também cotada como uma das favoritas –  a detentora da única nota 10, a brasileira Silvana Lima que retornou com grande entusiasmo, completando aéreos em todas suas baterias, entretanto, a australiana Stephanie Gilmore estava em plena forma na defesa do título da etapa e barrou a brasileira nas quartas de final.

gold_coast (1)Público comparece em bom número a Snapper Rocks, na Gold Coast australiana (Foto: Divulgação/WSL)

Felipe Toledo, o caçula nota 10

Gabriel Medina? Mick Fanning? John John Florence? Kelly Slater? Esqueça os quatro primeiros colocados do Circuito Mundial de Surfe (WCT) no ano passado. O vencedor da tradicional etapa de Gold Coast, que abriu a temporada 2015 da Liga Mundial de Surfe (WSL), não tem o peso dos grandes nomes do esporte no momento, mas promete escrever uma bonita história em um futuro não tão distante. Filipe Toledo, ou Filipinho, como preferir, derrubou favoritos, ignorou torcedores locais, passou por cima de qualquer previsão precoce e faturou o cobiçado título na lendária praia de Snapper Rocks, nesta sexta-feira, na Austrália. Mas quem é Filipe Toledo?

Para começar, é necessário ressaltar que o jovem de 19 anos, nascido em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, é simplesmente o mais novo dos 34 surfistas que disputam a elite do esporte em 2015. Só isso. E ele ganhou na Gold Coast. Mas não foi uma simples vitória… Filipinho deu show em um dos picos mais conceituados do planeta.

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Depois de derrota para Dusty Payne e Adriano de Souza na primeira rodada (que não é eliminatória), o brasileiro emendou uma sequência de triunfos dominantes sobre rivais como Adam Melling, Kolohe Andino, Jordy Smith, Matt Wilkinson, Bede Durbidge, Adriano de Souza e Julian Wilson. Tudo foi coroado com uma nota 10 na última onda do campeonato.

Filipinho é um dos principais expoentes da chamada Brazilian Storm (ou “Tempestade Brasileira”), como é chamada a atual e promissora geração do surf brasileiro. Ela tem Gabriel Medina como maior nome, Adriano de Souza como o mais experiente, e Miguel Pupo, Jadson André, Ítalo Ferreira e Wiggolly Dantas como excelentes valores. Dos quatro semifinalistas na Gold Coast, três eram brasileiros (Pupo, Toledo e Souza). Deles, só o caçula sobreviveu. Isto espantou. O site da WSL, por exemplo, classificou como “expressiva” a vitória de Filipinho na Austrália. “Você ainda está impressionado?”, perguntava a manchete da publicação, ainda atônita com o triunfo do jovem.

Quem acompanha a carreira do jovem, contudo, sabe que não… a vitória dele na Gold Coast não é tão surpreendente assim. Filipinho está em franca evolução na ainda curta carreira e pode fazer verdadeiros estragos na elite mundial daqui a alguns anos. O brasileiro foi o 17º colocado no WCT do ano passado e terminou 2014 como líder do ranking da WQS – espécie de categoria de acesso do surfe. A participação na WSL de 2015 é apenas a terceira da carreira do ubatubense, que ingressou entre os “gigantes” do esporte com somente 17 anos – ele foi 15º colocado em 2013.