Porto Alegre ao Kauai: Tatiana Weston Webb.

Al🌸ha sereias!

Há muitas surfistas talentosas e persistentes nos mares a fora, o blog Do Surf nos conta um pouco quem são elas, vale a pena conferir lá e conhecer sobre uma delas aqui:

 

Tatiana Weston-Webb

Porto Alegre, RS, Brasil

Nacionalidade, Havaiana

9 de Maio de 1996

1,70m        56kg

twitter @tatiwest

facebook-logo  /Tatiana Weston-Webb

active-instagram-3-icon  @tatiwest

Patrocínio: Body Glove

Divulgação: Páginal Oficial

A surfista Tatiana Weston-Webb nasceu no Brasil, e logo se mudou para o Havaí,  já aos 8 anos iniciou as suas atividades no surf, aos 13 anos conquistou seu primeiro título no esporte tornando-se campeã nacional dos EUA.

Divulgação: Página Oficial

O surf está no sangue da garota, sua mãe ex bodyboarder Tanira Guimarães, seu pai Dounag Weston-Webb surfista inglês criado nos EUA e seu irmão, Troy, três anos mais velho – FreeSurfer.

 

SURF:

Sua trajetória começou na infância e logo trouxe conquistas que deixam os pais orgulhosos. Já aos 16 anos consagrou-se  como treta-campeã nos Estados Unidos. Dos EUA a loirinha foi para a França  e tornou-se vice-campeã em sua primeira participação na elite, em Hossegor.

As conquistas só aumentaram pra Tatiana Weston-Webb , em 2015 ela levou o WQS, se consagrando para o  Circuito Mundial de Surfe.

Divulgação: Página Oficial

Divulgação: Canal OFF

Atualmente ela apresenta um programa no canal OFF  que está na segunda temporada. O programa começou em 2015 quando ela estreava na disputa para o campeonato mundial  e foram 13 episódios acompanhando a rotina da jovem surfista nesta primeira fase. No presente já foram 3 episódios exibidos .

Os episódios vão ao ar, toda segunda-feira às 22 horas no canal. Vale a pena conferir!

© Brent Bielmann/Body Glove

 

Fontes: Wikipédia, Body Glove, Canal OFF.

Wakeabord e as Mulheres: Vem ver

Whats Up, girls!

Vocês conhecem o Wakeboard? Já ouviram falar? Vamos apresentar um  estilo mais radical de esporte aquático que vem conquistando muita gente, inclusive as mulheres.

Antes das nossas dicas sobre o esporte, o blog do surf nos mostra também que dá pra se jogar em várias práticas na água. <3

 

WAKdEABORD:

Um esporte (radical) aquático. Nele está envolvido a prancha, um barco, um cabo e um manete.

Nos Estados Unidos em 1979 já se falava dessa novidade, pois faltava uma alternativa nos dias de poucas ondas para os surfista, e foi aí que surgiu o ‘WAKE’. O esporte manifestou-se especificamente na década de 80, por aqui no Brasil.

 “Em 1984, um surfista de San Diego chamado Tonny Finn desenvolveu o Skurfer – um híbrido de esqui-aquático e prancha de surf. Foi o primeiro shape de prancha desenvolvido especificamente para a hidrodinâmica de ser puxado por um barco ao invés de ser empurrado por uma onda. A prancha possuía as características de uma prancha de surf, porém menor e mais estreita e com fundo do esqui slalom (côncavo), e grande flutuação.”  (Associação Brasileira de Wakeboard)

Por que eu disse que ele é mais radical, pois para a pratica é necessário o uso de alguns equipamentos de maior segurança que dividi-se em 4 partes:

  • Lancha
  • Prancha com botas
wakeabord-e-as-mulheres-1

Imagem Google

 

 

 

 

 

 

 

  • Colete salva-vidas
  • Cabo e Manete

Onde praticar: 

  • Represas
  • Lagos
  • Canais
  • Mares

Fun Wake Park da Estância Alto da Serra

Mas lembre-se: Os mares são recomendados desde que não haja muita onda. Pois o essencial são lugares ‘abrigados’ ao vento com a água mais lisa. Onde você mora deve ter algum lugar do tipo, por perto.

Teca Lobato – 8 vezes campeã brasileira de wakeboard.

Se interessou e quer conhecer mais sobre o esporte no universo feminino? Temos uma dica para vocês: a Sheriders:

Um mini making off dos nossos vídeos!! 💜👯👯👯 💡+💜

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O grupo surgiu de repente e hoje elas levantam a bandeira do esporte no Brasil e possuem uma página no Facebook, um perfil no Instagram e uma conta no VIMEO.

Tudo começou quando elas iam só acompanhar seus namorados e se interessaram pelos WAKE, e aí nasceu a ideia de um grupo e  desde então as meninas começaram a se reunir ~sozinhas~ e não pararam mais.

O principal lema é: divulgar, ajudar e incentivar o wakeboard feminino. Legal né? Sempre que quiserem saber as novidades, já sabem onde podem encontrar.

 

Do que é feito a parafina de surf

Olá nação, muitas ondas?!

Hoje vamos falar de um personagem importantíssimo para quem está sempre com a sua prancha. Você sabe do que é feito a parafina de surf? Queremos te explicar um pouquinho de algumas coisinhas que vale você saber

Mas bora ao que interessa e vamos aprender um pouco mais sobre a nossa parceira de quedas:

Parafina e o surf:

– Função: dar aderência à prancha.

– Composição: constituída por carbono e hidrogênio.

– De onde vem: derivada do petróleo

– Utilidades: pranchas de surf, velas, cosméticos, adesivos, giz de cera etc

– Características:  aparência de cera, sem odor; gosto, e com uma cor naturalmente branca.

Parafina e a água:

No surf há uma variedade de parafinas, que são utilizadas em lugares com temperaturas diferentes. Isto é um ponto importante na hora de escolher a sua, pois há uma diferença em cada uma delas:

Água quente – Mais de 24º C 

Para lugares onde é ~verão~ o ano inteiro, essa parafina, encaixa-se perfeitamente. Por exemplo: o nordeste.

Água Morna – 19º a 23º C

Pode ser utilizada em diversas regiões, onde não há muita variação de temperatura da água, pois esse material é mais versátil.

Água fria – 10º a 15º C

Utilizada geralmente no sul do Brasil.

E porque essa diferença? A diferença é justamente para a sua parafina ter adequação em cada ambiente, pois, não é recomendável utilizar uma parafina de água frita, em uma água quente, pois, com o tempo dentro da água,  e com a atividade, o material acaba derretendo muito antes do previsto.

E se for ao contrário? A placa endurece na hora da aplicação e a acaba dificultado a adesão do material, que por muitas vezes acaba nem ocorrendo.

Atente-se à isso quando for escolher a sua.

 

Aloha!  Surfer on Facebook Messenger

Heranças do Havaí: surf e o abacaxi

Olá, como está o verão de vocês?

Você sabe a verdadeira ligação entre o surf e o abacaxi e porque eles fazem tanto sucesso até hoje? Vou resumir para ficar mais fácil:  A fruta tem uma ligação forte com o estado do surf desde 1899, o visionário James Dole chegou por lá e comprou um terreno em Wahiawa  e construiu a sua fábrica que atualmente se chama Doole Food Company.  Mas não é só isso, com toda a expansão na época, ele precisou comprar uma ilha que fica em Lanai, e construiu a maior ilha de abacaxi do mundo.

Mesmo o Hawaii sendo o rei do abacaxi, a verdadeira origem seria da América do Sul, pois há uma lenda que os nascidos por lá teriam espalhado pelo continente…será? Não sabemos. Mas a verdade é que a fruta fez história mesmo, no Oceano Pacífico, desde 1930. E os Havaí anos agradecem!

–  Agora que compreendemos um pouquinho dessa história, vamos ao que interessa…

 

O abacaxi ganhou espaço em outros lugares, entrou para o mundo da moda, e faz sucesso em diversas estampas por aí… De almofadas para decoração até sapatilhas para as ruas de São Paulo.

Além do abacaxi, existem outras frutas que entraram para o tropicalismo da moda: Banana, melancia, limão etc…Mas para nós o fruto é uma tendência antiga do mundo do surf.

E vocês gostam dele?

Separamos algumas opções para inspiração para os looks do verão.  ENJOY girls: 

 

Al🍍ha!

A pedida do verão: stand up paddle.

E aí galera, muito surf?

O verão está chegando e com ele a vontade de praticar coisas novas também, poderíamos ficar aqui falando de váááárias atividades, mas há uma em especial e no mar, que qualquer um pode fazer: O stand up paddle, conhecido também como SUP .

É uma atividade mais simples em cima da prancha, pois não exige tanto esforço, e qualquer um pode praticar. É perfeita para quem curte uma vibe mais zen. Além de ser uma delícia e a gente adora!

O blog DO SURF tem diversas dicas para quem está começando ou para quem queira se ~aprofundar~ um pouco no esporte.

O MAIS ATRAENTE DO SUP É QUE EXISTEM DIVERSOS LUGARES EM SÃO PAULO BEM ACESSÍVEIS, COM INSTRUTORES E EQUIPAMENTOS QUE PODEM SER SEU PONTA PÉ INICIAL PARA O ESPORTE.

Aqui, nós separamos alguns lugares que você pode praticar, vem ver:

GUARAPIRANGA:

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Tempo Wind Clube

Clube Team Brazil

Yacht Club Santo Amaro

BILLINS:

Mau Loa SUP

Espaço Surf Allmada

Espaço Surf Allmada

Parque Estoril

MAIRIPORÃ:

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Refúgio Cheiro do Mato

Há inúmeras praias pra você praticar o stand up no Brasil.

RAIA OLÍMPICA DA USP

Aqui você consegue praticar e não precisa nem enfrentar o trânsito da cidade. A localização é de fácil acesso, pertinho do metrô Butantã, zona oeste. A raia possui mais de 2km de extensão e todos os equipamentos você encontra lá. O local também oferece outras atividades como remo canoagem.

PRAIAS:

  • Praia de Copacabana –RJ
  • Praia de Morrinhos –SC
  • Praia dos Carneiros – PE
Foto - Portal dos Carneiros

Foto – Portal dos Carneiros

 

 

 

 

 

 

  • Ponta da Praia SP e muito mais!

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As praias também são umas das mais procuradas pelos frequentadores e turistas, quando visitar alguma, informe-se sobre alugueis de prancha de stand up paddle. Com certeza sempre tem alguma perto de você.
Boa prática guys!

 

 

Kitesurfe feminino no Brasil: Milla Ferreira

Olá galera, vamos falar de kitesurf?

Vocês já devem ter ouvido falar,  mas trouxemos aqui as principais características desse esporte aquático tão famoso e ao mesmo tempo tão recente. Conheça um pouco do esporte e como está o cenário do kitesurf feminino no Brasil.

A origem: O kitesurf ganhou popularidade na década de 90, mas foi inventado há 5 anos antes, em 1985 por dois franceses: Bruno e Dominique Legaignoux.  Seu nome tem origem de duas palavras inglesas: Kite (pipa) e Surf – do verbo to surf (navegar).

O esporte: Utiliza-se de pipa ou papagaio e uma prancha que tem como principal fator dar suporte aos pés, levando o praticante a voar e deslizar sobre as águas, puxado pela pipa. É comum dizerem que é um mix de windsurfe, surf e wakeboard.

A característica: É constituído por duas partes, a pipa e a prancha. A pipa serve para controlar o trajeto e é constituída do mesmo material do para-quedas. A prancha pode ser uma com alças, ou wakeboard e existem até a misturas dessas duas.

O cenário brasileiro: nos anos 2000 foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro mundial do esporte que teve sua fase final, no Rio de Janeiro, mais especificamente na praia da Barra da Tijuca e quem ganhou no feminino foi a Anne Laute Pegon, foi nesse mesmo ano que o esporte chegou ao Brasil, ou seja, um bebê, né?!

Mas agora… vem cá conhecer a Milla Ferreira – atleta profissional de KITE (surf ) feminino <3

Milla Ferreira

Por que o kitesurf, como começou a sua paixão pelo esporte?

Quando meu pai, trouxe o kite do hawaii, e me apresentou quando eu tinha 9 anos. Tudo começou nessa idade.

Quem são as suas referências no esporte? 

Meu irmão, filippe Ferreira. Campeão brasileiro de kitewave.

Há alguns risco na prática do kitesurf? Quais são?

Há riscos como qualquer outro esporte radical. Se você não segue as regras de segurança ou ultrapassa os seus limites, sempre há riscos. E no caso de alguém que esteja aprendendo, há  riscos quando você tenta aprender sozinho ou em um lugar aonde não tem professores capacitados para ensinar ou não fornecem os equipamentos de segurança.

Na sua opinião, como está o cenário de kitesurf feminino no Brasil? 

O Cenário de competições de kitesurf em geral,  está muito ruim. Pouco incentivo do estado no esporte. E consecutivamente isso afeta o kitesurf feminino. Que já não tem muitas meninas, e quando não há incentivo e apoio no esporte, elas não veem futuro. Então por que seguiriam carreira? Mas muitas meninas aprendendo o kite para ter o esporte como hobby.

Milla Ferreira

Milla Ferreira

Como acredita que este tipo de esporte, ganharia mais espaço no país?

Com mais apoio da mídia, das empresas e do governo.

Como é a sua rotina de treinos? E, como ela se encaixa no seu dia a dia?

Como o kitesurf é um esporte que depende da natureza, eu não tenho como fazer uma rotina de treino de kite. Mas tenho treino físicos e esses fazem parte da minha rotina. Todos os dias de manhã eu treino a parte física, com musculação e crossfit. A noite corro na areia ou faço natação.

Quando tem ondas eu surfo de manhã e meu treino na academia passa pra noite. Quando tem vento a minha tarde ficar reservada para treinar de kite.

Como é a sua preparação para competir?

Como eu já compito há 8 anos, eu já aprendi muito sobre competição e a como superar perdas e apender com elas. Hoje em dia eu sempre viajo uma semana antes para o lugar que vai ter a competição para treinar nas condições do campeonato e me adaptar ao local. Meus treinos no RJ fazem parte da minha preparação para os campeonatos.

E não só me preparo fisicamente mas psicologicamente com psicóloga e espiritualmente também. Antes de todos os campeonatos e baterias tenho meus momentos com Deus. Por que sei que eu treino muito para alcançar os meus objetivos. Eu faço a minha parte e peço pra ele fazer a dele. De mandar as ondas rs.

Quais lugares e campeonatos você deseja competir? Há planos de próximos campeonatos?

Dois lugares que eu já competi e sonho competir de novo. Peru e Hawaii. Estou na última etapa do mundial em Dakhla, Marrocos.

Quais dicas você daria para quem pretende começar e quais picos indicaria para quem está começando?

Procure sempre uma escola credenciada e preparada para te instruir. As lagoas são lugares mais fáceis de aprender. Mas eu costumo dizer, que quando você terminar seu curso de kite, você não vai velejar em uma lagoa a vida inteira. Então eu sempre falo que é muito melhor você aprender no mar (depois da arrebentação, aonde não tem ondas e sempre acompanhado do bote de apoio), porque você vai aprender a passar arrebentação, passar as ondas, a encarar o mar, perder o medo se for o caso e futuramente até aprender a surfar as ondas de kite.

Quais os tipos de exercícios e preparações sugere para quem está começando?

Sugiro a natação. Pois além de ser um exercício super completo e ótimo para o físico, é o que vai te salvar caso você se encontre em uma situação que não possa contar com o kite dentro da água.

Milla Ferreira e o KITE

Milla Ferreira e o KITE

Hawaii ou Rio de Janeiro, porquê?

Hawaii =) Por que é aonde eu considero minha segunda casa. Tem altas ondas e vento quase todo dia durante a temporada.

Verão é sinônimo de: Milhões de pessoas no Rio de Janeiro, é sinônimo de sair do Rio e ir pro Hawaii que é inverno, tem ondas e vento.

No mar ou no ar? No mar <3

Janeiro ou Junho? Janeiro

Aqui no blog Do Surf vocês poderão acompanhar mais características sobre a Milla Ferreira e o seu Kitesurf!

 

Se quiser saber um pouco mais da Milla e acompanhar as novidades do Kitesurf, é só acompanhar as suas redes sociais:

Facebook Instagram |

 

Aloha! 🌸

 

1° Encontro das Longboard Surf Girls

No último fim de semana, aconteceu o evento organizado pela longboard Kelly Fernandes.

O evento rolou em clima de muita descontração ao som da banda Mr Pipe, no quiosque Marimar – Recreio dos Bandeirantes Posto 11, onde pode reunir grande parte das meninas cariocas que surfam de longboard.

No dia do evento, rolou uma grande surpresa para as meninas do grupo, que foi a entrega de troféu e premiação, pois no decorrer do mês antecedendo o dia do  evento, as meninas estavam sendo avaliadas pelo Longboard profissional e técnico Allan Gandra onde junto com o também longboard Rafael Carvalho, puderam avaliar cada onda surfada e decidir nos mínimos detalhes as 6 finalistas de cada categoria, os troféus foram entregues pelo longboard profissional Caio Teixeira que prestigiou as meninas do grupo, tivemos duas presenças ilustres também que foi o carioca Marcelo Freitastricampeão mundial de longboard no ISA Games, que deu uma palavra de incentivo e apoio ao longboard feminino, e o também carioca Phil Rajzmancampeão mundial de longboard ASP 2007.

Não foram só as finalistas que foram presenteadas, a organizadora Kelly Fernandes teve todo o cuidado e carinho de presentear todas as meninas do grupo que estiveram presentes, além de receberem os kits, tiveram sorteios das marcas patrocinadoras.

O resultado das finalistas ficou assim:

Maior Onda Surfada: Roberta Mendes

NoseRider: Jasmim Avelino

Maior N° de Ondas surfadas: Fabiana da Silva Jaccoud 

WipeOut: Eliane Cordeiro

Onda Mais Longa: Caroline Garcez

Drop Radical: Marcela Soares

O movimento L.S.G (Longboard Surf Girls), tem o intuito de reunir não só meninas do Rio de Janeiro, mais de todo o Brasil como já vem acontecendo, pois já tem meninas participantes do grupo que são de Santa Catarina, João Pessoa, SP – Ubatuba – Maresias e Santos.

Agradecimento aos apoiadores técnicos: Allan Gandra@allangandraphotography e Rafael Carvalho.

Marcas apoiadoras: Lakini, Sicrupt, Harpia Consulting, PoiPoi, Aloha Veiculos, Armazem Gaia, Fit Food, SurfArt, IsaSoul, HulaHula, Reciclarte, Florar, Moea, Roza dos ventos, Crowd Florido, VibeCarioca, Veesh, Encanto de Sereia, Ocean, Mar de Lotus e Parafina oficial.

ATENçÃO: Próximo encontro será em SP – Litoral Norte.

 

Rede social: Insta @longboardsurfgirls , Facebook: Longboard Surf Girls

O amor está no MAR.

Namorar um mocinho surfista tem algumas vantagens:

Praia &
Sol & Preparo Físico  & Luau.

Namorar uma mocinha surfista também tem:

Praia &
Sorvete &  Bronzeado & Pôr do Sol.

Agora você imagina um casal de surfista? Um surfista incomoda muita gente, mas dois surfistas incomodam muito mais…Sendo os dois surfistas ou não, é possível prograMAR coisas incríveis juntos. Vem ver e se apaixonar com a gente:

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 – cotidiano:

A rotina de vocês terá um gostinho salgado onde quer que vocês estejam. Os assuntos terão a mesma sintonia, pois, o mar sempre poderá estar presente e as experiências podem ser trocadas com muita tranquilidade. Vocês vão conversar sobre as melhores ondas e o quiver dobrado. Para o casal onde (só um deles pega onda), é possível descobrir mais sobre esse universo e aproveitar o dia flat, por que não?

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.54-lazer:

As férias podem durar o ano inteiro, pois não tem nada mais prazeroso para os surfistas irem aos picos favoritos e aproveitar a série ou a marolinha de cada dia. Além disso, o espírito aventureiro estará bem presente para vocês descobrirem novos lugares.

 

 -ritual:

Ficar o dia todo no mar desfrutando juntinhos não haverá problema algum, aliás, sair de lá é que é problema…rs. Se ele (a) surfa e você não, é possível ser um boia e aprender só observando, ou ficar de fora torcendo para as melhores manobras virem, curtindo o ambiente mais que prazeroso. Não basta namorar, tem que participar!

Screen Shot 2016-05-31 at 10.37.05-fim-de-semana:

Os finais de semana podem ser explorado juntos, quando não no mar, fora dele. Pois há um acervo a ser apresentado sobre esse assunto. Filmes, exposições e eventos são só alguns dos planos. Se você é igual a ele, os dois irão tirar de letra e descobrir cada vez mais sobre o universo que adoram. Mas para os companheiros que só simpatizam, existem outras atividades que vocês podem compartilhar juntos. Uma trilha, um dia de yoga, aprender stand up paddle, kitesurf etc, essas são só algumas sugestões.

Screen Shot 2016-05-31 at 10.36.44– descanso:

Dormir? Essa palavra não existe nos dias de surf, os amantes da prática acordam cedinho pra pegar as melhores ondas. Os namorados (as) já estão acostumados com esse hábito, se você está entrando nesse barco agora, aproveite o nascer do sol e tire foto incríveis para registrar o momento dele ou dela.

Música e o mar

Música todo mundo gosta…mas e se juntarmos a música e mar? Acho que vocês vão gostar um pouco mais.

Separamos uma playlist que vocês vão se identificar e vão ouvir muito sobre o elo com o mar e sentir a vibe que te faça lembrar os seus dias de freesurfer, por que não? Então vem cá e acompanha essa série com a gente:

Reggae do Porto – Saulo Fernandes: Essa música é em homenagem ao Porto da Barra (Salvador – BA), o lugar é tão lindo que as pessoas ficam lá só contemplando o por do sol .

Mar do Meu Mundo – Maneva: A letra chama a atenção, pelo enredo, revelando todas as características em uma ligação muito forte com o mar.

Eu sou do Mar – Armandinho: Seguindo o mesmo contexto da música anterior, nesta letra conta-se de como o mar é importante, independente de qualquer coisa.

Dia de Furar Onda no Mar – Lucas Santtana: Eu adoro essa música, ela fala da simplicidade de poder brincar no mar. Tem uma levada gostosa de ouvir e conta essa espontaneidade do mar, nos recordando a infância.

Olhos Verdes – Vibrações:  A música e o próprio clipe já nos revela o que ela quer nos mostrar. Ela nos diz sobre uma união que não deu certo e claro, é no mar, que tudo vai melhorar.

Meu Mar – Macucos: As canções em geral da banda, sempre acaba falando da relação que eles possuem com o mar. Existem outras letras que também, falam dessa conexão.

Aqui em baixo vocês tem a Playlist completa…

Deixamos colaborativa e quem quiser pode adicionar mais músicas e ouvir sempre que quiser.

ALOHA! 🐚🌸🌊

Leggings para surfar

Que proteção no surf é importante a gente sabe. Que existem peças especiais para a nossa prática de esporte favorita, a gente também já sabe. Um exemplo disso são as  leggings para surfar que protege e trás um conforto massa!

Surf legging Palms

Mas elas podem ser suas companheiras para as mais diversas atividades. Quer saber como? VEM CÁ:

Na caminhada:

8

Na Ioga:

10

Na ginástica:

9

Na pedalada:

7

No Skate:

6

Na corrida:

5

Entre tantas outras atividades… como andar de patins, por exemplo. A comodidade e a liberdade para qualquer uma dessas ações, dentro e fora da água é delicioso. Não é?

E eu ainda tenho um grande motivo: ela se adapta ao corpo facilmente. É confortável e versátil e você pode ficar hooooras usando que não vai se sentir incomodada. 😉

Na prática de esporte: não esqueça de escolher um bom tênis e tecidos leves para um bem-estar completo.

E para todas as utilidades: é possível achar das mais floridas até as mais básicas. Vai depender do seu estilo, girl!

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