Long sweet Board

Olá surfers!

Para os amantes de pranchas, pranchinhas e pranchetas, vamos a mais informações sobre os tipos de boards, no que se diferenciam e no que influenciam em desempenho e estilo/perfil de surf.

Se resgatarmos na história, evoluímos muito em materiais e equipamento, exercícios para condicionamento etc, para o melhor aproveitamento de atletas (profissionais ou amadores). Mas tem coisas que não mudam, pelo contrário. Há estilos que mantêm-se vivos, como os clássicos longboards.

HISTORIA

As primeiras pranchas de espuma e fibra de vidro, foram construídas no final da década de 50, na Califórnia.

Essas pranchas eram usadas em locais como Rincon-Delmar, Redondo, Winlansea, Trestles e Malibu e, por algum motivo desconhecido, esta última deu o nome as pranchas.

Nos anos 60 os californianos eram mestre no uso dessas pranchas, nomes como Mickey “Mr. Malibu” Dora, foi um dos primeiros atletas a incentivar a cultura do surfe durante as décadas de 50 e 60 e sua fama de rebelde e carisma lhe renderam apelidos como “Da Cat” (o gato) e “King of Malibu” (rei de Malibu). Foi a época que surf era a graciosa arte de passear a prancha, onde o cutback era a maior manobra.

A medida que o surf evoluiu a pranchas se tornaram menores e o surf malibu foi desaparecendo gradualmente. Durante quase vinte anos a técnica original só pode ser vista na Califórnia, onde os surfistas dos velhos tempos ainda usam Malibu.

Em dado momento do início da década de 80, em Byron Bay, na Austrália houve um retorno daquele que se concretizou como estilo Malibu, atualmente conhecido como “longboard”, assim não demorou muito até os fabricantes voltarem a produzir o estilo clássico.

Alguns defendem que “quanto mais clássico melhor”, um desses é  Joel Tudor, longboarder clássico, treinado por uma lenda do surf Nat Young onde aprendeu a essência do surf.

Joel Tudor longboarder

Joel Tudor

“Joel Tudor é o mais clássico de todos. Em condições de mar pequeno ele é quase imbatível.” Disse Augusto César Saldanha, surfista profissional do WLT (World Longboard Tour – Atual elite do longboard profissional – ASP)

 

TIPO DE PRANCHA

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São as famosas pranchas grandes, com tamanho a partir de 9”. Eram as mais usadas até a década de 70. São boas para iniciantes, sendo também usadas por profissionais, principalmente os das antigas e os experientes.

Para quem está começando o longboard é uma das melhores alternativas para pegar intimidade com a prancha e o mar.

Por ela ser mais longa e larga, possibilitando melhor flutuação, auxilia quem está a prendendo a ficar em pé, e controlar o equilíbrio e o controle.

 

ESTILO

Surf com manobras mais suaves, e que possibilitam caminhadas até o bico. Com alguns modelos se é possível fazer manobras como rasgadas e batidas, entretanto há quem prefira o estilo clássico.

Uma de nossas queridinhas inspiradoras estão a Kelia Moniz e a brasileira Chloé Calmon.

My #SUMMERSun @roxy || @tyhaft Full link in B I O

A video posted by Kelia Moniz (@keliamoniz) on

 

Sou muito suspeita pra falar, mas essa categoria no surf me encanta muito..

Mesmo começando com minha fun… (já estou escolhendo um longboard)

ALOHA!

Festa Julina é no mar

Festa Julina é no mar, com o grupo Almar.

Já estamos na metade do ano e é mês de JULHO. Ainda dá tempo de aproveitar muitas festas julinas e muitos arraiás…. para curtir da melhor maneira esse momento, surgiu o CAIPISURF (Grupo Almar), organizado pela longboarder Mariana Pantera.

A realização da segunda edição (a primeira em 2015) Mariana Pantera convidou o grupo L.S.G – Longboard Surf Girls que tem como gerenciadora a longboarder Kelly Fernandes.

O união dos dois grupos reuniu beleza, talento, muito surf na de ponta, muita atitude e muita energia positiva que deixou a manhã dessa terça-feira 12/07 – Posto 3 Barra da Tijuca, muito mais radiante, o cenário natural já estava perfeito com ondas de 0,5 metro, terral fraco e uma manhã de sol em pleno inverno carioca.

O pico foi dominado pelas meninas dos dois grupos que se uniram para se confraternizarem dentro d’agua em prol do surf feminino em ritmo de arraiá, onde rolou não só muito surf mais também uma harmoniosa brincadeira onde as meninas estavam vestidas a caráter para comemorar as festas julinas.

As meninas contaram com o fotografo Allan Gandra local da Praia da Macumba e também surfista profissional de longboard. O fotógrafo deu todo o apoio às meninas e por sua lente, capturou momentos mágicos que vão ficar gravados nas memórias das meninas.

“As meninas tiveram muita atitude de encarar as ondas tubulares do posto 3 que nessas circunstancias, o grau de dificuldade é bem maior, porem rolou um show dentro d’agua, com cada uma surfando em seu próprio estilo, tais como clássico e radical. As meninas estão de parabéns ” – diz Allan.

Confira os cliques:

Por: ClickBoard

 Apoio:

Grupo Almar: Mariana Pantera (Armazém Gaia)

Longboard Surf Girls: Kelly Fernandes (Harpia Consulting)

Allan Gandra: @allangandraphotography

ClickBoard: Rafael Carvalho (Harpia Consulting)

O amor está no MAR.

Namorar um mocinho surfista tem algumas vantagens:

Praia &
Sol & Preparo Físico  & Luau.

Namorar uma mocinha surfista também tem:

Praia &
Sorvete &  Bronzeado & Pôr do Sol.

Agora você imagina um casal de surfista? Um surfista incomoda muita gente, mas dois surfistas incomodam muito mais…Sendo os dois surfistas ou não, é possível prograMAR coisas incríveis juntos. Vem ver e se apaixonar com a gente:

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 – cotidiano:

A rotina de vocês terá um gostinho salgado onde quer que vocês estejam. Os assuntos terão a mesma sintonia, pois, o mar sempre poderá estar presente e as experiências podem ser trocadas com muita tranquilidade. Vocês vão conversar sobre as melhores ondas e o quiver dobrado. Para o casal onde (só um deles pega onda), é possível descobrir mais sobre esse universo e aproveitar o dia flat, por que não?

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.54-lazer:

As férias podem durar o ano inteiro, pois não tem nada mais prazeroso para os surfistas irem aos picos favoritos e aproveitar a série ou a marolinha de cada dia. Além disso, o espírito aventureiro estará bem presente para vocês descobrirem novos lugares.

 

 -ritual:

Ficar o dia todo no mar desfrutando juntinhos não haverá problema algum, aliás, sair de lá é que é problema…rs. Se ele (a) surfa e você não, é possível ser um boia e aprender só observando, ou ficar de fora torcendo para as melhores manobras virem, curtindo o ambiente mais que prazeroso. Não basta namorar, tem que participar!

Screen Shot 2016-05-31 at 10.37.05-fim-de-semana:

Os finais de semana podem ser explorado juntos, quando não no mar, fora dele. Pois há um acervo a ser apresentado sobre esse assunto. Filmes, exposições e eventos são só alguns dos planos. Se você é igual a ele, os dois irão tirar de letra e descobrir cada vez mais sobre o universo que adoram. Mas para os companheiros que só simpatizam, existem outras atividades que vocês podem compartilhar juntos. Uma trilha, um dia de yoga, aprender stand up paddle, kitesurf etc, essas são só algumas sugestões.

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.44– descanso:

Dormir? Essa palavra não existe nos dias de surf, os amantes da prática acordam cedinho pra pegar as melhores ondas. Os namorados (as) já estão acostumados com esse hábito, se você está entrando nesse barco agora, aproveite o nascer do sol e tire foto incríveis para registrar o momento dele ou dela.

Música e o mar

Música todo mundo gosta…mas e se juntarmos a música e mar? Acho que vocês vão gostar um pouco mais.

Separamos uma playlist que vocês vão se identificar e vão ouvir muito sobre o elo com o mar e sentir a vibe que te faça lembrar os seus dias de freesurfer, por que não? Então vem cá e acompanha essa série com a gente:

Reggae do Porto – Saulo Fernandes: Essa música é em homenagem ao Porto da Barra (Salvador – BA), o lugar é tão lindo que as pessoas ficam lá só contemplando o por do sol .

Mar do Meu Mundo – Maneva: A letra chama a atenção, pelo enredo, revelando todas as características em uma ligação muito forte com o mar.

Eu sou do Mar – Armandinho: Seguindo o mesmo contexto da música anterior, nesta letra conta-se de como o mar é importante, independente de qualquer coisa.

Dia de Furar Onda no Mar – Lucas Santtana: Eu adoro essa música, ela fala da simplicidade de poder brincar no mar. Tem uma levada gostosa de ouvir e conta essa espontaneidade do mar, nos recordando a infância.

Olhos Verdes – Vibrações:  A música e o próprio clipe já nos revela o que ela quer nos mostrar. Ela nos diz sobre uma união que não deu certo e claro, é no mar, que tudo vai melhorar.

Meu Mar – Macucos: As canções em geral da banda, sempre acaba falando da relação que eles possuem com o mar. Existem outras letras que também, falam dessa conexão.

Aqui em baixo vocês tem a Playlist completa…

Deixamos colaborativa e quem quiser pode adicionar mais músicas e ouvir sempre que quiser.

ALOHA! 🐚🌸🌊

Todo dia é dia de surfista!

Em homenagem ao mês internacional da mulher, a Click Board reuniu cinco meninas feras no longboard na manhã di dia 08/03/2016 em frente ao Rico Point na Praia da Macumba (RJ). Para representar e homenagear todas as surfistas brasileiras. As musas do longboard carioca Rayane Amaral, Kelly Fernandes, Robertha Mendes, Mariana Pantera e Evelyn Neves deixaram o pico muito mais florido.

Como presente, as meninas tiraram a manhã toda para se divertirem na marolas, na qual as séries chegavam ao meio metro – foi diversão garantida para todas! E, para presenteá-las neste mês exclusivo delas, nada melhor que uma session de fotos dentro d’água em parceria com o surfista profissional e fotógrafo Allan Gandra.

O clima estava super agradável, pois houve uma conexão incrível entre as surfistas, fotógrafo e natureza. Céu azul, água quente e uma manhã totalmente reservada para elas, sem crowd e o resultado disso tudo está nas fotos a seguir. Vale a pena conferir!

Por: Click Board

Fotógrafo: Allan Gandra

Contato: allangandra@yahoo.com.br / 9640-88696

 

Quem é Hina

Um pouco de história…

Às vezes era representada como uma deusa lunar ou como a rainha guerreira da Ilha das Mulheres.
Em alguns mitos, ela é descrita como sendo a primeira mulher da Terra e de cujo ventre nasceram todos os outros seres vivos do planeta. Ou então como uma mulher com dois rostos, um olhando para frente e outro para trás.
De acordo com o mito mais difundido, Hina que era filha de Navahine, deusa da Serenidade, namorava uma enguia. A comunidade em que vivia ficou enfurecida com Hina e decidiram matar o animal. Mas depois do feito descobriram que a enguia era na verdade, um deus. Hina desesperada enterrou a cabeça dele e no dia seguinte, em seu lugar, nasceu um coqueiro.
Em outra fonte, esse deus se chamava Tangaroa e era uma deidade do mar e dos peixes, exercendo também influência sobre os répteis. Tinha personalidade agressiva e suas ondas gigantes engoliam grandes porções de terra, além de matar muitas pessoas com suas tempestades. Foi casado com Hina mas esta teria abandonado-o tempos depois para ir viver com a Lua.