Maiô, cropped e topzinho para o surf

Pessoal, tranquilo?

Hoje trataremos de um assunto que muito interessa a grande parte da audiência de nosso blog.

Você garota exxxperta que possui grande relação com o mar atrelado à algum esporte super bacanudo. Já deve ter procurado algo super funcional para você pegar suas ondas. Não? Então vamos partir para alguns processos que precisamos pensar…

 

  1. Com que roupa eu vou?

Primeiramente entendemos que, pegar onda (seja lá como) não dá para ser uma tarefa a ser executada de biquini, ainda mais se você curte um biquini mais cavado. Aí, vendo algumas de nossas ídalas do mar, podemos identificar algumas possibilidades na busca do wetsuit perfeito. Entenda:

Long john – em sua maioria, são peças inteiriças para proteger o corpo por completo. Geralmente são de neoprene (material emborrachado) com maior espessura para a proteção do frio.

Short john – peças em neoprene também entretanto com as pernas em formato de shorts (em algumas variações os braços podem ser de manga curta e até mesmo regata).

Maiô – geralmente são peças de lycra, mas às vezes pode ser de neoprene também. Um pouco mais cavado, pode ser em formato de regata ou então de manga longa (soy suspeita pra falar; mas muito amor pelas peças de manga longa, pois protegem do sol também).

Claudinha Gonçalves, veste maiô manga longa de lycra Seaster Sunset Ocean

Camiseta – peças de manga curta ou longa, podem ser de neoprene e lycra.

Jaqueta – assim como o nome já diz, são como camisetas de manga longa, mas com zíper frontal. Podem ser de neoprene, neoprene-malha ou lycra.

 

Jaqueta neoprene-malha Sal Store Wind and Sea.

Top – há quem prefira peças menores. São peças mais parecidas com a parte de cima do biquini (frente única, trançado, amarrado, anyway). Geralmente  são peças de lycra, mas há marcas que trabalham com neoprene também.

Top Seaster para surfar

Top Seaster para surfar

Cropped – peças geralmente de lycra. Pode ser regata, manga curta ou manga longa (meu preferidos). Por ser tendência de moda nesse verão,  acaba se tornando uma peça super multi-uso dentro e fora da água.

Conjunto cropped manga longa e tanga Sal Store Capsule Collection.

Sunguete, sunquini, hot pant – peças em lycra ou neoprene, para serem utilizadas na parte inferior. São as calcinhas de biquini retrô, também tendência de verão. Pode ser utilizado por cima de peças menores de biquini.

Conjunto Cropped e Sunguete

Conjunto Cropped e Sunguete

 

2. Mas funciona?

Meo Deos! E agora?

Entenda o que você precisa garota! Entendo que a peça precisa vestir bem e ser bonita SIM, mas é necessário que ela tenha uma função e que atenda a sua necessidade. A minha no caso era não queimar os bracinhos e da exposição indevida do corpo (rssss).

 

3. ok, mas e…??

Em sua grande maioria, as peças de neoprene não são baratas, principalmente porque são as grandes super marcas que vendem, estas, por sua vez você encontrará em surfshops ou lojas especializadas.

Há muitas garotas de talento que fazem peças exclusivas, com materiais de responsa e qualidade. Dependendo da sua necessidade conseguem atendê-las com facilidade.

Para tirar a provas dos nove, dá uma chegada na nossa loja. Você poderá conferir algumas peças da nossa parceira Tati da Mata com a sua marca que deixa os oceanos mais coloridos, a Sicrupt. Peças pensadas em mulheres de formas reais e de filosofia livre, feitas com carinho em todos os detalhes.

Boa queda!

Esperamos ter ajudado em sua escolha.

ALOHA!

Expo Mundo Surf

Boas novas nação do bem!

Para amantes do surf, o Shopping Metrô Tatuapé em São Paulo está com uma exposição especial, a Expo Mundo Surf.

Lá você encontrará um pouco da história e atletas que ajudaram na evolução do esporte, de Duke (1779) a Medina (2014). Estão expostos também imagens fantásticas dos principais picos como Hawaii, Tahiti Califórnia entre outros… Para quem ainda não viu de perto é uma super oportunidade de ficar próximo das super-pranchas de bigwaves (como as tão famosas Maveriks).

Quiver Brazilian Storm

Quiver Brazilian Storm

E, para os fãs do Brazilian Storm, estão expostas as pranchas de todo o time: Gabriel Medina, Jadson André Wiggoly Dantas, Alejo Muiz, Adriano de Souza, Silvana Lima (pq ela é Brazilian Storm tambérm!), Filipe toledo, Ítalo Ferreira, Miguel Pupo e Ricardo dos Santos.

Tivemos o imenso prazer se sermos convidados pela Central Surf, a participar da cerimônia de abertura. Evento fechado, apenas para a galera envolvida. Foi uma recepção muito bem organizada, segurança, música ao vivo e muita gente bonita.

Tivemos que chegar cedo para poder encontrar com Adriano de Souza (o Mineirinho) na loja, que atualmente lidera o ranking mundial de elite. Foi uma oportunidade única em poder parabenizá-lo pelo seu incrível desempenho e desejar-lhe sorte pelo restante do campeonato até Pipeline (Hawaii).

Adriano de Souza (Mineirinho) na Central Surf Tatuapé

Para a noooosssa alegria, tivemos a surpresa da presença dos TOPS Filipinho, Pupo, Alejo e Bob Burnquist, e a família de Gabriel Medina (pais e irmã). Estavam também muitos talentos prodígios, atletas de posição de acesso e de demais categorias como SUP, longboard.

Houve uma homenagem de paz muito bacana em lembrança do surfista Ricardo Sousa.

Brazilian Storm em peso no evento!

Para fechar o evento, os irmãos Suplicy animaram a galera que alí ficaram pra fechar o evento, com as principais músicas do Brothers of Brazil e alguns sucessos antigos do Papito.

Quero agradecer de coração pela Central Surf e sua equipe em especial da unidade Tatuapé por considerarmos como clientes relevantes e nos proporcionar essa experiência. Foi realmente, muito muito bom.

 

COMPLEXO TATUAPÉ

SHOPPING METRO TATUAPE AVENIDA RADIAL LESTE, S/N – TATUAPÉ, SP

Entrada gratuita, segunda a domingo, 02 a 27 de setembro de 2015

 

ALOHA!

 

Johanne Defay é a campeã no Vans US Open feminino 2015

Diga mais galera do bem!

Pré-meditamos que essa etapa ia ser quente, e realmente foi. Muitas novidades e reviravoltas que ninguém imaginava.

Conforme falamos na publicação passada e falando só de surf, essa etapa foi decisiva para a sexta etapa do CT femino e  QS masculino.

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A etapa de CT feminino aconteceu durante os dias Jul 27 – Ago 02 , revelando talentos em suas melhores performances. Começamos com uma novidade na qual a top atleta Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão de um free surf na Austrália (sua terra natal) e, tristezas a parte algumas atletas podem ter se considerado com sorte… uma delas Silvana Lima que a pouco tempo atrás fechou uma parceria super bacana com a operadora de telefonia brasileira OI. Uma mulherada que vem na fúria por uma busca por pontuação e melhor colocação no ranking da liga mundia também… Tyler Wright que estava defendendo seu título desta mesma etapa em 2014, Carissa Moore até então detentora da primeira colocação até o momento, Sally… nuossa mas é muita muié… 🙂

Brincadeira a parte, a mulherada vem mostrando muita garra e determinação em seus desempenhos, e muitos rostinhos bonitos andam tomando destaque desde então. Por sinal, quem teve a oportunidade de entrar nessa disputa, foi Chelsea Tuach no lugar de Gilmore.

Os primeiros rounds não mostranram pontuação com médias altas, e nenhum novidade com as vitórias das primeiras baterias. Saiu então na frente pulando direto para o 3. round: Malia Manuel, Coco Ho, Nikki Van Dijk,  Courtney Conlogue, Johanne Defay (mostrando pra que veio e apresentando a primeira nota relevante da etapa, 9.27) e Tatiana Weston-Webb. 

Uma disputa sem muitas surpresas, no segundo round terminou de determinar as demais feras. Mas as bateria seguiram até as semifinas mais mornas, e sem querer querendo nos deparamos com a francesa Johanne Defay X BiancaBuitendag, Sally Fitzgibbons X Courtney Conlogue.

Garanto também de que não foi muita surpresa Sally e Courtney conlogue avançarem a estas etapas… essas duas são atletas super completas e que mandam muito bem nessas condições do mar, mostrando muito domínio nas ondas em suas pranchas…Mas…. não foi bem por aí..

Em uma final super diferente (até então vista),tivemos a final com Sally X Johanne. Confesso que estava apostando ou na Sally ou na Conlogue de começo… mas conforme as chaves foram direcionando a competição…. jurava qualquer cenário… mas não achava nem de longe que Deffay levaria essa (meu Fantasy que o diga rssss).

Não digo isso por não merecimento,mas sim pelo destaque que Johane levou nessa etapa… posso resumir em uma fase bem pequenina: ELA MERECEU! Soube tirar grande aproveitamento de oportunidades que apareciam.

Com esse resultado, Carissa Moore desce para segunda posição, ficando atrás de Courtney Conlogue, Sally Fitzgibbons em terceiro, bianca Buitendag em 4.,  Lakey Peterson em 5. e Johane Dafay subiu 5 posições ocupando a sexta posição.

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Veja aqui a final entre Defay e Sally

 

Acho que é isso… Próximo CT Feminino, ainda na Califa mas lá pro dia 09 de Setembro.

Pra não ficar com saudades, temos os QS, que tal??

 

ALOHA!

 

 

 

J-Bay Open 2015, com direito a tubarão e final cancelada

Qual a boa galera?

Acabamos de passar pela fase mais casca grossa do campeonato.

De certo que essa etapa em Jeffreys Bay na África já era esperado uma fase difícil devido as condições climáticas, e algumas particularidades – ao ponto que a elite feminina nem compete essa fase.

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Esse ano o swell não acontecia, e o prazo dessa 6a. fase foi esticada até seu tempo limite (08-19 de Julho/2015). E, os competidores tiveram que aproveitar oportunidades únicas dentro das possibilidades.

Michael February (ZAF) foi o atleta convidado da etapa.

Devido as condições as pontuações médias das bateria não forma muito altas, mas há quem conseguiu aproveitar oportunidades (e sorte), dentre eles Nat Young, Kelly Slater, Gabriel Medina, Alejo Muniz,Julian Wilson entre alguns outros experts.

Devagarzinho a equipe de Brazilian Storms fora se classificando para as finais, fazendo com que Gabriel Medina Adriano de Souza e Mineirinho chegassem até as quartas de final, mas parou aí. Os veteranos Kelly Slater e Mick Fanning disputaram entre si, em uma batalha acirradíssima na semi-final.

Como se não bastasse tantas emoções, a final dessa etapa foi um marco na história da liga. Na final a disputa já estava marcada: Mick Fanning X Julian Wilson iniciaram a última bateria e, na prioridade de Fanning, esperando uma onda fomos todos surpreendidos (ele mais inda) por um tu-tu-barão. Sim! O mundo inteiro presenciou um real shark attack. Confira no vídeo:

Por muita sorte nada aconteceu (além do susto e um leash mordido). O resgate agiu rápido e para alívio geral, Fanning saiu da água inteiro, sem ferimentos, assim como Julian, que havia surfado em direção ao amigo para tentar ajudar.

Passado o terror, Fanning, na lancha, mas ainda assustado, deu seu relato sobre o incidente:

Era dos grandes. Eu estava sentado, parado e comecei a sentir algo ficar preso na cordinha da minha perna e instintivamente eu pulei, tentando escapar. Mas ele começou a atacar minha prancha, eu comecei a gritar e socá-lo. Eu só vi barbatanas, não vi dentes. Eu estava esperando os dentes em mim. Chutei a traseira dele” – disse Fanning, assustado, mas mantendo o bom humor.

A organização da WSL se reuniu com Fanning e Julian e deidiram não realizar mais a final. Ambos aceitaram ficar com a pontuação de 2º colocado e dividir a premiação, com cada um recebendo 70 mil dólares. Com isso, Adriano de Souza, o Mineirinho, seguiu como líder do ranking. Os dois australianos eram os únicos dos competidores a chegar nas quartas de final que poderiam passar o brasileiro na tabela, caso fossem campeões do evento.

Imagem aérea do ataque de tubarão a Mick Fanning na final da etapa de Jeffreys Bay (Foto: Divulgação / WSL)

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Wiggolly Dantas

Kelly Slater

Mick Fanning

 

Agente se vê por aí. Com, ou sem tubarão.

ALOHA! 🙂

California Dreaming

O berço dos mais tops surfistas de toda a história, criaram os melhores skatistas e as melhores bandas de hardcore dos últimos tempos.

A Califa é um dos principais e mais procurados destinos de aventureiros que desejam fazer as melhores e mais completas surf trips pelo mundo. Com mais de 1,3 mil Km de costa recheados de ondas de alto nível, a Califórnia chama a atenção pelas belas praias, gente bonita e, pelo surf de primeira linha.

Poderia fazer um post mega para poder falar de cada ponto, de cada coisa bacana que é possível fazer lá (além do surf).

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Golden Gate, Califórnia

Mas vamos focar no surf, e em um futuro muito próximo voltaremos a escrever mais sobre essa terrinha de ouro. Ouro mesmo, tanto que a sua viagem (como turista) pode começar pela Golden Gate, um dos principais pontos turísticos do local.

 

 

 

A Califórnia é a fonte de inspiração de grandes atletas atuais, tanto que… várias etapas e CT e QS femininas e masculinas são realizadas em diversas praias.

As praias com pontos rochosos praias míticas da ensolarada Califórnia são ícones e podem ser descobertas e exploradas em duas semanas de viagem de surf no verão (isso se for apenas para uma surf trip heim? Senão precisará de mais tempo… fato)

A região permite que pessoas de todos os níveis possam aproveitar e divertir-se nas ondas, em especial no Sul da Califórnia. E a melhor época para uma surf trip perfeita é entre Setembro e Fevereiro. O swell por lá é constante o ano inteiro, mas essa é uma ótima data para enfrentar o mar sem crowd.

Se você não conhece esses principais picos já ouviu falar, e com toda a certeza passará a ser um destino em sua lista de desejos.

 

Big Sur Rivermouth, no Andrew Molera State Park. Visual lindo, ondas boas, paisagem de parque estadual com rio desaguando no mar.

Big Sur Rivermouth

Big Sur Rivermouth

Santa BarbaraRincón, direita perfeita, extensa, emparedada e com sessões tubulares.

– Malibu, LA  Cenário de cinema e seriados de TV, as suas praias são famosas por suas ondas de direita extensa e pouco cavada, bastante crowdeada pois é o paraíso dos iniciantes e longboarders.

Venice Beach, LA. uma praia que reúne turistas o ano todo. O calçadão da praia, Ocean Front Walk reúne diversos artistas de rua, skatistas e escultores. Suas praias são rochosas e isso faz com que suas ondas possuam a formação tubular, garantindo bons paredões.

Venice Beach, Califórnia

Venice Beach, Califórnia

 

Orange County (onde fica Huntington Beach, que disputa com Santa Cruz o título de lugar mais surf da Califórnia); Pier de Huntington Beach

Os triângulos pesados de The Wedge, em Newport Beach(uma das ondas mais famosas do mundo, aquela que o pessoal começa a onda de um lado do píer, atravessa pelo meio dele surfando e finaliza do outro lado. The Wedge (paraíso dos bodyboarders, esquerda triangular surreal que bate em um paredão de pedras e quebra um tubaço e rampas na beira da areia – todo mundo que pega onda já viu fotos e vídeos desse lugar).

San Clemente:  Lower Trestles (imperdível, é onde rola o mundial de surf todo ano, onda lendária).

Lower Trestles, em San Clemente, palco do circuito mundial de surf

San Diego: Blacks : Direita e esquerda, buraco, altos tubos, visual de falésias na praia.

Blacks Beach

Quanto à temperatura da água, na região de Los Angeles e San Diego ela é só um pouquinho mais amena do que na região de San Francisco até o Big Sur. No sul da Califórnia, um long John de 3 mm pode resolver o problema. Em San Francisco e região, o wetsuit tem que ser de 5 mm.

Pessoal, caso queiram mais conteúdo sobre alguma região, ou de algum assunto diferenciado… nos encaminhe sua sugestão para contato@hinaloha.com (adoramos!).

Agora…só lhe resta cantar…  “garota eu vou pra Califórnia..”.

ALOHA!

Vans US Open of Surfing

Essa é etapa é um dos grandes sonhos, pois imagine a fórmula perfeita:

VERÃO + CALIFÓRNIA + SURF + SKATE + BMX + HARDCORE = ♥

A etapa acontece em Huntington Beach, uma cidade localizada no litoral de Orange (condado), na Califórnia-EUA e é conhecida pelos seus 14 quilômetros de praia, clima suave, e ondas propícias para a prática de surf, e é muito famosa por originar bandas como The Offspring.

Com um longo histórico de surf competitivo dese 1959, o Vans US Open of Surfing evoluiu para um dos maiores festivais de desportos de ação no país, que para além do surf apresenta skate de classe mundial, BMX, lojas e exposições de arte.

O Vans US Open of Surfing está confirmado no calendário (27 Julho – 02 Agosto), conforme anunciado pela World Surf League (WSL). Será um evento QS10000 para os homens e uma etapa do Championship Tour para as mulheres. E ainda haverá uma prova do calendário júnior.

“Huntington Beach tem uma longa tradição no surf profissional e estamos entusiasmados pela parceria com a IMG e a Vans a longo prazo”, disse o CEO da WSL, Pau Speaker. “Esta prova é uma plataforma fantástica para mostrar o surf profissional na Califórnia e queremos ver os melhores do mundo na água este verão.”

O acordo com a IMG inclui também contratos de longa duração para a realização do Hurley Pro Trestles (CT masculino em setembro) e o Australian Open of Surfing, um QS6000 em Manly Beach, em fevereiro.

Com muita atitude,  O  US Open of Surfing é um dos maiores eventos no cenário do surf e  atrai milhares de pessoas para o centro de Huntington Beach neste período.

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O cais de Huntington Beach

HISTORICO DO CT FEMININO

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Johanne Defay defende título no Vans US Open Surfing Feminino.

Se fosse acompanhar as etapas em paralelo com as competições masculinas, essa etapa era para acontecer em J Bay-AFR. Mas devidas as rígidas condições climáticas (falando de frio e swell pesadíssimo.  Haaa.. e sem esquecer os tubarões), essa etapa do campeonato feminino acontece na casa do surf: Califórnia.

 

 

A cidade do surf sedia as competições femininas desde 1990, mas em especial o Champions Tour (CT) nos últimos anos. Huntington Beach está sendo o cenário perfeito para revelar talentos prodígios da elite do surf.

QUEM JÁ FOI CAMPEÃ

201: Johanne Defay (FRA)

2014: Tyler Wright (AUS)

2013: Carissa Moore (HAW)

2012: Lakey Peterson (EUA)

2011: Sally Fitzgibbons (AUS)

Confere aí o trailler da edição desse ano, e vai entrando na vibe!  😉

E aqui, o melhor do Instagram da galera na edição de 2015.

E aí, nos encontramos na edição de 2016?

ALOHA!

FONTE: Vans US Open

Os deuses do paraíso Sally e Wright, Fiji Pro 2015

Mahalo amantes do surf!

Para quem acompanhou esta última fase do CT de Fiji Pro 2015, foi persistente e sentiu todo tipo de emoção. Desde o flat que seguiu por dias, liderança de baterias inesperadas, muita onda boa e grandes também, e muito desempenho dos melhores atletas do mundo.

O espetáculo da vez aconteceu nas ilhas Fiji, um paraíso protegido por deuses, e envolvidos por um grande misticismo  de lendas e contos da tradição (muitas de origem polinésia) do povo fijiano, até mesmo uma louca história de se exatamente em Fiji o último lugar que chegou a praticar o canibalismo. (UI!)

dançarinos na cerimonia de abertura

FOTO: WSL / Kirstin

Os atletas foram recebidos em uma tradicional cerimonia do Kava, na qual servem bebida tradicional da paradisíaca ilha, para a abertura da quinta etapa do campeonato mundial de surf.

Com grande expectativa foi esperado grandes ondulações, mas não foi bem assim que ocorreu em Tavarua.

 

CAMPEONATO FEMININO

A etapa feminina iniciou no dia 01 e terminou no dia 05 de junho, e o título estava sendo defendido pela australiana Sally Fitzgibbons.

Stephanie Gilmore ainda não se recuperou da lesão da fase de Margareth River na Austrália, e tivemos a atleta convidada ahavaiana Mahina Maeda.

O mar não estava grande, mas estava maior que es etapas passadas, mas muitas atletas conseguiram ter um bom aproveitamento das ondas,como a Tatiana Weston-Webb, Johanne Defay que garantiram boas notas no decorrer das baterias. Nas quartas se destacaram  Sally Fitzgiboons e Bianca Buitendag, que se mantiveram até as finais.

Sally mandou muito desde o começo, e defendeu seu título e foi bi-campeã em Fiji, mesmo com o tímpano perfurado (guerreira!)

Veja como foi as disputa entre Sally Fitzgiboons(9.23 / 9.33) X Bianca Buitendag (6.9 / 7.5)

Caissa Morre ainda lidera o ranking mundial, seguido de Courtney Conlogue e Sally que garante a terceira posição.

WSL, Fiji Pro 2015

Foto: WSL

 

WSL, Fiji Pro 2015  WSL, Fiji Pro 2015

WSL, Fiji Pro 2015 WSL, Fiji Pro 2015

WSL, Fiji Pro 2015  WSL, Fiji Pro 2015

CAMPEONATO MASCULINO

Com muito custo o swell demorou para se  formar, mas aos poucos chegou chegado e nos proporcionou grades surpresas até o final dessa etapa.

A equipe do Brazilian Storm contou com Alejo Muniz, Wiggolly Dantas, Felipe Toledo, Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Jadson Andre e Italo Ferreira e houve muita disputa entre atletas brasileiros.

As ondas fijianas que demoraram a aparecer, começaram a mostrar sua força, e poucos atletas conseguiram se destacar (digo… em pontuações mais altas)… E, desde o início os gringos mostraram mais força para esta etapa.

Italo Ferreira eliminou o Mr. Mito Slater no quinto round, e neste mesmo round Owen Wright cravou 2 primeiras notas 10 (sim, houve outras….). Italo e Wigolly foram os únicos brasileiros chegar até as quartas de final – mas também, foi só até aí.

Owen Wright  deu mais uma “brilhada”  na cena nas semi-finais (9.43 e 7.5), até finalizar o australiano Julian Wilson nas finais (4,67 e 4,67) com mais duas notas perfeitas 10.

Fiji Pro 2015 mostrou mais uma vez o grande desafio de nossos brasileiros com ralação o nível e qualidade do surf mundial. Entretanto, Mineirinho continua liderando o ranking da liga mundial, seguido de Felipe Toledo e Owen Wright.

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WSL, Fiji Pro 2015

Fotos: WSL

Próximo CT, em J-Bay Open na África promete e exigirá muito mais desses atletas… digo.. apenas os masculinos. Pois a condição do mar nesse local é tão casca grossa que a mulherada competirá o Vans US Open na Califórnia/USA.

Estamos acompanhando TUDO!

Fotos: WSL

A primeira prancha de surf

Olá surfers!

Aqui estamos nós, com uma dica essencial para quem está pensando em cair no marzão.

O surf é um esporte que exige mesmo que pouco, o equipamento adequado. E,  é essencial para que não se tenham frustrações logo no início, que esse equipamento seja o correto para você. Estamos falando de variáveis que influenciam a escolha – limitações, porte e condicionamento físico, na qual varia de pessoa para pessoa.

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A prancha de surf é o principal equipamento, e temos que tomar a decisão certa quanto a sua escolha. Pois, além do investimento que muitas vezes não é baixo, é a escolha certa que nos ajudará a evoluir em desempenho.

Para quem está começando, o ideal é que seja uma prancha maior, mais larga e mais espessa. Isso porque essas medidas deixam a prancha mais estável, mais fácil para remar e entrar na onda e principalmente, para ficar em pé. O peso também é um fator importante, por isso sempre considere escolher uma prancha que suporte um peso maior que o seu, gerando melhor flutuação e facilitando a estabilidade em cima da prancha.

Todas as pranchas de surf são medidas em “pés” e “polegadas”.
1 PÉ = 30,48 CM = 12 POLEGADAS
1 POLEGADA = 2,54 CM

Daí vem as dúvidas, porque, para quem nunca sequer pegava jacaré na praia, ter que entender quais são as variações e especificações e espessura já é demais.

As pranchas são classificadas em :

– Longboard

– Gun

– Funboard

– Evolution

– Pranchinha

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O funboard – em torno de 7″ e 8″ (pés) – , possui maior área de bico (muitas vezes é arredondado), é o mais recomendado para iniciantes por obter todas as medidas mais largas, tornando a aprendizagem mais rápida e eficiente. O fun é o intermediário entre uma prancha e um longboard. Tem quase a velocidade e mobilidade de uma prancha, e estabilidade de um long.

Esse tipo de prancha proporciona uma remada fácil, e com mais consistência e estabilidade que uma pranchinha. E, é indicado para algumas situações:

 

1) A aprendizagem inclusive para crianças. É um tipo de prancha indispensável nas escolinhas de surf.

2) Surfistas mais pesados que não querem surfar de longboard mas necessitam de uma prancha com boa remada.

3) Surfistas que não surfam regularmente nem mantem atividade física constante e quando vão surfar necessitam de boa remada.

4) Longboarders que querem surfar mais radical para quebrar a rotina.

5) O retorno de quem ficou alguns anos sem surfar.

Uma outra opção é a fun evolution, essa é versão mais “radical” do funboard. O tamanho varia entre 6”8″e 8’0″ e a diferença básica em relação ao funboard está na largura do bico, que fica mais estreito e mais bicudo. Essa largura à menos deixa a prancha com menos remada que o funboard, porém com resposta muito melhor nas manobras. É sem sombra de dúvida a melhor opção para quem tem boa habilidade e já ( ou ainda) manda umas manobras mais iradas, mas também pode ser utilizada em aprendizagem de surfistas mais leves e por mulheres.

Vai uma palhinha de um vídeo que achei no Youtube, da diversão que uma fun proporciona (fun….fun….diversão.. entendeu? :D)

Não fique com dúvidas. Sugerimos procurar um shaper, para melhor sugerir o tamanho e especificações para você.

E, não esqueça que NÃO é só a prancha. Há outros acessórios essenciais, como leash (aquela cordinha que prende a prancha a perna), para não “perder”  a prancha e ter que ir buscar lá na beira toda vez que a onda passar, protetor solar porque mesmo na água você pode ser queimar (e muito) e claro, a parafina.

Decididas (os)?

Agora coragem, e nos vemos no inside …. de prancha!

ALOHA! 😉

 

Um show de surf no WCT4, Oi Rio Pro 2015

Do dia 11 a 22 de maio o mar da Barra da Tijuca do Rio de Janeiro, recebeu grandes atletas internacionais, e claro… brilharam muito nossos atletas brasileiros.

 

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Nessa etapa do Oi Rio Pro 2015, as condições climáticas foram satisfatórias para que o evento fosse realizado. Particularmente senti falta de condições mais agressivas, a fim de explorar todo o potencial dos competidores. Tanto que não foram compatíveis para Kelly Slater, Mick Fanning e John John Florence, que foram eliminados no decorrer das etapas.
Nessa etapa, nosso Brazilian Storm foi muito bem representado por Wiggolly Dantas, Gabriel Medina, Italo Ferreira, Mineirinho, Alejo Muniz, Jadson André, Filipe Toledo, Miguel Pupo e os convidados David do Carmo e Alex Ribeiro.
Equipe tão bem representada que não poderia ser diferente.
Nas primeiras baterias Filipinho e Mineirinho já apontaram grandes notas logo no primeiro round. Obviamente os gringos não deixaram por menos, e John John Florence meteu-lhes duas ondas de grande aproveitamento (round 3 com 9.77 e 9.00). Houve também muitas disputas entre brasileiros.
Filipinho tomou dianteira e bem devagar passou pelas semi-finais, e mostrou todo seu potencial e auto-controle na final com o australiano Bede Durbidge. Duas onda fenomenais com domínio de seus firmes aéreos. Garantindo as maiores notas dessa etapa: 10.00 e 9.87.
Com essa vitória, Filipe Toledo passa para a segunda posição no ranking mundial, logo atrás e não muito distante de Mineirinho.
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COMPETIÇÃO FEMININA

Para as mulheres as condições cariocas foram favoráveis, para a competição.
O Brasil, foi muito bem representado pelas brasileiras e super guerreiras Silvana Lima e a convidada Luana Coutinho.
Essa etapa uma de nossas favoritas, Stephanie Gilmore não pode competir, depois de uma lesão na última etapa na Austrália. Enfim… a encontraremos em Fiji… Para alegria de algumas (ou não).
Lakey Person mostrou bom desempenho com pontuação um pouco acima da média com suas ondas, Silvana Lima mandou bem ate o round 4, e uma de nossas queridinhas Carissa Moore foi eliminada na semi-final.
Modestia a parte, tivemos uma boa final entre Bianca Buitendag e Courtney Conlogue, que acabou levando o troféu da Cidade Maravilhosa.
Courtney garante sua segunda vitória seguida nas disputas dos CTs e garante a segunda posição no ranking mundial, depois de Carissa Moore.
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Foto:WSL

Primeiros passos pra quem quer surfar

Olá pessoal!

Inicio aqui um novo conteúdo que haverá sempre uma continuidade, mais profundidade de acordo com a solicitação da galera e, conforme vou me deparando com as dificuldades (estou tentando pegar umas ondas também, ora!).

Aqui, vou falar sobre dicas de surf para quem está iniciando.

Para quem já começou ou está começando sabe o quanto frustrante pode ser a experiência dos primeiros dias de surf. Quem está pensando em iniciar a prática e nunca subiu em uma prancha provavelmente vai encontrar dificuldades, e entenda que é natural o tempo de adaptação com esse esporte.

Prontos? Supermotivados? Vamos as dicas:

1. Se você realmente se sente atraído pelo surf, só comece a treinar se for pelo amor ao esporte. Senão nem vale a pena todo tempo e esforço que enfrentará. Tenha em mente que aparecerão diversos obstáculos em que quer ser alguém no esporte e na vida precisa ser superados todas as barreiras e limites.

2. Antes de qualquer coisa, você já pensou em procurar um instrutor? Nada melhor do que ter alguém orientando, falando pra você qual a forma certa em cada passo e motivando, sabe? Dando aquele empurrãozinho (literalmente). Dependendo da sua localização, dá para aproveitar instrutores ou escolas que ofereçam aulas para principiantes. Ele lhe passarão informações essenciais de segurança, etiqueta antes que você seja apresentado a sua primeira prancha de surf. Isso inclui saber como observar outros surfistas na água, carregar sua prancha corretamente e avaliar a área certa da praia.

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3. Pode soar óbvio, mas escolher a prancha certa para começar pode ser um pouco difícil. Lembre-se que você é iniciante. Para começar a se testar na água, prefira pranchas mais longas e largas, isso garante mais estabilidade pois você cairá bastante as primeiras vezes. “O que intimida bastante as pessoas é quando a prancha bate nelas.”, afirma a lenda Rob Machado. E, dependendo da sua localização, você nem precise comprar pois há instrutores que alugam pranchas na praia. Quando você menos perceber você já estará pegando ondas com uma menor. Não se esqueça de acessórios super importantes: leash (aquelas cordinhas que prendem a prancha ao seu corpo) e quilhas.

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4. Vista uma roupa adequada e não se esqueça do protetor solar. Há roupas de borracha (pelo menos no Brasil, que não faz frio congelante), geralmente neoprene que isolam do frio. E, peças de lycras. O interessante é pensar em peças de mangas longas – maiôs, jaquetas, camisetas – pois assim não queimamos tanto os braços, pois a exposição ao sol é muito grande.

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Maiô manga longa em Lycra e zíper nas costas

5. Saiba em que praias é melhor iniciar e aprenda a olhar o mar. Se houver bandeiras vermelhas, muita correnteza ou gente demais na praia, não será um bom dia para começar a surfar. Saiba também que há lugar certo para entrar no mar, geralmente onde estiver mais calmo, possibilitando a sua entrada.

6. Aqueça. O surf assim como qualquer outro esporte, requer aquecimento antes de começar os treinos. Comece com um aquecimento aeróbico (pode ser uma corrida leve e rápida) e depois faça uma boa sessão de alongamento.

7. Antes de entrar na água, treine em terra firme. Com a prancha sem as quilhas, é fundamental o treinamento da posição sobre a prancha, e, além disso saber levantar quando vir a onda.

8. Ao entrar, deite-se corretamente, de início será um pouco difícil estabelecer uma certa intimidade com sua prancha. É necessário “sentir”  o meio da prancha – isso lhe garantirá a estabilidade – isso influencia muito na sua remada. remando bem, levantar mais rápido e adotar uma postura correta em é é o grande segredo. Acerte o corpo e apoie a barriga na metade da prancha. Estômago, quadril, coxas e joelhos devem ficar “colados” na prancha. O peito sempre elevado e olhar a frente. As pernas devem estar juntas e ligeiramente levantadas. As pranchas ficam em apoio na prancha na altura do peito.

9. Com o peito elevado e o olhar para a frente, reme como se tivesse nadando crowl. as mãos tem de entrar na água quase em ponta (nose) e sair na altura da coxa. Quando vir que a sua oda está chegando, gire para apontar o nose até a praia e aumente a frequência das braçadas.

10. Se você fica mais confortável com a perna á direita a frente, você é goofy. E se for com a perna esquerda, você é regular. De qualquer forma, as pernas devem estar mais abertas que a largura do quadril, a fim de aumentar a estabilidade.Os braços também ajudam a manter equilíbrio. Estenda o braço da frente, e o outro, mantenha perpendicular ao corpo.

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Há muitas outras dicas e próximos passos para conversarmos, mas inicialmente é isso.

Goste muito do esporte, pense no material adequado (isso influi totalmente na sua performance), aprenda a remar, e com o tempo ficar em pé na prancha.

Qualquer dúvida, sugestões nos encaminhe um email para hinaloha@hinaloha.com.

ALOHA!