Bethany Hamilton anuncia … Vem outro bebê à caminho!

EM SEU CANAL OFICIAL NO INSTAGRAM, BETHANY HAMILTON ANUNCIA BOAS NOVAS!

More than thankful to share our joyous news!!! #babyinthere #babyonboard✨🎉❤️

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A surfista profissional Bethany Hamilton anunciou no último domingo em seu canal no Instagram que ela e seu marido Adam Driks esperam um segundo filho.

“Estamos ansiosos para compartilhar com vocês todos o que esperamos de outra criança!” – Bethany Hamilton

O casal anunciou um vídeo em família, onde Dirks questiona para seu filho Tobias:  “Onde está o bebê?” e Tobias responde apontando para a barriguinha de Hamilton. Será a cena mais fofa que você terão visto hoje. Tobias se dirige e dá um beijo antes que Hamilton e Dirks anunciem que outro está a bordo.

Tobias, de dois anos, certamente está pronto para ser um grande irmão. Hamilton amadureceu floresceu como uma mãe, equilibrando todas as as suas responsabilidades, enquanto ainda compete  como um curinga em algumas etapas na Tour do Campeonato e viajando pelo mundo como palestrante motivacional.

“Estamos ansiosos para compartilhar com vocês todos o que esperamos de outra criança!”

“Adam e eu estamos tão animados! E Tobias parece ficar excitado também; Ele dá beijos para bebês todos os dias! Agradecemos a nossa família e adicionar ainda mais alegria à vida.

“Tornar-se pais para Tobias foi uma jornada tão bonita. Nós amamos a alegria e também os desafios que ele traz para a nossa vida; e ele está seguro de estar pronto para um irmão.

“Agradeço que minha gravidez tenha sido suave e gerenciável!” Ela também mencionou que ela e Adam decidiram esperar para descobrir se eles estão tendo ou não um menino ou uma menina …

“Eu implorei a Adão que esperasse até o aniversário do bebê para descobrir o gênero, e ele concordou. Com Tobias descobrimos, mas eu realmente queria uma surpresa para este bebê. Então, surpresa será! ”

Bethany e Adam esperam seu próximo bebê em março de 2018.

Hamilton e sua linda família merecem o melhor nos próximos meses e em todo o decorrer da vida!

Atalanta Batista se prepara para próxima competição no Peru

Com acompanhamento específico Atalanta tem tudo para se dar bem na próxima etapa Sul-Americana que qualifica para o Mundial

A atleta Atalanta Batista, tetracampeã brasileira, bicampeã sul-americana e 13ª colocada no ranking mundial de longboard, está na fase dos últimos preparativos para a próxima etapa do Sul-Americano que qualifica atletas para o Mundial de Longboard. A competição acontece nos dias 27, 28 e 29 de julho, no Peru.

O renomado shaper e designer Claudio Pastor, é quem continua preparando as pranchas personalizadas da surfista. “Para Hunchaco estamos com pranchas direcionadas, de bico estável e soltura na troca de bordas. Lá a onda é muito longa, mas tem parede em pé, com isso ela facilita o bico e as manobras clássicas têm mais validade”, explica.

Pastor realiza toda uma pesquisa para cada etapa, já que os locais onde as competições acontecem possuem condições diferentes. “Não existe onda igual, assim o shape deve ser em função delas e do momento de cada atleta. Esse é o passo correto para um real encaixe com as ondas a serem surfadas”.

Próximos passos

Atalanta embarca no dia 20 de julho para um período de adaptação e permanece até 2 de agosto. Levando 4 pranchas, a atleta se sente mais preparada para essa etapa. “Agora existe um planejamento específico para cada competição, adequando minha preparação para a melhor perfomance nas condições específicas de cada point”.

Time de especialistas

A surfista conta com diversos especialistas trabalhando cada um em sua área para tirar o melhor de seu desempenho. Na área técnica conta com Claudio Pastor nos treinos táticos, designer e shaper das pranchas customizadas. Allan Gandra cuida do posicionamento, leitura de ondas, aprimoramento das manobras e adequação aos critérios competitivos. Dr. Dimas está presente na biomecânica do movimento em conjunto com Junior Barros e Thiago Alves, no condicionamento e fortalecimento físico para melhora da performance e prevenção das lesões.

Lais Thorpe cuida da nutrição. A massoterapeuta Hengy Santos neutraliza as tensões musculares e o equilíbrio energético. Completando o time Augusto Pascoli, mentor coach que ajuda Atalanta a se manter focada nos objetivos, bater as metas desafiadoras e superar os obstáculos diários, que podem atrapalhar sua evolução.

Porto Alegre ao Kauai: Tatiana Weston Webb.

Al🌸ha sereias!

Há muitas surfistas talentosas e persistentes nos mares a fora, o blog Do Surf nos conta um pouco quem são elas, vale a pena conferir lá e conhecer sobre uma delas aqui:

 

Tatiana Weston-Webb

Porto Alegre, RS, Brasil

Nacionalidade, Havaiana

9 de Maio de 1996

1,70m        56kg

twitter @tatiwest

facebook-logo  /Tatiana Weston-Webb

active-instagram-3-icon  @tatiwest

Patrocínio: Body Glove

Divulgação: Páginal Oficial

A surfista Tatiana Weston-Webb nasceu no Brasil, e logo se mudou para o Havaí,  já aos 8 anos iniciou as suas atividades no surf, aos 13 anos conquistou seu primeiro título no esporte tornando-se campeã nacional dos EUA.

Divulgação: Página Oficial

O surf está no sangue da garota, sua mãe ex bodyboarder Tanira Guimarães, seu pai Dounag Weston-Webb surfista inglês criado nos EUA e seu irmão, Troy, três anos mais velho – FreeSurfer.

 

SURF:

Sua trajetória começou na infância e logo trouxe conquistas que deixam os pais orgulhosos. Já aos 16 anos consagrou-se  como treta-campeã nos Estados Unidos. Dos EUA a loirinha foi para a França  e tornou-se vice-campeã em sua primeira participação na elite, em Hossegor.

As conquistas só aumentaram pra Tatiana Weston-Webb , em 2015 ela levou o WQS, se consagrando para o  Circuito Mundial de Surfe.

Divulgação: Página Oficial

Divulgação: Canal OFF

Atualmente ela apresenta um programa no canal OFF  que está na segunda temporada. O programa começou em 2015 quando ela estreava na disputa para o campeonato mundial  e foram 13 episódios acompanhando a rotina da jovem surfista nesta primeira fase. No presente já foram 3 episódios exibidos .

Os episódios vão ao ar, toda segunda-feira às 22 horas no canal. Vale a pena conferir!

© Brent Bielmann/Body Glove

 

Fontes: Wikipédia, Body Glove, Canal OFF.

Claudinha Gonçalves, pela revista TRIP

A free surf paulista de 31 anos, Claudinha Gonçalves foi capa da última edição de outubro de 2016 da Revista TRIP. Você viu?

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

A surfista que se dedicou a vida ao surf, hoje quer ajudar e incentivar mais mulheres nesse esporte a alcançar seus objetivos como atletas.

Natural de São Paulo, se criou desde pequena em um paraíso, a praia do Francês (AL), seguiu os passos  de seu pai, também surfista, ex piloto de avião que passou a dedicar-se sua pousada em Maceió.

Quando garota, com 14 anos passou a competir. Se inscreveu no primeiro campeonato de garotas no Guarujá (aproveitando que passava férias na casa da sua avó). A partir de então, passou a dedicar-se ao surf (sem desviar-se dos estudos, essa era uma condição imposta pela família), e com foco no surf profissional sua rotina era baseada em exercícios e condicionamento físico até os 17 anos.

Ganhou o mundo surfando e competindo.

E, por várias vezes chegou a chave de acesso da liga feminina da WSL.

Chegou a estrear programas no canal Multishow falando de sua rotina e estilo de vida.

Devido a sua grande exposição, começou a escutar que as oportunidades começaram a existir por sua beleza, co isso começou a se fechar, em busca de respeito e inserção no contexto por ser quem ela realmente era.

“Eu me visto de protetor solar e água.” 

 Linda, solteira e super confiante, a ex noiva do campeão mundial Mineirinho, afirma estar em uma fase que precisa estar sozinha.

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FOTO: Aninha Monteiro e Yuri Sardenberg

Hoje, com uma visão um pouco diferente sobre o cenário, enxerga o surf como estilo de vida, e que levará isso como essência.

“Fiquei a vida toda correndo atrás de um título. Eu parecia um robô. Hoje, enxergo o surf além de uma competição.”

 

Atualmente, dona de sua própria produtora, Claudinha atualmente apresenta dois programas no canal: Por elas e No meu lugar. Um terceiro, programado para estrear em janeiro de 2017, chamado Colônia de férias, vai mostrar as seis melhores surfistas sub-16 do Brasil em um surf camp no Panamá. “É parte de um projeto que estou criando para formar uma base de surf feminino no país e retomar a modalidade que está completamente abandonada por aqui. Quero dar uma oportunidade para essa nova geração e retribuir tudo o que o esporte me deu. É um dos meus maiores sonhos.”

Como planos, em Dezembro está indo para o Hawaii para praticar para o circuito feminino de ondas grandes da WSL (que começa em 2017) e ano ano que vem, planeja ir a busca de três ondas na África, que nunca foram surfadas por mulheres.

Você pode saber mais sobre Claudinha Gonçalves, e outras 4 top surfistas brasileiras  na matéria do portal Do Surf.

 

Artigo: http://revistatrip.uol.com.br/trip/fotos-do-ensaio-com-a-trip-girl-claudinha-goncalves-surfista-e-apresentadora

Kitesurfe feminino no Brasil: Milla Ferreira

Olá galera, vamos falar de kitesurf?

Vocês já devem ter ouvido falar,  mas trouxemos aqui as principais características desse esporte aquático tão famoso e ao mesmo tempo tão recente. Conheça um pouco do esporte e como está o cenário do kitesurf feminino no Brasil.

A origem: O kitesurf ganhou popularidade na década de 90, mas foi inventado há 5 anos antes, em 1985 por dois franceses: Bruno e Dominique Legaignoux.  Seu nome tem origem de duas palavras inglesas: Kite (pipa) e Surf – do verbo to surf (navegar).

O esporte: Utiliza-se de pipa ou papagaio e uma prancha que tem como principal fator dar suporte aos pés, levando o praticante a voar e deslizar sobre as águas, puxado pela pipa. É comum dizerem que é um mix de windsurfe, surf e wakeboard.

A característica: É constituído por duas partes, a pipa e a prancha. A pipa serve para controlar o trajeto e é constituída do mesmo material do para-quedas. A prancha pode ser uma com alças, ou wakeboard e existem até a misturas dessas duas.

O cenário brasileiro: nos anos 2000 foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro mundial do esporte que teve sua fase final, no Rio de Janeiro, mais especificamente na praia da Barra da Tijuca e quem ganhou no feminino foi a Anne Laute Pegon, foi nesse mesmo ano que o esporte chegou ao Brasil, ou seja, um bebê, né?!

Mas agora… vem cá conhecer a Milla Ferreira – atleta profissional de KITE (surf ) feminino <3

Milla Ferreira

Por que o kitesurf, como começou a sua paixão pelo esporte?

Quando meu pai, trouxe o kite do hawaii, e me apresentou quando eu tinha 9 anos. Tudo começou nessa idade.

Quem são as suas referências no esporte? 

Meu irmão, filippe Ferreira. Campeão brasileiro de kitewave.

Há alguns risco na prática do kitesurf? Quais são?

Há riscos como qualquer outro esporte radical. Se você não segue as regras de segurança ou ultrapassa os seus limites, sempre há riscos. E no caso de alguém que esteja aprendendo, há  riscos quando você tenta aprender sozinho ou em um lugar aonde não tem professores capacitados para ensinar ou não fornecem os equipamentos de segurança.

Na sua opinião, como está o cenário de kitesurf feminino no Brasil? 

O Cenário de competições de kitesurf em geral,  está muito ruim. Pouco incentivo do estado no esporte. E consecutivamente isso afeta o kitesurf feminino. Que já não tem muitas meninas, e quando não há incentivo e apoio no esporte, elas não veem futuro. Então por que seguiriam carreira? Mas muitas meninas aprendendo o kite para ter o esporte como hobby.

Milla Ferreira

Milla Ferreira

Como acredita que este tipo de esporte, ganharia mais espaço no país?

Com mais apoio da mídia, das empresas e do governo.

Como é a sua rotina de treinos? E, como ela se encaixa no seu dia a dia?

Como o kitesurf é um esporte que depende da natureza, eu não tenho como fazer uma rotina de treino de kite. Mas tenho treino físicos e esses fazem parte da minha rotina. Todos os dias de manhã eu treino a parte física, com musculação e crossfit. A noite corro na areia ou faço natação.

Quando tem ondas eu surfo de manhã e meu treino na academia passa pra noite. Quando tem vento a minha tarde ficar reservada para treinar de kite.

Como é a sua preparação para competir?

Como eu já compito há 8 anos, eu já aprendi muito sobre competição e a como superar perdas e apender com elas. Hoje em dia eu sempre viajo uma semana antes para o lugar que vai ter a competição para treinar nas condições do campeonato e me adaptar ao local. Meus treinos no RJ fazem parte da minha preparação para os campeonatos.

E não só me preparo fisicamente mas psicologicamente com psicóloga e espiritualmente também. Antes de todos os campeonatos e baterias tenho meus momentos com Deus. Por que sei que eu treino muito para alcançar os meus objetivos. Eu faço a minha parte e peço pra ele fazer a dele. De mandar as ondas rs.

Quais lugares e campeonatos você deseja competir? Há planos de próximos campeonatos?

Dois lugares que eu já competi e sonho competir de novo. Peru e Hawaii. Estou na última etapa do mundial em Dakhla, Marrocos.

Quais dicas você daria para quem pretende começar e quais picos indicaria para quem está começando?

Procure sempre uma escola credenciada e preparada para te instruir. As lagoas são lugares mais fáceis de aprender. Mas eu costumo dizer, que quando você terminar seu curso de kite, você não vai velejar em uma lagoa a vida inteira. Então eu sempre falo que é muito melhor você aprender no mar (depois da arrebentação, aonde não tem ondas e sempre acompanhado do bote de apoio), porque você vai aprender a passar arrebentação, passar as ondas, a encarar o mar, perder o medo se for o caso e futuramente até aprender a surfar as ondas de kite.

Quais os tipos de exercícios e preparações sugere para quem está começando?

Sugiro a natação. Pois além de ser um exercício super completo e ótimo para o físico, é o que vai te salvar caso você se encontre em uma situação que não possa contar com o kite dentro da água.

Milla Ferreira e o KITE

Milla Ferreira e o KITE

Hawaii ou Rio de Janeiro, porquê?

Hawaii =) Por que é aonde eu considero minha segunda casa. Tem altas ondas e vento quase todo dia durante a temporada.

Verão é sinônimo de: Milhões de pessoas no Rio de Janeiro, é sinônimo de sair do Rio e ir pro Hawaii que é inverno, tem ondas e vento.

No mar ou no ar? No mar <3

Janeiro ou Junho? Janeiro

Aqui no blog Do Surf vocês poderão acompanhar mais características sobre a Milla Ferreira e o seu Kitesurf!

 

Se quiser saber um pouco mais da Milla e acompanhar as novidades do Kitesurf, é só acompanhar as suas redes sociais:

Facebook Instagram |

 

Aloha! 🌸

 

Silvana Lima

20090327_silvanaNome: Silvana Lima Santiago da Silva

Paracuru, Ceará, Brasil

29 de outubro de 1984.

REGULAR      1,54m     56kg

twitter @SilvanaLimaSurf

facebook-logo  /SilvanaLimaSurf

active-instagram-3-icon  @silvanalimasurf

Patrocínios: Oi, Vult Cosmética, Komunity Project, Açaí do Bem, Manihi Biquinis, Birds Intercambio, Johnny Cabianca

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Fotos: WSL

 

Stephanie Gilmore

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Murwillumbah, New South Wales, Australia

29 de janeiro de 1988.

REGULAR      1,78m     67kg

twitter @Steph_gilmore

facebook-logo  /stephaniegilmoreofficialpage

active-instagram-3-icon  @stephaniegilmore

 

Patrocínio: ROXY, ASP World Tour, NIKON, SANITARIUM

Campeã 6X (2012 / 2010 / 2009 / 2008 / 2007) é a grande favorita do ASP World.

 

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SG3

SG4

SG5

Carissa Moore

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Honolulu, Oahu, Hawaii

27 de agosto de 1992.

REGULAR   1,70m    64kg

 Twitter  /rissmoore10

Facebook Logo  /CarissaMooreOfficial

Active-Instagram-3-icon  /rissmoore10

2 vezes campeã no ASP World Champion em 2011 e 2013.

Possui surf bem técnico e agressivo.

Defende algumas vitórias no WCT de 2015 e é uma das favoritas do ranking mundial, na qual ocupa o primeiro lugar até o momento.

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