Atalanta Batista se prepara para próxima competição no Peru

Com acompanhamento específico Atalanta tem tudo para se dar bem na próxima etapa Sul-Americana que qualifica para o Mundial

A atleta Atalanta Batista, tetracampeã brasileira, bicampeã sul-americana e 13ª colocada no ranking mundial de longboard, está na fase dos últimos preparativos para a próxima etapa do Sul-Americano que qualifica atletas para o Mundial de Longboard. A competição acontece nos dias 27, 28 e 29 de julho, no Peru.

O renomado shaper e designer Claudio Pastor, é quem continua preparando as pranchas personalizadas da surfista. “Para Hunchaco estamos com pranchas direcionadas, de bico estável e soltura na troca de bordas. Lá a onda é muito longa, mas tem parede em pé, com isso ela facilita o bico e as manobras clássicas têm mais validade”, explica.

Pastor realiza toda uma pesquisa para cada etapa, já que os locais onde as competições acontecem possuem condições diferentes. “Não existe onda igual, assim o shape deve ser em função delas e do momento de cada atleta. Esse é o passo correto para um real encaixe com as ondas a serem surfadas”.

Próximos passos

Atalanta embarca no dia 20 de julho para um período de adaptação e permanece até 2 de agosto. Levando 4 pranchas, a atleta se sente mais preparada para essa etapa. “Agora existe um planejamento específico para cada competição, adequando minha preparação para a melhor perfomance nas condições específicas de cada point”.

Time de especialistas

A surfista conta com diversos especialistas trabalhando cada um em sua área para tirar o melhor de seu desempenho. Na área técnica conta com Claudio Pastor nos treinos táticos, designer e shaper das pranchas customizadas. Allan Gandra cuida do posicionamento, leitura de ondas, aprimoramento das manobras e adequação aos critérios competitivos. Dr. Dimas está presente na biomecânica do movimento em conjunto com Junior Barros e Thiago Alves, no condicionamento e fortalecimento físico para melhora da performance e prevenção das lesões.

Lais Thorpe cuida da nutrição. A massoterapeuta Hengy Santos neutraliza as tensões musculares e o equilíbrio energético. Completando o time Augusto Pascoli, mentor coach que ajuda Atalanta a se manter focada nos objetivos, bater as metas desafiadoras e superar os obstáculos diários, que podem atrapalhar sua evolução.

Do que é feito a parafina de surf

Olá nação, muitas ondas?!

Hoje vamos falar de um personagem importantíssimo para quem está sempre com a sua prancha. Você sabe do que é feito a parafina de surf? Queremos te explicar um pouquinho de algumas coisinhas que vale você saber

Mas bora ao que interessa e vamos aprender um pouco mais sobre a nossa parceira de quedas:

Parafina e o surf:

– Função: dar aderência à prancha.

– Composição: constituída por carbono e hidrogênio.

– De onde vem: derivada do petróleo

– Utilidades: pranchas de surf, velas, cosméticos, adesivos, giz de cera etc

– Características:  aparência de cera, sem odor; gosto, e com uma cor naturalmente branca.

Parafina e a água:

No surf há uma variedade de parafinas, que são utilizadas em lugares com temperaturas diferentes. Isto é um ponto importante na hora de escolher a sua, pois há uma diferença em cada uma delas:

Água quente – Mais de 24º C 

Para lugares onde é ~verão~ o ano inteiro, essa parafina, encaixa-se perfeitamente. Por exemplo: o nordeste.

Água Morna – 19º a 23º C

Pode ser utilizada em diversas regiões, onde não há muita variação de temperatura da água, pois esse material é mais versátil.

Água fria – 10º a 15º C

Utilizada geralmente no sul do Brasil.

E porque essa diferença? A diferença é justamente para a sua parafina ter adequação em cada ambiente, pois, não é recomendável utilizar uma parafina de água frita, em uma água quente, pois, com o tempo dentro da água,  e com a atividade, o material acaba derretendo muito antes do previsto.

E se for ao contrário? A placa endurece na hora da aplicação e a acaba dificultado a adesão do material, que por muitas vezes acaba nem ocorrendo.

Atente-se à isso quando for escolher a sua.

 

Aloha!  Surfer on Facebook Messenger

Long sweet Board

Olá surfers!

Para os amantes de pranchas, pranchinhas e pranchetas, vamos a mais informações sobre os tipos de boards, no que se diferenciam e no que influenciam em desempenho e estilo/perfil de surf.

Se resgatarmos na história, evoluímos muito em materiais e equipamento, exercícios para condicionamento etc, para o melhor aproveitamento de atletas (profissionais ou amadores). Mas tem coisas que não mudam, pelo contrário. Há estilos que mantêm-se vivos, como os clássicos longboards.

HISTORIA

As primeiras pranchas de espuma e fibra de vidro, foram construídas no final da década de 50, na Califórnia.

Essas pranchas eram usadas em locais como Rincon-Delmar, Redondo, Winlansea, Trestles e Malibu e, por algum motivo desconhecido, esta última deu o nome as pranchas.

Nos anos 60 os californianos eram mestre no uso dessas pranchas, nomes como Mickey “Mr. Malibu” Dora, foi um dos primeiros atletas a incentivar a cultura do surfe durante as décadas de 50 e 60 e sua fama de rebelde e carisma lhe renderam apelidos como “Da Cat” (o gato) e “King of Malibu” (rei de Malibu). Foi a época que surf era a graciosa arte de passear a prancha, onde o cutback era a maior manobra.

A medida que o surf evoluiu a pranchas se tornaram menores e o surf malibu foi desaparecendo gradualmente. Durante quase vinte anos a técnica original só pode ser vista na Califórnia, onde os surfistas dos velhos tempos ainda usam Malibu.

Em dado momento do início da década de 80, em Byron Bay, na Austrália houve um retorno daquele que se concretizou como estilo Malibu, atualmente conhecido como “longboard”, assim não demorou muito até os fabricantes voltarem a produzir o estilo clássico.

Alguns defendem que “quanto mais clássico melhor”, um desses é  Joel Tudor, longboarder clássico, treinado por uma lenda do surf Nat Young onde aprendeu a essência do surf.

Joel Tudor longboarder

Joel Tudor

“Joel Tudor é o mais clássico de todos. Em condições de mar pequeno ele é quase imbatível.” Disse Augusto César Saldanha, surfista profissional do WLT (World Longboard Tour – Atual elite do longboard profissional – ASP)

 

TIPO DE PRANCHA

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São as famosas pranchas grandes, com tamanho a partir de 9”. Eram as mais usadas até a década de 70. São boas para iniciantes, sendo também usadas por profissionais, principalmente os das antigas e os experientes.

Para quem está começando o longboard é uma das melhores alternativas para pegar intimidade com a prancha e o mar.

Por ela ser mais longa e larga, possibilitando melhor flutuação, auxilia quem está a prendendo a ficar em pé, e controlar o equilíbrio e o controle.

 

ESTILO

Surf com manobras mais suaves, e que possibilitam caminhadas até o bico. Com alguns modelos se é possível fazer manobras como rasgadas e batidas, entretanto há quem prefira o estilo clássico.

Uma de nossas queridinhas inspiradoras estão a Kelia Moniz e a brasileira Chloé Calmon.

My #SUMMERSun @roxy || @tyhaft Full link in B I O

A video posted by Kelia Moniz (@keliamoniz) on

 

Sou muito suspeita pra falar, mas essa categoria no surf me encanta muito..

Mesmo começando com minha fun… (já estou escolhendo um longboard)

ALOHA!

1° Encontro das Longboard Surf Girls

No último fim de semana, aconteceu o evento organizado pela longboard Kelly Fernandes.

O evento rolou em clima de muita descontração ao som da banda Mr Pipe, no quiosque Marimar – Recreio dos Bandeirantes Posto 11, onde pode reunir grande parte das meninas cariocas que surfam de longboard.

No dia do evento, rolou uma grande surpresa para as meninas do grupo, que foi a entrega de troféu e premiação, pois no decorrer do mês antecedendo o dia do  evento, as meninas estavam sendo avaliadas pelo Longboard profissional e técnico Allan Gandra onde junto com o também longboard Rafael Carvalho, puderam avaliar cada onda surfada e decidir nos mínimos detalhes as 6 finalistas de cada categoria, os troféus foram entregues pelo longboard profissional Caio Teixeira que prestigiou as meninas do grupo, tivemos duas presenças ilustres também que foi o carioca Marcelo Freitastricampeão mundial de longboard no ISA Games, que deu uma palavra de incentivo e apoio ao longboard feminino, e o também carioca Phil Rajzmancampeão mundial de longboard ASP 2007.

Não foram só as finalistas que foram presenteadas, a organizadora Kelly Fernandes teve todo o cuidado e carinho de presentear todas as meninas do grupo que estiveram presentes, além de receberem os kits, tiveram sorteios das marcas patrocinadoras.

O resultado das finalistas ficou assim:

Maior Onda Surfada: Roberta Mendes

NoseRider: Jasmim Avelino

Maior N° de Ondas surfadas: Fabiana da Silva Jaccoud 

WipeOut: Eliane Cordeiro

Onda Mais Longa: Caroline Garcez

Drop Radical: Marcela Soares

O movimento L.S.G (Longboard Surf Girls), tem o intuito de reunir não só meninas do Rio de Janeiro, mais de todo o Brasil como já vem acontecendo, pois já tem meninas participantes do grupo que são de Santa Catarina, João Pessoa, SP – Ubatuba – Maresias e Santos.

Agradecimento aos apoiadores técnicos: Allan Gandra@allangandraphotography e Rafael Carvalho.

Marcas apoiadoras: Lakini, Sicrupt, Harpia Consulting, PoiPoi, Aloha Veiculos, Armazem Gaia, Fit Food, SurfArt, IsaSoul, HulaHula, Reciclarte, Florar, Moea, Roza dos ventos, Crowd Florido, VibeCarioca, Veesh, Encanto de Sereia, Ocean, Mar de Lotus e Parafina oficial.

ATENçÃO: Próximo encontro será em SP – Litoral Norte.

 

Rede social: Insta @longboardsurfgirls , Facebook: Longboard Surf Girls

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

Pranchas – das alaias às quadriquilhas, escolha seu estilo

Olá surf lovers!

Pelo bem da nação e a diversos pedidos, continuaremos escrevendo sobre pranchas (já escrevemos sobre a primeira prancha) técnicas e afins.  LOL

Neste post apresentarei um panorama mais geral… e vou abrindo em novos outros conteúdos (o que acham?).. Por isso não deixem de nos seguir.. nos acompanhar. 🙂

Primeiramente… acho que você já deve ter escutado falar que, fazer uma prancha é uma arte..e é mesmo. Todo mérito para os shapers que tem o dom de fazer o item mais essencial no surf: A PRANCHA.

Sabemos também que uma prancha depende muito do biotipo do surfista, e o estilo do surf também..vamos explicar!

PRANCHAS SEM QUILHAS

Quilhas para quê, não é verdade?

1280px-lone_alaia_board_surfer1As pranchas sem quilhas, foram as primeiras pranchas utilizadas no mundo pelos antigos polinésios e havaianos. As famosas alaias (que vem do havaiano lala = deslizar) hoje não tão usuais assim – mas há quem curta o estilo.

Aéreo e batidas… não são muito a praia das alaias, mas girar é um lance super  diferente que talvez você não consiga fazer com pranchas com quilhas. Você tem mais facilidade em cortar a onda e pode atingir uma velocidade bacana.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais mobilidade, fácil de girar a prancha

Pontos negativos

  • dificuldade em direcionar a prancha
  • pouca habilidade em ondas cavadas e tubos
  • menos segurança e força nas curvas

MONOQUILHAS

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A quilha é uma das partes fundamentais de uma prancha.. pois ela auxilia na direção.Quanto maior a quilha maior será o atrito, dificultando as manobras, curvas deixando um pouco mais  “dura”.

 

Pontos positivos

  • facilidade em direcionar a prancha
  • mais estabilidade em ondas cavadas

Pontos negativos

  • quilha central grande, mais atrito, menos velocidade
  • falta de quilhas laterais, menos apoio em curvas fechadas

A monoquilha te proporcionará um surf mais clássico, tranquilo, calmo, e com curvas mais abertas. Um surf mais simples e bonito, sem precisar de muitas manobras.

BIQUILHAS

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Uma prancha alternativa, mais solta e veloz  do que a monoquilha. Te deixa mais solto para fazer manobras rápidas.

Pontos positivos

  • mais velocidade
  • mais manobrável
  • curvas mais fechadas

Pontos negativos

  • menos controles nas manobras
  • menos estabilidade em ondas cavadas

 

TRIQUILHA

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Aqui estamos falando de prancha de surfista. Em sua maioria os surfistas profissionais utilizam a triquilha.

Super versátil, a triquilha te proporcionará mais segurança pelo apoio da quilha central. E, você poderá arriscar-se em ondas menores e maiores.

Pontos positivos

  • estabilidade da quilha central
  • velocidade devido as quilhas laterais
  • maior relação de controle e velocidade

 

QUADRIQUILHAS

Um super upgrade da triquilha.

Você poderá se aventurar em ondas maiores, e até mesmo mais tubulares com passadas mais longas. Com ela você ganhará muito mais velocidade (yeahhh)

Pontos positivos

  • mais projeção
  • mais segura nas curvas
  • mais segurança nas manobras

 

Então, já escolheu o seu estilo favorito?

Lembrando que para as meninas, a escolha do modelo da prancha ideal (principalmente para quem está começando) é super importante. Dependendo do seu objetivo no esporte (performancefreestyle ou para “tirar uma ondinha” mesmo) você precisa escolher o equipamento que lhe proporcione o melhor resultado para você (e não existe receita de bolo! Cada um tem uma necessidade, ou se adaptará melhor a um estilo).

Bóra cair! Divirta-se.

ALOHA.

Todo dia é dia de surfista!

Em homenagem ao mês internacional da mulher, a Click Board reuniu cinco meninas feras no longboard na manhã di dia 08/03/2016 em frente ao Rico Point na Praia da Macumba (RJ). Para representar e homenagear todas as surfistas brasileiras. As musas do longboard carioca Rayane Amaral, Kelly Fernandes, Robertha Mendes, Mariana Pantera e Evelyn Neves deixaram o pico muito mais florido.

Como presente, as meninas tiraram a manhã toda para se divertirem na marolas, na qual as séries chegavam ao meio metro – foi diversão garantida para todas! E, para presenteá-las neste mês exclusivo delas, nada melhor que uma session de fotos dentro d’água em parceria com o surfista profissional e fotógrafo Allan Gandra.

O clima estava super agradável, pois houve uma conexão incrível entre as surfistas, fotógrafo e natureza. Céu azul, água quente e uma manhã totalmente reservada para elas, sem crowd e o resultado disso tudo está nas fotos a seguir. Vale a pena conferir!

Por: Click Board

Fotógrafo: Allan Gandra

Contato: allangandra@yahoo.com.br / 9640-88696

 

Qual a sua base, goofy ou regular?

Olá nação do bem! 😀

Ando acompanhando aqui os comentários e dúvidas da galera que acessam nosso blog e interagem conosco nas redes sociais.. Decidimos então abordar um tema simples, mas que vale todo mundo saber o que é.

Aposto que você já deve ter escutado ou alguém perguntado pra você qual a sua base para surfar (válido também para skate, snowboard), e ficou confuso ao responder. Vamos lá:

Antes de entrar na água, há algo importante que você deva saber se é goofy ou regular. Quem começa as atividades precisa descobrir a sua base, embora exitem casos onde o surfista consegue surfar nas duas bases, a maioria das pessoas sempre tendem a ter uma perna com maior precisão para servir de base na prancha.

REGULAR

surf_regularSão os surfistas que utilizam a perna da esquerda a frente, deixando como base a perna direita.

 

GOOFY

goofy_surfSão os surfistas que utilizam a perna direita a frente, deixando como base a perna esquerda.

 

 

 

 

COMO DESCOBRIR A sua BASE

  1. Ponha na frente da base o pé que o deixa mais equilibrado, controlado e confortável. Em geral, a sua base será a mesma para todos os esportes de prancha.

  2. Deite-se de barriga no chão como você faria se estivesse numa prancha de surf, colocando suas mãos sob seus ombros como se fosse fazer uma flexão, em seguida, levante-se rapidamente ficando numa posição de surf ou com as pernas um pouco abertas e flexionadas. Primeiro tente ficar numa dessas posições com o pé esquerdo na frente e, em seguida, com o direito. Seja qual for o lado que você se sente melhor, sem dúvida ele é o certo no seu caso.

  3. Peça a alguém para empurrá-lo por trás sem que você perceba. Observe qual dos seus pés será colocado na frente para que o equilíbrio do corpo seja restabelecido. Provavelmente, o pé que se apoiar primeiro é o que ficará na frente quando você estiver surfando ou andando de skate.

    Esperamos ter ajudado com a sua dúvida.

    Escreva pra gente: contato@hinaloha.com

    ALOHA!

Maiô, cropped e topzinho para o surf

Pessoal, tranquilo?

Hoje trataremos de um assunto que muito interessa a grande parte da audiência de nosso blog.

Você garota exxxperta que possui grande relação com o mar atrelado à algum esporte super bacanudo. Já deve ter procurado algo super funcional para você pegar suas ondas. Não? Então vamos partir para alguns processos que precisamos pensar…

 

  1. Com que roupa eu vou?

Primeiramente entendemos que, pegar onda (seja lá como) não dá para ser uma tarefa a ser executada de biquini, ainda mais se você curte um biquini mais cavado. Aí, vendo algumas de nossas ídalas do mar, podemos identificar algumas possibilidades na busca do wetsuit perfeito. Entenda:

Long john – em sua maioria, são peças inteiriças para proteger o corpo por completo. Geralmente são de neoprene (material emborrachado) com maior espessura para a proteção do frio.

Short john – peças em neoprene também entretanto com as pernas em formato de shorts (em algumas variações os braços podem ser de manga curta e até mesmo regata).

Maiô – geralmente são peças de lycra, mas às vezes pode ser de neoprene também. Um pouco mais cavado, pode ser em formato de regata ou então de manga longa (soy suspeita pra falar; mas muito amor pelas peças de manga longa, pois protegem do sol também).

Claudinha Gonçalves, veste maiô manga longa de lycra Seaster Sunset Ocean

Camiseta – peças de manga curta ou longa, podem ser de neoprene e lycra.

Jaqueta – assim como o nome já diz, são como camisetas de manga longa, mas com zíper frontal. Podem ser de neoprene, neoprene-malha ou lycra.

 

Jaqueta neoprene-malha Sal Store Wind and Sea.

Top – há quem prefira peças menores. São peças mais parecidas com a parte de cima do biquini (frente única, trançado, amarrado, anyway). Geralmente  são peças de lycra, mas há marcas que trabalham com neoprene também.

Top Seaster para surfar

Top Seaster para surfar

Cropped – peças geralmente de lycra. Pode ser regata, manga curta ou manga longa (meu preferidos). Por ser tendência de moda nesse verão,  acaba se tornando uma peça super multi-uso dentro e fora da água.

Conjunto cropped manga longa e tanga Sal Store Capsule Collection.

Sunguete, sunquini, hot pant – peças em lycra ou neoprene, para serem utilizadas na parte inferior. São as calcinhas de biquini retrô, também tendência de verão. Pode ser utilizado por cima de peças menores de biquini.

Conjunto Cropped e Sunguete

Conjunto Cropped e Sunguete

 

2. Mas funciona?

Meo Deos! E agora?

Entenda o que você precisa garota! Entendo que a peça precisa vestir bem e ser bonita SIM, mas é necessário que ela tenha uma função e que atenda a sua necessidade. A minha no caso era não queimar os bracinhos e da exposição indevida do corpo (rssss).

 

3. ok, mas e…??

Em sua grande maioria, as peças de neoprene não são baratas, principalmente porque são as grandes super marcas que vendem, estas, por sua vez você encontrará em surfshops ou lojas especializadas.

Há muitas garotas de talento que fazem peças exclusivas, com materiais de responsa e qualidade. Dependendo da sua necessidade conseguem atendê-las com facilidade.

Para tirar a provas dos nove, dá uma chegada na nossa loja. Você poderá conferir algumas peças da nossa parceira Tati da Mata com a sua marca que deixa os oceanos mais coloridos, a Sicrupt. Peças pensadas em mulheres de formas reais e de filosofia livre, feitas com carinho em todos os detalhes.

Boa queda!

Esperamos ter ajudado em sua escolha.

ALOHA!

Expo Mundo Surf

Boas novas nação do bem!

Para amantes do surf, o Shopping Metrô Tatuapé em São Paulo está com uma exposição especial, a Expo Mundo Surf.

Lá você encontrará um pouco da história e atletas que ajudaram na evolução do esporte, de Duke (1779) a Medina (2014). Estão expostos também imagens fantásticas dos principais picos como Hawaii, Tahiti Califórnia entre outros… Para quem ainda não viu de perto é uma super oportunidade de ficar próximo das super-pranchas de bigwaves (como as tão famosas Maveriks).

Quiver Brazilian Storm

Quiver Brazilian Storm

E, para os fãs do Brazilian Storm, estão expostas as pranchas de todo o time: Gabriel Medina, Jadson André Wiggoly Dantas, Alejo Muiz, Adriano de Souza, Silvana Lima (pq ela é Brazilian Storm tambérm!), Filipe toledo, Ítalo Ferreira, Miguel Pupo e Ricardo dos Santos.

Tivemos o imenso prazer se sermos convidados pela Central Surf, a participar da cerimônia de abertura. Evento fechado, apenas para a galera envolvida. Foi uma recepção muito bem organizada, segurança, música ao vivo e muita gente bonita.

Tivemos que chegar cedo para poder encontrar com Adriano de Souza (o Mineirinho) na loja, que atualmente lidera o ranking mundial de elite. Foi uma oportunidade única em poder parabenizá-lo pelo seu incrível desempenho e desejar-lhe sorte pelo restante do campeonato até Pipeline (Hawaii).

Adriano de Souza (Mineirinho) na Central Surf Tatuapé

Para a noooosssa alegria, tivemos a surpresa da presença dos TOPS Filipinho, Pupo, Alejo e Bob Burnquist, e a família de Gabriel Medina (pais e irmã). Estavam também muitos talentos prodígios, atletas de posição de acesso e de demais categorias como SUP, longboard.

Houve uma homenagem de paz muito bacana em lembrança do surfista Ricardo Sousa.

Brazilian Storm em peso no evento!

Para fechar o evento, os irmãos Suplicy animaram a galera que alí ficaram pra fechar o evento, com as principais músicas do Brothers of Brazil e alguns sucessos antigos do Papito.

Quero agradecer de coração pela Central Surf e sua equipe em especial da unidade Tatuapé por considerarmos como clientes relevantes e nos proporcionar essa experiência. Foi realmente, muito muito bom.

 

COMPLEXO TATUAPÉ

SHOPPING METRO TATUAPE AVENIDA RADIAL LESTE, S/N – TATUAPÉ, SP

Entrada gratuita, segunda a domingo, 02 a 27 de setembro de 2015

 

ALOHA!