Leggings para surfar

Que proteção no surf é importante a gente sabe. Que existem peças especiais para a nossa prática de esporte favorita, a gente também já sabe. Um exemplo disso são as  leggings para surfar que protege e trás um conforto massa!

Surf legging Palms

Mas elas podem ser suas companheiras para as mais diversas atividades. Quer saber como? VEM CÁ:

Na caminhada:

8

Na Ioga:

10

Na ginástica:

9

Na pedalada:

7

No Skate:

6

Na corrida:

5

Entre tantas outras atividades… como andar de patins, por exemplo. A comodidade e a liberdade para qualquer uma dessas ações, dentro e fora da água é delicioso. Não é?

E eu ainda tenho um grande motivo: ela se adapta ao corpo facilmente. É confortável e versátil e você pode ficar hooooras usando que não vai se sentir incomodada. 😉

Na prática de esporte: não esqueça de escolher um bom tênis e tecidos leves para um bem-estar completo.

E para todas as utilidades: é possível achar das mais floridas até as mais básicas. Vai depender do seu estilo, girl!

via GIPHY

 

 

 

Bells Beach, para os mais experientes

Bells Beach, Victoria, AustraliaBells Beach é uma localidade costeira do estado de Victória, Austrália pertencente à área do governo local de Surf Coast Shire famosa por suas praias.

Distante 100 quilômetros de Melbourne, Bells Beach é uma importante praia de surf, tendo sediado o Clássico de Surfe de Bells Beach desde 1961, evento que tornou-se competição profissional em 1973 e que hoje sedia uma das etapas do WSL.

 

 

 

Pra quem visita a região em busca de aventuras e altas ondas, um conselho é dirigir pela Great Ocean Road, em Victoria, lar do surf mundial em Bells Beach e das íngremes montanhas de calcário dos Doze Apóstolos. Esta espetacular região também oferece aldeias de pescadores, migração de baleias, naufrágios, praias de areia dourada, florestas tropicais e parques nacionais. Com ondas monstruosas, a área é adequada apenas para surfistas mais experientes.

 

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Bells-Beach

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Rio de Janeiro de areias verdes e amarelas

Nada melhor do que falar da própria terrinha. Mesmo não morando no Rio de Janeiro, é muito mais fácil e confortável falar das ondas do seu próprio país, culturas e costumes. Privilegiada são as pessoas que moram no Rio de Janeiro, a cidade é praticamente banhada pelo mar ou lagoa.

Sem contar os vários pontos turísticos imperdíveis que, quem for pra lá não pode deixar de visitar. Estamos falando da grande e uma das 7 maravilhas do mundo Cristo redentor, o tão famoso calçadão de Copacabana, o bondinho e o Pão de Açúcar…. Há… e graças a geografia particular, ainda temos a Baia de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas. Brasil, você sabe como é… faz calor e um tempo ameno o ano todo. Já se imaginou sair do escritório e aproveitar o por-do-sol em uma caminhada na praia? Não tem como ser stressado nessa cidade.

Agora, o papo que interessa… Para quem visita a Cidade Maravilhosa com o objetivo de surfar, aí vai algumas dicas sobre picos e cuidados: Você sabe quais são as TOP 10? Segue a lista:

1. Pedra do Arpoador – É o ponto de encontro da galera, e principalmente surfistas,0,,14589245,00 É o canto esquerdo de Ipanema. No Arpoador ou você entra na remada (o mais comum) ou nos dias maiores você pode entrar pulando da pedra (existe uma ponta de pedra com uma escada entalhada nela que favorece o jump).

2. Praia Barra da Tijuca – O verdadeiro pico de surfistas, e dos mais experientes. Não é a toa que o CT#4 da WSL 2015 será no Postinho.

3. Praia de Itacoatiara – Praia pequena, mas o paraíso dos surfistas e de uma galera super jovem. Grande beleza natura com água transparente e azulada.

4. Praia da Reserva – Um lugar mágico, exatamente devido o dificil acesso a tornando intocável.

5. Canto do Leblon – Uma ótima opção para quem está iniciando quando o mar está pequeno ou médio, e há pontos na praia com menos surfistas.

admirando-mar-praia-recreio-dos-bandeirantes-rj6. Praia do Recreio dos Bandeirantes – Localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, longe da cidade e agitação.Mar agitado, e ponto de encontro de amigos e quem pretende surfar tranquilo. Não há muita presença de banhistas.
7. Praia da Macumba – A praia está localizado a 15 Km do principais hotéis e praias do Rio de Janeiro. Poucos moradores ao redor, fazendo localismo quase inexistente. As suas ondas são famosas entre os cariocas, pois proporciona surf o ano inteiro, sendo uma das praias com ondulações mais constantes. Com suas ondas cheias e compridas, os Long borders são a maioria no line up.
8. Prainha – Como o próprio nome já diz, a Prainha é uma praia com pequenas dimensões, são apenas 150 metros de uma estreita faixa de areia. Ela fica localizada na Zona Oeste do Rio, depois da Praia da Macumba.Protegida pelos morros e pedras que a cercam e coberta pela abundante vegetação de Mata Atlântica nativa, esta praia esconde uma beleza única, com areias claras, águas cristalinas e ainda um manancial de água doce além de ondas maravilhosas. Isso faz com que a Prainha seja considerada como o melhor local de surf do Rio de Janeiro, um verdadeiro paraíso, sede de diversos torneiros, como etapas dos campeonatos Nacionais e Internacionais de Surf. Uma dica, é chegar cedo, pois além de aproveitar o sol, ainda fica mais fácil conseguir estacionar o carro em um local mais próximo.
9. Praia de Grumari– Em área de preservação ambiental, cercada por morros com vegetação de restinga. As ondas fortes atraem surfistas. No canto direito, bares servem porções. No esquerdo, recebe o nome de Praia do Abricó – frequentada por naturistas.
10. Leme– Esta praia é um recanto de mar calmo localizado na extremidade esquerda da Praia de Copacabana.É uma onda muito inconstante e tende a quebrar bem com ondulação leste e sul. Onda muito oca a melhor opção é ir com a maré alta. 

Agora que já sabe quais são os surfs points do Rio de janeiro, o jeito é se preparar ás emoções das baterias da estapa CT#4 Oi Rio Pro.

Aloha!

Primeiros passos pra quem quer surfar

Olá pessoal!

Inicio aqui um novo conteúdo que haverá sempre uma continuidade, mais profundidade de acordo com a solicitação da galera e, conforme vou me deparando com as dificuldades (estou tentando pegar umas ondas também, ora!).

Aqui, vou falar sobre dicas de surf para quem está iniciando.

Para quem já começou ou está começando sabe o quanto frustrante pode ser a experiência dos primeiros dias de surf. Quem está pensando em iniciar a prática e nunca subiu em uma prancha provavelmente vai encontrar dificuldades, e entenda que é natural o tempo de adaptação com esse esporte.

Prontos? Supermotivados? Vamos as dicas:

1. Se você realmente se sente atraído pelo surf, só comece a treinar se for pelo amor ao esporte. Senão nem vale a pena todo tempo e esforço que enfrentará. Tenha em mente que aparecerão diversos obstáculos em que quer ser alguém no esporte e na vida precisa ser superados todas as barreiras e limites.

2. Antes de qualquer coisa, você já pensou em procurar um instrutor? Nada melhor do que ter alguém orientando, falando pra você qual a forma certa em cada passo e motivando, sabe? Dando aquele empurrãozinho (literalmente). Dependendo da sua localização, dá para aproveitar instrutores ou escolas que ofereçam aulas para principiantes. Ele lhe passarão informações essenciais de segurança, etiqueta antes que você seja apresentado a sua primeira prancha de surf. Isso inclui saber como observar outros surfistas na água, carregar sua prancha corretamente e avaliar a área certa da praia.

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3. Pode soar óbvio, mas escolher a prancha certa para começar pode ser um pouco difícil. Lembre-se que você é iniciante. Para começar a se testar na água, prefira pranchas mais longas e largas, isso garante mais estabilidade pois você cairá bastante as primeiras vezes. “O que intimida bastante as pessoas é quando a prancha bate nelas.”, afirma a lenda Rob Machado. E, dependendo da sua localização, você nem precise comprar pois há instrutores que alugam pranchas na praia. Quando você menos perceber você já estará pegando ondas com uma menor. Não se esqueça de acessórios super importantes: leash (aquelas cordinhas que prendem a prancha ao seu corpo) e quilhas.

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4. Vista uma roupa adequada e não se esqueça do protetor solar. Há roupas de borracha (pelo menos no Brasil, que não faz frio congelante), geralmente neoprene que isolam do frio. E, peças de lycras. O interessante é pensar em peças de mangas longas – maiôs, jaquetas, camisetas – pois assim não queimamos tanto os braços, pois a exposição ao sol é muito grande.

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Maiô manga longa em Lycra e zíper nas costas

5. Saiba em que praias é melhor iniciar e aprenda a olhar o mar. Se houver bandeiras vermelhas, muita correnteza ou gente demais na praia, não será um bom dia para começar a surfar. Saiba também que há lugar certo para entrar no mar, geralmente onde estiver mais calmo, possibilitando a sua entrada.

6. Aqueça. O surf assim como qualquer outro esporte, requer aquecimento antes de começar os treinos. Comece com um aquecimento aeróbico (pode ser uma corrida leve e rápida) e depois faça uma boa sessão de alongamento.

7. Antes de entrar na água, treine em terra firme. Com a prancha sem as quilhas, é fundamental o treinamento da posição sobre a prancha, e, além disso saber levantar quando vir a onda.

8. Ao entrar, deite-se corretamente, de início será um pouco difícil estabelecer uma certa intimidade com sua prancha. É necessário “sentir”  o meio da prancha – isso lhe garantirá a estabilidade – isso influencia muito na sua remada. remando bem, levantar mais rápido e adotar uma postura correta em é é o grande segredo. Acerte o corpo e apoie a barriga na metade da prancha. Estômago, quadril, coxas e joelhos devem ficar “colados” na prancha. O peito sempre elevado e olhar a frente. As pernas devem estar juntas e ligeiramente levantadas. As pranchas ficam em apoio na prancha na altura do peito.

9. Com o peito elevado e o olhar para a frente, reme como se tivesse nadando crowl. as mãos tem de entrar na água quase em ponta (nose) e sair na altura da coxa. Quando vir que a sua oda está chegando, gire para apontar o nose até a praia e aumente a frequência das braçadas.

10. Se você fica mais confortável com a perna á direita a frente, você é goofy. E se for com a perna esquerda, você é regular. De qualquer forma, as pernas devem estar mais abertas que a largura do quadril, a fim de aumentar a estabilidade.Os braços também ajudam a manter equilíbrio. Estenda o braço da frente, e o outro, mantenha perpendicular ao corpo.

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Há muitas outras dicas e próximos passos para conversarmos, mas inicialmente é isso.

Goste muito do esporte, pense no material adequado (isso influi totalmente na sua performance), aprenda a remar, e com o tempo ficar em pé na prancha.

Qualquer dúvida, sugestões nos encaminhe um email para hinaloha@hinaloha.com.

ALOHA!

Novos favoritos em Margaret River, WCT 2015

Mais um post fresquinho sobre as novidades do maior campeonato de surf do planeta WCT. Essa terceira etapa em Margaret River foi diferente das demais falando de emoção e novos destaques.

As condições climáticas foram melhores que as etapas passadas em Gold Beach e Bells Beach. Nos proporcionou tubos e grandes oportunidades pra diversos atletas destacarem-se dos demais que disputam como favoritos nessa etapa do WCT #3 Drug Aware Margaret River Pro 2015, no período de 14 a 23 de abril.

 

COMPETIÇÃO MASCULINA

Essa etapa surpreendeu a muitos. Tanto a espectadores, quanto para os atletas que competiram o CT#3 em Margies River. E vou além, principalmente para a equipe que compõem o time Brazilian Storm, que ficaram logo no começo do caminho.

Kelly Slater brilhou muito no 3. round (9.5 e 10), e no 4. round já começaram a despontar alguns favoritos: o Havaiano John John Florence, Nat Young, Taj Burrow e Slater se garantiram logo de cara para as quartas de final.
Na repescagem os atletas mostraram alto desemprenho e isso resultou em boas notas médias de baterias, e o Mineirinho foi o único brasileiro que se classificou para competir as quartas também. E, para surpresa de muitos Mineirinho (6.83 e 8.9) competiu a última bateria das quartas com Kelly Slater (2.83 e 7.13), e ganhou com 5.77 de vantagem.
Com o coração na mão nesta final masculina entre Adriano de Souza (BRA) e John John Florence (HAW), competiram em uma disputa apertadíssima. JJ Florence pegou muitas ondas, com o objetivo de gerar oportunidades em busca de maiores notas, surfou muito bem mas muitas vezes não conseguia finalizar, segurando suas maiores notas 7.87 e 9.0. Já o brasileiro Mineirinho apresentou muita técnica e concentração nessa bateria e na etapa como um todo, ganhou de seu oponente com uma vantagem de 0.66 com apenas 3 ondas.
Com essa vitória Adriano de Souza lidera o ranking mundial do CT de 2015, seguido por Mick Fanning na segunda posição e Filipe Toledo em terceiro. Vamos lá, Brasil dominando o universo do surf.

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COMPETIÇÃO FEMININA

Final de grande emoção e grandes oportunidades, a competição feminina provou que há muita garota com grandes potenciais e muito talento.

Para início de conversa – tristeza para alguns e alegrias para algum(as) – uma das favoritas da liga Stephanie Gilmore se machucou e não competiu, abrindo vantagem para a brasileira Silvana Lima e algumas outras garotas, como Malia Manuel (HAW), Bianca Buitendag (ZAF) e Courtney Conlogue (USA) que conseguiram chegar as quartas (não desmerecendo seu desempenho, pois toda performance é merecedora devido grande esforço e dedicação de todas as atletas).

Destaques também para Tatiana Weston-Webb (round#2 9.03 e 9.27) Sally Fitzgibbons (round#3 9.50 e 9.30) que surfaram com muita garra nas quartas. A havaiana Carissa Moore mostrou pra que veio desde o início, mantendo ótimo aproveitamento desde o início, segurando maiores médias nas baterias que competiu.

A semifinal foi de grande emoção quando Carissa Moore competiu e ganhou por  0.46 a primeira bateria da semifinal com a australiana Sally Fitzgibbons, que quase ganha de último momento. Courtney Conlogue chegou aos poucos, sem chamar atenção (mentira, porque ela meteu um 9.0 em cima de Malia Manuel, ganhando a bateria). Até o ponto que competiu a grande final de Margaret River em 2015 com Carissa Moore, na qual defendia sua vitória do último campeonato de 2014.

Nos últimos momentos, o mar não proporcionou boas ondas, e Courtney Conlogue garantiu seu lugar ao pódio, com muita humildade e merecimento (e sorte ), chegou a garantir uma posição no ranking mundial, passando para segunda colocada. Você pode conferir aqui.

 

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Fotos: WSL

Próxima etapa agora promete, e muito.

Muitas emoções nos aguardam no OI Rio Pro, na cidade maravilhosa. ALOHA!

* Fontes: WSL, Canal Woohoo

Stephanie Gilmore

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Murwillumbah, New South Wales, Australia

29 de janeiro de 1988.

REGULAR      1,78m     67kg

twitter @Steph_gilmore

facebook-logo  /stephaniegilmoreofficialpage

active-instagram-3-icon  @stephaniegilmore

 

Patrocínio: ROXY, ASP World Tour, NIKON, SANITARIUM

Campeã 6X (2012 / 2010 / 2009 / 2008 / 2007) é a grande favorita do ASP World.

 

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Margaret River ao oeste da Austrália, o requinte em altas ondas

WA_Margaret_RiverCercada por florestas de árvores altas e pelo mar, essa região produz excelentes vinhos e alimentos, além de oferecer um cenário único. Com muitos vinhedos de primeira classe e restaurantes premiados, ao oeste da Austrália, o Rio Margaret fica a aproximadamente 270 quilômetros ao sul de Perth (capital) . Esse paraíso culinário é também um paraíso natural de cavernas subterrâneas, praias selvagens de areia branca, imponentes florestas de karri e trilhas para caminhadas. No sudeste da Oeste da Austrália há a longa extensão de praias com baleias, golfinhos e tubarões (isso mesmo, tu-ba-rões), e em uma curta distância você pode surfar, pescar e nadar. Os tubarões são sempre uma ameaça naquela região do litoral australiano e os relatos volta e meia surgem ainda mais quando quem está na água são alguns dos melhores surfistas do mundo – toda atenção é pouca.

Dia sem onda em Margaret River, mas com vinho e arte

A etapa de Margaret River já foi uma das etapas mais conhecidas do circuito. Esta esquerda, que aguenta grandes ondulações, já foi palco de grandes vitórias e grandes derrotas para muitos dos melhores surfistas do circuito. Considerada uma onda temperamental, que oscila de condições clássicas com vento terral e tubos perfeitos, a muito vento e fechadeiras indigestas.

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Os tubos da bancada conhecida como The Box passam a quebrar com perfeição quando a ondulação fica bem de sudoeste. Vale lembrar que esse tipo de ondulação faz com que a bancada de The Box, bem ao lado do pico principal do campeonato, conhecido como Surfers Point, quebre com perfeição podendo presenciar um show de tubos.

 

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Saiba quem foram os campeões em Bells Beach, WSL 2015

bells beah rip curl pro 2015Imagem: WSL

Para quem não companhou as últimas notícias sobre o maior campeonato mundial de surf, o WCT, e não está por dentro de quem balançou o sino nesta terceira etapa de 2015 em Bells Beach – uma das provas mais tradicionais do circuito –  compartilhamos este artigo para lhe manter sobre tudo que aconteceu.

Devido as más condições climáticas, essa etapa se estendeu pois não houveram ondas boas suficiente para atender o padrão WSL (a natureza não contribui para isso). Este CT#2 Rip Curl Pro Bells Beach iniciou-se em 01 e foi até 12 de Abril.

COMPETIÇÃO MASCULINA

Competições apertadas desde o começo. Brasil representado pelos meninos do Brazilian Storm em peso,  Gabriel Medina, Adriano de Souza (Mineiro) Filipe de Toledo (Filipinho),  Miguel Pupo, Jadson André, WiggollyDantas, Italo Ferreira, competindo com grandes nomes do surf mundial Kelly Slater e Mick Fanning, entre outros diversos atletas e promessas. Entre as disputas os brasileiros Medina e  Mineiro se destacaram e chegaram até as finais (no detalhe: Medina eliminou Kelly Slater na primeira bateria da 5a. Rodada). Abaixo um overview do que rolou nas rodadas finais. Final muito boa com Fanning e Mineiro, e com resultados super apertados, Fanning levou a melhor. Além de balançar o sino em Bells Beach, disputa a liderança do ranking mundial e mantem-se empatado com o brasileiro Filipe Toledo.

bells beach fanning mineiroImagem: WSL

mick fanning bells beachImagem: WSL

COMPETIÇÃO FEMININA

Ao contrário do circuito masculino onde há grande ícones e grande ‘ equipe’  brasileira, na competição feminina é difícil apontar favoritas ao título diante de tantos talentos e histórico equilibrado.

A maior campeã da história do WSL (antiga ASP) de Bells é a norte-americana tetracampeã mundial Lisa Anderson , que já venceu o evento quatro vezes. As expectativas para essa temporada ficou para Stephanie Gilmore, onde ela poderia igualar a marca de vitórias de Lisa. A hexacampeã mundial já faturou a prova 3 vezes, em 2007, 2008 e 2010.

De outro lado defendendo a bandeira brasileira, a cearense Silvana Lima foi a primeira brasileira da história a vencer essa prova. O feito aconteceu em 2009 e na ocasião Silvana desbancou Stephanie Gilmore numa bateria de tirar o fôlego. Silvana chegou em Bells embalada por sua performance na primeira prova do ano, na qual ficou em quinto lugar, e com muita garra tentou mais uma vitória. Mesmo com boa pontuação no decorrer das baterias, infelizmente não conseguiu ir para as quartas de final. Na quarta etapa perdeu para a americana Lakey Peterson, precisando de 9.27 pontos.

Final eletrizante e difícil entre Carissa e Gilmore, devido as condições do mar. As escolhas das ondas certas foi super crucial para a pontuação de cada um. Carissa acabou levando a melhor e balançou o tão disputado sino de Bells Beach, e mantendo a liderança isolada no ranking mundial.

 

carissa moore stephanie gilmore bells beachImagem: WSL

Parabéns para os campeões dessa etapa, e vamos com força total para Margaret River.

ALOHA!

* Fontes: WSL, Canal Woohoo

Aprenda a surfar em Gold Coast, Austrália

Curta emoções e sensações em um destino de muita energia. Imagine um lugar com praias únicas que você poderá nadar, ou então surfar (principalmente), florestas tropicais listadas como Patrimônio da Humanidade, parques aquáticos e centros de compras (não poderia faltar) sob a imponente linha do horizonte de Surfers Paradise.

Localizada na costa leste da Austrália no Estado de Queensland, 750f6bf33fd68a02aa4b232c8f73e41cà 100 Km Sul da cidade de Brisbane, e 850 Km Norte de Sydney. Região plana, cercada por montanhas de até 1000 metros de altura, com mais de 100 mil hectares de parques nacionais, inúmeras cachoeiras, e mais de 260 Km de trilhas para caminhadas. A população atual supera os 440 mil habitantes, e a cidade vem apresentado ultimamente o maior índice de crescimento na Austrália.

70 quilômetros de praias ensolaradas e quatro pontos com extraordinários point breaks, é fácil perceber porque a cidade é chamada de Surfers Paradise.

Queensland, Australia Simi Valley CA.

Além de ser um destino internacional para agitação e festas, Gold Coast tem as melhores e mais consistentes ondas da Austrália e é anfitriã da primeira etapa da WSL.

Ideal se estiver aprendendo a surfar. Há muitas escolas de surf com professores credenciados, na qual você pode se registrar. Já imaginou aprender a subir na prancha e pegar sua primeira onda em Gold Coast?

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Gold Coast

 

Descubra ondas em Gold Coast, um paraíso dos surfistas. Pegue algumas das ondas mais longas do mundo em Snapper Rocks Superbank próximo a Coolongatta. Viajando ao norte, pare em Currumbin, Palm Beach, Burleigh Heads, Nobby Beach, Mermaid Beach e Broadbeach. Aprenda a surfar na ilha North Stradbroke ou reme para South Stradbroke através da rota oceânica da Costa de Ouro. A partir de Brisbane, acenam as isoladas praias de surfe das ilhas Bribie e Moreton. Curta as ondas limpas e com poucas pessoas da Sunshine Coast (Costa do Pôr-do-Sol) em Caloundra, Moolooloba, Marrochydore, Coolum Beach e Noosa Heads. Aprenda a surfar em Noosa, onde as praias primitivas são margeadas pelo cerrado.

c7ab1ac4894a53cbdb012c97807cc5feGold Coast, Queensland, AUSTRALIA

 

Depois de pegar a última onda do dia, siga para um dos clubes de surfe locais ao longo da Costa de Ouro para comer e beber ou para assistir um simpático campeonato de surfe. Alguém falou em paraíso?

Havaiana Carissa Moore é a campeã em Gold Coast

Apesar da etapa feminina do WSL acontecer em em Gold Coast – Austrália,  a havaiana Carissa Moore venceu a favorita da torcida e rainha do surf feminino Stephanie Gilmore nas ondas de Snapper Rocks, abrindo assim o circuito mundial feminino de 2015. Carissa teve uma atuação exemplar na final, conquistando o título com uma vitória por 18,43 a 15,50.

Estavam também cotada como uma das favoritas –  a detentora da única nota 10, a brasileira Silvana Lima que retornou com grande entusiasmo, completando aéreos em todas suas baterias, entretanto, a australiana Stephanie Gilmore estava em plena forma na defesa do título da etapa e barrou a brasileira nas quartas de final.

gold_coast (1)Público comparece em bom número a Snapper Rocks, na Gold Coast australiana (Foto: Divulgação/WSL)